O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Eu escuto
Coisas sobre depressão.
Dizem que isso
É pra chamar
Atenção.
Acho que não,
É solidão
Tormenta que não acaba.
Já escutei vozes
Pra acabar com tudo,
Não dei ouvidos,
Fui forte,
Uns dizem que tive sorte
De não optar pela morte.
Eu tive POESIA!
“statera”
ela kiss me beijar
eu disse yes
o coração quase deu um stop.
que beijo good.
ela kiss me beijar.
sem pensar
gritei i want.
meu wolrd girou...
é áspero
e cinzento
e eu não aguento
os arranhões
que rasgam meu coração
ao lembrar
que só tenho você:
(SOLIDÃO)
a casa
cheia de silêncio
recheada de solidão
a casa
não é a mesma sem você aqui.
eu
coberto de silêncio
vagando na solidão
do quarto pra cozinha
nunca mais fui o mesmo sem você!
no amanhecer
de cada dia
sem merecer
eu vejo poesia
e só tenho
que agradecer
e não retenho
no meu ser
o sentimento
de gratidão
que nesse momento
brada no meu coração.
fiquei perdido
no silêncio
da minha solidão
tentando me encontrar.
muitos dias
eu ando nesse labirinto
que é a minha mente
sem saber onde vou parar.
sinto medo
e olho no espelho
eu não estou ali
já fui embora faz tempo.
hoje eu quero ouvir o som da tua voz,
me liga
manda áudio.
não some!
cada minuto longe de você
é um labirinto sem saída
é saudade!
é morte...
meu fim...
tropeço, sem sorte.
na hora do verso
falta a palavra,
eu procuro entre as estrelas
no fundo do mar
e não encontro,
uma voz grita ao longe:
amor! amor! amor!
na rotina
do meu dia
a poesia
é ofício de alegria.
e quem diria?
antes eu não suportava
POESIA.
hoje ela é meu alívio
meu refúgio.
busquei paz em teus braços
e você fugia de mim
estávamos desconectados
do nosso amor
só eu que não percebia
e ficava insistindo
em algo que já havia acabado
fazia tempo.
o tempo corre demais
eu parado na esquina
o sinal é verde
esperança, a última que chega
apaga a luz
sem direção para seguir
em busca do sonho de ser feliz.
Um livro jogado sobre o sofá
O ventilador ligado
Tentando amenizar o calor
Sou eu deitado ao chão
O pó da terra
A poesia nutre o meu viver
Preciso alçar vôo
Sobre a solidão tempestiva
A casa é pequena
A vida é passageira
E não tem como concertar.
Eu ligo um verso ao outro
Conduzindo um mapa, uma história de amor
Com final feliz.
Poesia é conto de fadas?
Poesia é terror?
Poesia é vida e arte...
Poesia é escrita à flor da pele.
Poesia não tem sentimento
Mas, é para sentir.
Poesia é isso
É aquilo
É tudo...
Em cada verso
Que escrevo
Deixo um pouco de mim,
Quando eu partir
Não será o fim,
Ainda estarei aqui
Em poesia.
Você foi embora e não quero que volte
Mesmo que eu te ligue implorando para isso
Não faz sentido,
Sorrimos e sofremos.
O amor nos entregou um ao outro
E não soubemos aproveitar
Derrapamos na estrada da vida
E mesmo desejando o passado
Prefiro seguir um novo rumo.
Enquanto a cidade dorme
Eu acordado.
A madrugada é minha companheira
A mente repleta de pensamentos
Que fervilham
Como um vulcão,
Não durmo desde terça-feira
O corpo cansado
Tudo é tão difícil
Se pelo menos você
Tivesse aqui comigo.
O que me resta é só a poesia
E nela te escrevo
Como uma última lembrança.
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