O que me atrai
Nos teus beijos me agarrei.
Nos teus olhar encontrei sinceridade.
No teu corpo me atrai é impossivel eu se libertar do teu mundo.
A prática repetida de bons atos torna-se um hábito e transforma a pessoa, além de atraí-la para uma vida mais abundante. A prática repetida de maus hábitos escraviza a pessoa, além de levá-la a sua própria destruição.
"O desespero é como sangue na água para tubarões, ele atrai exatamente o tipo de pessoa que vai explorar sua vulnerabilidade".
"O desespero é como sangue na água para tubarões, ele atrai exatamente o tipo de pessoa que vai explorar".
A gratidão abre portas para novas oportunidades, atrai bênçãos que nao cabem em nossos braços.
Seja otimista, plante bondade e colha conquistas que farão seu coração se encher de alegria.
O Criador recompensa quem espalha esperança no mundo.
(Jorge Tolim)
Em ti, sou o explorador que chega a um novo continente, Onde cada paisagem desconhecida me atrai.
Não sei o nome das tuas montanhas, Nem o segredo dos teus rios.
Mas cada trilha que desvendo, Cada floresta que cruzo em teu ser, Revela uma nova cor, um novo som, E em cada passo, o amor floresce.
Ainda há tanto de ti a descobrir, Tantos mapas a desenhar. Mas não tenho pressa, Pois a beleza está na jornada, E o meu amor, em cada nova camada que encontro.
Sinto uma inquietude interior, e o mundo comum não me atrai, pois a autenticidade que possuo entra em conflito com a conformidade da maioria das pessoas ao meu redor.
Sou apaixonada por tudo que me desafia.
Tudo que é dificil me atrai e me convida
a descobrir até onde posso ir e quais
sao os meus limites. E tenho convicçao
que tudo que é conquistado nesses termos,
com duras lutas, grandes sacrificios, nao
se perde e nem escorre pelos dedos. Por isso,
o facil nunca interessou e nem faz parte dos
meus planos... Eu gosto mesmo do IMPOSSIVEL!
A brevidade do corpo nos atrai ao chão, a Terra.
A eternidade da alma nos eleva ao Céu, espaço infinito.
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
Usa-se o aspecto das coisas tanto para afastar, quanto para atrair, pois atrai o que se está dentro e não o que está fora.
