O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Não diga que me tornei mau, apenas entenda que aos seus olhos nada basta, nada é suficiente, eu preciso do seu veneno, pra quando você me morder nada acontecer.
Fui como um pombo, agora tome cuidado comigo, estou no ninho das cobras, dali só saiu quando me tornar prudente como elas. Sempre busquei ser sabio e agora entendi porque não havia conseguido, fui envenenado!
Do subúrbio da minha alma, eu ti chamo...
Das escadarias do meu coração, eu ti busco...
Das profundezas das minhas incertezas, eu ti espero...
Das forças que não me restam, eu ainda luto...
Eu queria ser o seu celular...
pra estar com você todos os dias, pra onde você for, me levar junto e se me esquecer ter a certeza que voltará pra me buscar...
Eu queria ser tão importante na sua vida como o seu celular, vê você me olhando com tanto entusiasmo e admiração, sem mudar a direção dos olhos... 🤣🤣🤣 Me leva com você, nem que seja dentro dele, o celular
Não, eu não sou o cara bonzinho que você vai usar e manipular!
Não, eu não sou o burro que vocês vão montar!
Não, eu não sou o idiota que vai acreditar em tudo sem questionar!
Não, eu não sou aquele que vocês vão colocar a culpa por seus erros e fracassos!
Eu sou a pior pessoa que vocês possam imaginar, vocês não vão me controlar, não pertenço a vocês, sou livre, não tente me controlar!
Ser motoboy é arriscado, disse alguém!
Eu:
- Se você deixar de fazer o que ama ou o que é necessário por ser arriscado, nunca fará nada enquanto viver!
Me diga o que aconteceu
Me fale que o seu amor ainda sou eu
Que não desapareceu tudo que a gente viveu
Me diga que não morreu
Me diga por favor, não aumente ainda mais a minha dor, fale tudo o que passou, estou ouvindo meu amor
Me fale que todos esses anos não foram em vão, não destrua o meu coração, não me deixe sem direção
Nosso amor vai viver, até a gente morrer, eu e você,vamos ser, até envelhecer, eu e você temos tudo pra ser
um casal feliz.
Quero devorar-te aos poucos...
Adentrando as partes mais psicodélicas do teu ser.
Tornado e sem eu, sendo você.
Devorar-te aos poucos...
Achei uma semente.
^^\'¨
Eu planto!!!
Tu plantas?
E você, quer plantar??E
se ele plantar e você se juntar de mãos dadas as nossas, o ambiente se tornará lindo, se tornara vivo.
Cheio de cores e diversidade.
Cheio de amor e flores.
Flores tantas, cheiro de consciência, cheia de essência.
Minha pequena Joaninha
SE passa e fica ali cerca das gotas de água.
Terra, adubada.
Terra, honguizada.
Terra fertilizada.
Sol...
Chuva!!
Vento.
Meus elementos juntos e unidos pra receber a sementes que iremos plantar.
Eu Planto
.
Eu planto!!!
Tu plantas?
Vamos plantar.
Não entendo porque Deus deixou meu menino fazer o que fez. Não entendo porque eu não estava lá para impedir. Não entendo porque ele fez aquilo consigo mesmo. Ainda não tenho as respostas.Uns dias após sua morte eu gritei muito com Deus. Sei que é pecado, porém, gritei,questionei com aquela dor profunda em meu coração. Eu disse: Deus! Eu te falei que podia fazer tudo comigo para que eu não me perdesse, a minha vida está em suas mãos, não tenho nada nem ninguém além de ti. E naquele momento não tinha mais nada mesmo. Perdi meu bem mais precioso. Perguntei: Porque tantas coisas ruins acontecendo? Eu disse a Deus Por que? Por que? Até quando vai me castigar? Até quando vou pagar tão caro pelos meus erros? Precisava ser meu filho? Tua Palavra diz que não há um justo sequer sobre a terra. Tu és Deus e poderia ter impedido! O silêncio foi a resposta.
Me perguntei muitas vezes porque não fui eu a morrer. Eu morreria no lugar do meu filho.Mas como escreveu Elaine Martins: Deus é Soberano!
