O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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⁠Como se sonha?


Será que se aprende a sonhar?
Eu quero muito, mas não tenho quem me ensine.
Poderia ser você?
A me mostrar o caminho, a me tomar pela mão?

Quero ir além.
Viajar. Ver o mar.
Sentir a brisa dançando no meu rosto,
O sol aquecendo meu corpo cansado.

Quero a leveza de quem voa,
Mesmo tendo onde pousar.
Quero me lançar nesse mundo imenso,
Ser livre, ser vento, ser mar.

Inserida por bruna_miranda_2

⁠Você é o amor da minha vida, pra sempre, minha vida.
Mas eu não sou o seu amor, não sou sua vida e meu coração está em pedaços, bate forte como sempre quando penso em você, mas agora é só tristeza e saudade sem fim, que não acabará jamais.
Eu ainda te amo, e quero que você seja feliz, eu te amo pra sempre, desde sempre.

Inserida por evlin_garmatz

⁠Entendi e aceitei que chegou o dia de me despedir de tudo, inclusive das minhas mémorias,
eu teria feito de tudo por você,
eu teria feito de tudo pra você.

Não me refiro a fotos em rede social ou promessas vazias,
me refiro a ter e fazer uma vida dedicada a você e a nós, com planos reais.
Tentei fazer tudo por você, tudo que pude, eu te queria demais, te amei demais, desde sempre.

Fiz de tudo pra ser notada, menti pra chamar sua atenção, mas já sentia que jamais te teria quando escrevi que você não sabia ou não podia ou não queria..

Inserida por evlin_garmatz

⁠Eu já vivi o amor
E com o amor da minha vida...só queria ter tido mais tempo.
Provar que é real e fazer acontecer nessa vida.

Inserida por evlin_garmatz

⁠NARRATIVA TRUNCADA (soneto)

Muitos versos, por certo, me cantaram
por certo, muitos sonetos eu segredei
alguns poemas, cadências me soaram
desses, ilusões no sentimento guardei
O choro e o riso na rima entrelaçaram
ritmo e desordem na inspiração operei
de os desencontros que me abraçaram
sussurros, os suspiros, também, notei

Promessa e jura. As estrofes disseram
e os versos sofrentes as dores fizeram
ah, se errei, não importa, pois tentei!
Mas sinto ainda no versejar inquieto
um estilo que não acho no alfabeto
pra narrar aquele amor, que susterei.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
12 julho 2025, 18’52” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Tentaram me machucar.
Tentaram me enlouquecer, me ferir, me destruir.
Mas esqueceram… que eu já havia morrido por dentro
no dia 11 de setembro de 2001.

Enquanto o mundo assistia em choque às Torres Gêmeas desabando,
eu desabava por dentro.
Fui deixada sozinha, sangrando num hospital, entre a vida e a morte.
E naquele lugar frio e indiferente, meu filho partiu.

Esqueceram que o que manteve meu corpo em pé
foi a alma despedaçada… sustentada pelo amor.
Mesmo fraca, quase sem vida, eu fui.
Fui registrar o nome do meu filho —
um nascimento que durou um sopro,
seguido, no mesmo instante, por uma certidão de óbito.

No velório, enquanto o mundo seguia alheio à minha dor,
eu cheguei até ele.
Arranquei uma a uma as flores que cobriam seu corpinho.
Tirei com minhas mãos a roupinha que eu havia comprado com tanto carinho
para levá-lo para casa nos braços —
e, em vez disso, o acolhi em meus braços no silêncio do luto.

Aproximei-o do meu colo, encostei-o aos meus seios,
que ainda carregavam o leite da vida.
O calor do meu corpo encontrou o frio da morte.
E naquele instante… todo o amor do mundo gritou em silêncio dentro de mim.

Beijei sua testa gelada com a ternura de quem ama além da vida,
além da carne, além do tempo.
E o devolvi ao seu pequeno caixão, com as mãos trêmulas
e a alma em pedaços.

Essa foi — e sempre será — a dor mais cruel que um ser humano pode suportar:
amar profundamente… e ser forçado a sepultar.


