O que Nao Elabora se Repete Freud
Desligue a tv vá ler um livro
O mito é a verdade inventada
Não crer no que vê é mais difícil
Que ler pra aprender coisas erradas
Proteja-se sempre do vício
De acreditar em tudo que se espalha
Existem milhares de artifícios
No vasto precipício se fala
Não permito que a gramática
estragada
Me atinja sem um mero objetivo
Não aceito sua questão analisada
Nem com mil razões que
justifiquem isso
Eu aqui é que não escreverei
mais nada
Pois quem manda antes em
um julgamento
É a forma de como o
pronunciamento
Absolverá a vítima palavra
A nossa canção mais bela
Ainda não escrevi
O nosso amor de verdade
Ainda está por vir
Segredo guarda um coração
O alento da fatalidade
O tempo traz felicidade
Felicidade simples
Da flor
Que espera o orvalho
O inverno e a primavera
A tempestade e o sol passa por ela
Mas sem roubar seu brilho, sua cor
E o amor
Que é semelhante a tudo que lhe espera
Fica a cantar na espreita da janela
Até que passe a saudade que estou.
Já não sou como antes
Metamorfose ao cruzar com seu semblante
Perfeito
Esse teu sorriso ainda acaba comigo
Não me fale de amores antigos não sou seu amigo
Cante e não se esqueça
Quem te pôs a mesa pra comer do pão
Ame com franqueza
Há de ter leveza e que não seja em vão
Garotão
Filhinho de papai patrão
Bancando pose de pavão
Achando que eu tô querendo
Jasão
Não vou ser sua Joana, não
Eu nunca tive vocação
Pra fazer a Amélia
Nem ficar pra trás pro seu contento
Eu não posso mais me acostumar com seu sorriso louco
E, quem disse que a gente tem um caminho longo?
Eu não posso mais me iludir com seu discurso torto
E vou jogar fora tudo que me lembre o seu gosto
Eu já não leio mais Drummond
Eu não escuto mais Tom Zé
Não vou mais ao Cine Odeon
Pra quê andar a pé?
Se eu já não te dou mais a mão
E nem te faço um cafuné
Você já não me acorda mais
Eu tomo chá pra não tomar café
Andar a pé...
O tempo que passou a gente no percebe.
Há tempos aconteceu, é fato, não se negue.
De tudo que se foi, lembranças é o que resta.
Do pouco que sobrou, quase tudo presta.
Agora que mudou, ninguém mais anda a pé.
Do pouco que se fez, do muito que se é.
Do pouco que se tem, do tudo que se quer.
Do nada que isto vale, to tudo que isto custa.
Do muito que se tem, do pouco que se usa.
Na arrogância da estupidez.
Na modéstia da humildade.
No desprezo da insensatez.
Na submissão da simplicidade.
O agradável já não é o bom!
O útil já não é o que vale!
O que custa é o que se quer!
o que se tem é o que se é!
Infelizmente foi preciso um vírus vir e tentar unir nós seres humanos, porque esse sim não está escolhendo ninguém seja por cor, sexo ou posição social.
Hoje o sol não
brilhou,
os passarinhos
não cantaram
o dia fica triste
sem seu canto.
sem seus canto
radiante.
sem seu voou
seguro que pode
cair a qualquer
instante.
Respeite as pessoas, não imponha sua conduta de vida para ninguém, aceite as delas. As pessoas mudam por elas mesmas, nunca por imposição.