(pensamento escrito no facebook em 09/05/2019)
"Ah! Se Deus me ouvisse e mandasse pra mim
Aquela(e) que eu amo e um dia partiu
Deixando a tristeza junto de mim
Ah! Voltaria pra mim toda a felicidade
Sairia do peito a dor da saudade
Renascia uma vida a caminho do fim
Ah! Eu lhe peço, Senhor
Ah! Traz de volta esse amor
Senhor, está perto o meu fim
Eu lhe peço, meu Deus
Tenha pena de mim." (Para mi hijo)
Música de Chitãozinho e Chororó
a casa da minha avó.
De todas as casas que eu morei,
a da minha avó era um abrigo,
pequena, mas transbordando calor,feita
de taipa e palha de coqueiro, lembro hoje e sempre, memórias entrelaçadas.
Não havia luz elétrica a nos guiar,
mas as estrelas dançavam no teto,
um luar suave contava histórias,
sussurros de amor na brisa da noite.
Os risos ecoavam nas paredes nuas,
cada canto guardava um segredo,
o aroma do café fresco,
um laço que nos unia ao amanhecer.
Ali, o tempo escorregava lento,
a felicidade era feita de simplicidade,
um lar sem paredes, mas repleto de vida,
onde a essência do amor nunca se apagava.
A tal da insônia!
Já são 1h55.
Eu me mexo na cama, eu levanto, eu bebo água, mexo nos cabelos, fumo meu charuto de sabor chocolate...
Fico em êxtase!
Já são 2h30 da madrugada...
Fico com meus pensamentos soltos!
Não consigo dormir, minha inquietação de um dia diferente que eu tive hoje.
Fico com meus pensamentos soltos!
Ouço a música tocar, trago em minha memória lembranças da tarde de hoje.
Pensamentos soltos!
Lembro do teu sorriso sapeca, do teu olhar fixado aos meus, lembro das minhas mãos na tua pele, lembro dos meus pés encostando nos teus e lembro até da câimbra que tive do encaixe...
Risos soltos!
Pensamentos soltos!
Degusto meu charuto, sabor de chocolate e com meu bom vinho tinto cabernet Sauvignon...
Olho para minha cama e não te vejo e cheiro meu travesseiro para buscar teu cheiro!
Pensamentos soltos!
Já são 3h15 da madrugada de sexta-feira.
O preço da comunicação...
Ela: Amor vem me buscar no trabalho mais tarde...!
Eu: "Fiquei pensando, acho que ela quer fazer algo diferente comigo após o trabalho, sair juntas aproveitar o dia..."
Eu disse: Você quer fazer o que hoje?
Ela: Amor quero que você me busque no trabalho para eu chegar logo em casa, porque quero lavar as roupas!
Eu: Me senti impotente, nossa seria eu tão desagradável a ponto de não perceber que tinha roupa pra lavar?
Ela: Mas não precisa se preocupar em lavar nada, porque você não lava direto... Deixa sabão nas roupas e mistura todas as cores na máquina e não pode.
Eu: Pensei..."Esse é o motivo de eu me achar impotente a ponto de não perceber que tinha roupa pra lavar, e ela não acreditar na minha capacidade de poder fazer alguma coisa em casa..."
Moral da história: A comunicação do casal ela precisa ser vivenciada todos os dias, relacionamento não é só coisas boas compartilhadas, é afeto, ajuda acolhedora, respeitar o espaço do outro, ensinar a fazer, dizer a verdade mesmo que doa, é prestar atenção nos detalhes, é querer crescer juntos em busca de uma vida com qualidade entre o casal, é demostração de carinho, é amizade compartilhada; e assim vai...
"Pensamentos soltos... Ciclo da vida"
Estou eu aqui, neste meu pensamento solto,
divagando entre o que vai e o que volta,
sentindo que a vida é um fio que se entrelaça
entre o que somos, o que damos e o que recebemos.
Nesse ciclo de ida e retorno,
talvez o sentido esteja em apenas sentir —
e confiar que tudo encontra seu lugar no tempo.
E de pensar que, em um só instante, tudo pode florescer ou desabar...
Neste ciclo sutil da vida, o que damos volta,
como eco no tempo, como semente que espera o sol.
Nada se perde — amor, dor, gesto ou palavra —
tudo gira, renasce, e nos encontra de novo.