--
Essa é a minha história.
Eu sou Aline Caira.
E o nome do meu filho que partiu era Hanthony Savilly.
Enquanto o mundo chorava pelas Torres Gêmeas,
eu chorava pelo meu mundo que havia desabado dentro de mim.

Inserida por AlineCairaG

⁠⁠Sim, eu terminei.
Mas ainda uso a aliança.
Não por ilusão, não por negação.
É só que… tem dias em que sentir perto é tudo o que consigo fazer.
Cada um tem seu próprio jeito de lidar com o fim. Esse é o meu.

Eu terminei um relacionamento
E não, ainda não tirei a aliança.

Não é porque estou esperando ele voltar.
Nem porque me recuso a seguir.

É porque existe um tempo entre o fim e o recomeço.
Um tempo onde o silêncio ainda ecoa o nome do outro.
Onde tirar a aliança parece arrancar mais do que um símbolo.

Cada pessoa lida com o fim de um jeito.
O meu é respeitar o que eu sinto, sem pressa, sem vergonha.
Um dia eu tiro. Mas hoje, ainda não.

Inserida por yasmincardosofluir

⁠Ele ainda mora no meu perfume

Às vezes eu me pego passando o mesmo perfume de quando ele me abraçava.
Não é pra ele sentir… é pra mim lembrar.

Porque tem cheiros que viram presença.
E mesmo sem corpo, ele ainda parece estar aqui.

No ar. Na pele.
No jeito que meu coração acelera só de pensar nele.

Tem amor que não precisa voltar pra continuar existindo.

Inserida por yasmincardosofluir

⁠Ele dizia que eu acabava com ele

“Você acaba comigo…”

Ele dizia isso ofegante, entre um beijo e outro.

E eu sabia.
Sabia que não era só o corpo.
Era o efeito da minha entrega.
Do meu olhar direto.
Do jeito que eu dizia tudo sem falar nada.

Ele se desarmava em mim.
Como se eu tocasse algo que nem ele sabia nomear.

Não era só prazer. Era conexão.

E mesmo agora, longe…

Às vezes eu sinto que ele ainda pensa nisso.
No jeito que eu acabava com ele.

E no quanto, sem querer, eu ainda fico inteira dentro del

“Ele dizia que eu acabava com ele. E eu sabia que era verdade.”

Inserida por yasmincardosofluir

⁠Ele me amava, mesmo cansado

“Desculpa por não estar tão alegre…
Mas eu juro que tento te fazer feliz.
Te amo, tá?”

Palavras dele.
Cheias de cansaço, mas também de cuidado.

Ele ainda me chamava de meu amor.
Mesmo quando tudo já parecia difícil demais.

Não foi falta de sentimento.
Foi peso demais pra carregar sozinho.

E talvez…
só talvez…
esse amor ainda exista.

Só que agora, mora em silêncio.


“Ele me amava. Só não sabia mais como mostrar"

Inserida por yasmincardosofluir

⁠“Se você soubesse o quanto ainda mora em mim…”

Tem dias em que eu queria te escrever.

Só pra dizer que ainda lembro do teu cheiro.
Do teu jeito de rir das minhas manias.
Do silêncio que só era confortável porque você estava nele.

Mas não escrevo.
Porque talvez você não saiba o que fazer com isso.

Então eu guardo.

Guardo tudo isso aqui, no peito, como quem guarda uma flor que já secou — mas ainda é linda.

Se você soubesse o quanto ainda mora em mim…

Talvez sentisse vontade de voltar.
Ou talvez só soubesse cuidar melhor da próxima vez.


“Guardo você como quem guarda uma flor seca:
já passou, mas ainda é linda.”

Inserida por yasmincardosofluir

⁠“Eu esperava que você me escolhesse”

Eu ficava em silêncio esperando você se decidir.
Esperando que enxergasse tudo o que eu era.
Tudo o que eu oferecia.

Eu só queria ser escolhida.
Com coragem. Com presença. Com verdade.

Mas você tinha medo.
E eu me afastei tentando não implorar.

Doeu.

Mas hoje eu entendo:
se eu preciso esperar ser escolhida,
é porque nunca fui prioridade.

