O que Nao Elabora se Repete Freud
Não uso a máscara para apenas me prevenir das doenças ao mundo, Mas também uso máscara para esconder do mundo as minhas expressões faciais.
Não sancione enterrar seus sonhos numa cova profunda, embora estando vivo, enterrar seus sonhos é o mesmo que perder a perspectiva da vida, e por fim, só nos resta definhar dia após dia.
Hoje eu senti algo que não tinha sentido ainda. O medo de te perder, o medo da pessoa que eu vivo por me largue. Eu a quero para toda vida. Consegui tremer de medo, ranger os dentes, arrepiar. Eu estou com medo de você enjoar, muito medo de enjoar de mim, mas enquanto eu puder, irei dar minha vida para que dê certo.
Precisar da certo. Eu quero que dê certo.
Escrever isso me faz chorar.
Eu estou com medo. Muito medo.
Quero ficar o dia todo com você.
Amanhã.
-plr
Saudade! Um sentimento muito vazio e triste, não sabemos o que dói mais, um ente querido ou amigo, a realidade que todos nós nunca vamos saber, a tristeza e as lembranças pairam em nossas cabeças. Fato!
É tão triste só você lembrar os momentos, felizes ao lado da pessoa, e ela não lembrar, mas a vida continua, e sigo em frente ao fim da minha jornada.
Me desculpe por não te amar
É que eu não quero correr o risco de sentir meu coração sangrar novamente e ver você se afastar como se não tivesse feito nada.
AMOR IMPOSSÍVEL
No sonho tudo se permite
Terra onde não imperam leis
Onde não há reis
Apenas súditos e súditas
País que não exige passaporte
Prisão que não tem grades
Ou liberdades que se aprisionam
Dentro de nosso ser
Ser ou não ser?
Sentir ou deixar ir
Ao sonhar, não há tais preocupações
Apenas gozo
Apenas emoções
Então...
Que venha o sonhar
Como ondas a marulhar
Cachoeira que transborda lagos
Rios caudalosos
Que arrebatam os lados
Dessas margens que se nos prendem
Judiam
Impedem
Não saciam
Mas que laceiam
Ao toque do preciso líquido
Que envolvem e conduzem
Preenchem e nutrem
Que trazem vida e frescor
Que libertam e apaziguam a dor
Mas estamos como árvores....
Plantados em nosso campos
Açoitados pelo vento
Que levam longe nosso pranto
Sem esperança
Ao ardor do sol
Queimando
Sem planos
Vendo os sois que nascem duros
E as luas que congelam a solidão
Enquanto marcam minha pele (de árvore)
Logo sofro
Logo sangro
Mas derramo pelo meu amor a minha seiva
Chega ao solo
E me contento
Logo penso
É encontro
Este solo que aqui piso
Em algum ponto se conecta
Às raízes, que profundas,
Sempre encontram algum eco
Nos recônditos da Terra
Um lençol elas encontram
A seiva que também deitaste
E se encontram tão singelas