Somos sementes ao vento do tempo,
plantamos gestos, colhemos destinos.
Na terra onde pisamos, deixamos marcas —
que o amor seja rastro, e a empatia, caminho.
Pois a vida é ciclo que retorna,
e o que damos, um dia, nos visita de volta.
E de pensar que o que me conforta nesta vida
é saber que o mundo gira, silencioso e certeiro,
e que tudo o que se planta — seja dor ou ternura —
um dia retorna, com o peso ou a leveza do que foi.
Nada se perde no ciclo sagrado do tempo.
E sendo assim, encerro meu pensamento solto,
nessa brisa leve de reflexão,
sobre o ciclo da vida e o que dela faz sentido:
não os grandes feitos, mas os pequenos gestos,
não o que levamos, mas o que deixamos.
Porque viver, talvez, seja isso —
fluir, sentir, e deixar um pouco de luz por onde se passa.
Nome: Que pena
Saudades de te falar, conversar e dizer.
Eu não sou muito observador,
Porém, o óbvio é notável
Meu palpite pode ser certeiro
Você não quer mais meu afeto e atenção
Meu ego não deixa eu falar,
Mas com o tempo eu vou deixando pra lá
É uma pena, porque ainda vamos conviver por mais 1 ano
O clima meio desagradável vai ficar
Eu e Deus sabemos o real motivo por não ter dado certo,
Eu fiz algo errado e ocultei
Aprendi a lição, se houver outra chance com alguém
Serei verdadeiro e se isso for um problema
Então nada poderei fazeres.
Eu estava cego, eu estava surdo.
E por causa disso, demorei pra ver o que estava diante dos meus olhos.
Um homem, mas não um homem qualquer, e sim o Nazareno, que me amou e ainda me ama. Infelizmente eu demorei para encontrar este amor que sempre esteve diante dos meus olhos. A minha ignorância me fez cego, a minha ignorância me fez surdo.
Talvez isto tudo — eu, os animais, o tédio —
seja um sonho na mente de Deus.
Se ao menos fosse meu,
eu podia acordar. Ou morrer.
Mas é sonho de Deus,
e Deus está distraído.
Hoje pensei em você. E sorri.
(O sorriso veio antes que eu soubesse o que ele queria. Como um reflexo do joelho, mas do espírito).
A boca obedeceu antes de a alma pedir permissão.
O sorriso veio de um lugar anterior à boca:
nasceu nas costas, subiu pelos ombros,
como uma criança que sobe em árvore, roubando fruta verde.
E então, já sem jeito, se derramou nos lábios.
Um pássaro que caiu do ninho,
antes de aprender a voar.
(E agora o sorriso ficou preso nos dentes —
um resto de você que mastigo sem querer.)
Você me pergunta se eu te amo.
Digo que sim.
Você me pergunta o porquê.
Mas a resposta não cabe nas palavras.
Ela mora nos gestos que escapam da boca:
nas panquecas com mel feitas de surpresa,
no silêncio que não coça a garganta,
no erro que você comete
e eu deixo passar como nuvem.
Não por dó —
mas porque o amor é míope (como eu sou)
e prefere enxergar embaçado.
O amor é transcendental.
Ou seja: escapa.
Foge das definições como um gato —
no peitoril da janela,
olha para você, mas não obedece:
é a imprevisibilidade que se deixa ficar.
É um peixe vivo na banheira da alma —
algo inadequado, mas presente.
Ou a sombra de um pássaro:
risca o chão e some antes de você apontar —
pura efemeridade.
É sagrado,
porque é inútil (não serve para nada).
Como um copo d’água na madrugada —
não sacia, só umedece os lábios.
É real,
porque não precisa ser provado.
E é impossível.
Como traduzir o cheiro da chuva
sem nomear a saudade?
queria entender . . ou quem sabe, aceitar
desistir foi algo que me derrotou.
mas devo eu entender, que o que passou nem rastro bastou . .
nem desejo, nem vontade no olhar.
se foi ou se já vai . .
se basta ou se nada resta,
o que me interessa e que eu vejo que nada resta.
vou te ver e te querer como um conhecer,
e vou esquecer o desejo ou o sonho,
vou me perder no dia para que a noite sufocar o tudo que foi . .
só um sonho.
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