Eu merecia alguém que soubesse que era eu e ponto.

Inserida por yasmincardosofluir

⁠E quando vc se vai, o meu coração vai junto.
E quando a porta se fecha, eu fico pensando,
será que haverá um novo beijo, um novo abraço um eu e vc dividindo o mesmo espaço?
Porque os meus medos dizem:
qual será a forma que ele quebrará seu coração?
Qual será o motivo pra partir? Qual será o dia de você ir?
Eu sei, você disse que não me magoaria e que sem motivos jamais partiria,
que eu não deveria pensar essas coisas.
Mas meus medos dizem:
Qual será a sua decepção?
Quando ele rejeitará seu coração?
Se prepare para o tempo ruim, se prepare para o fim.
Você é o dono do meu coração
Com você me sinto única.
A minha mente está repleta de retratos seus e de mais ninguém.
Com você me sinto bem, me sinto completa.
Mas meus medos dizem:
Será que o seu coração é somente meu?
Será que o passado te roubará de mim?
Será que sou boa o suficiente assim?
Pra merecer um amor tão lindo e bom aqui?
Os meus medosdizemedizem.

Inserida por julcyaneromeu

Ter o que sou

Na bagunça do meu eu
Tropiquei na montanha de apreços acumulada pela minha estima.

Caído
Do lado de la vi a verdade

Do alto da colina de roupas gastas porém lavadas avistei um ser novo tentando se ajustar

Me despi do preconceito e das crenças que foram enraizadas por pura inabilidade de não querer permanecer onde não cabe o que eu sonhar ou apenas sonhar

Meu olhar já não turvo
Maduro e seguro com muros
Que não só me limitam mas também protegem do mal pensar
Portas se abrem pra que você também me enxergue
Assim como estou
Tudo que sou

Ressoa no eco da vida
Estanco com sabores novos a ferida
Ela se intriga
Mas degusta novas experiências
Organiza o que gosta
E nem sempre posta
O que me a fez amar

Contudo arrumado
Na mala que chamo de pensamento
Não está mais ao relento
As mazelas que em Renascimento
Beleza e formosuras fizeram organizar

Amor
Esperança
Sincronizados pela fé

Que no momento resgataram
Para ter o que sou
E mais nada pesado nessa viagem
tranquila decidi comigo carregar.

Inserida por felipe_affonso

⁠Senhor, como é doce o teu amor.
Não há ninguém que eu ame como tu.
Tu és o Pastor da minha alma, e eu tua ovelha. Me fazes repousar em pastos verdes; me leva às águas tranquilas e refrigeras a minha alma.

Eu, medrosa, tu me destes a conhecer tua forte mão.
Eu, tão incrédula, teu Espírito me ensinou o quanto és fiel.
Eu, insegura, me mostrastes a tua bondade.
Me passo vacilante, tua forte mão me segurou.
Morta em transgressões e pecados, me destes vida junto com Cristo.
Quando achei que minhas chances tinham se esgotado, ouvi tua voz:" não te deixo para traz".

Maranata é a canção que quero aprender a cantar. Obrigada por me fazer tua morada, tua filha, tua amiga.

Inserida por Kelly_rayaneb

⁠Hoje eu entendo: há coisas que precisam ser deixadas no passado, não por falta de valor, mas porque já cumpriram seu papel.
Nem todo sentimento precisa durar para sempre.
Encerrar também é um ato de fé.
E eu sigo… lançando fora o que já não me move, abrindo espaço para o novo.

Inserida por crdranka

⁠Eu detestava os seres humanos.
Eles eram uma tremenda decepção.
E pensar que Deus trocou os dinossauros pela humanidade…
Ele devia estar furioso.

Inserida por pensador

⁠Eu lembro do dia em que percebi que a corrente estava na minha mão. Não foi bonito. Não foi heroico. Eu estava sentado num quarto pequeno, escuro, com as mãos suadas, sentindo a respiração curta. Tudo fora de mim parecia calmo, mas por dentro, um barulho ensurdecedor me dizia que eu não podia mais ficar ali. Olhei para o chão e vi: a corrente não estava presa em nada. Era só eu, segurando com tanta força que meus dedos já doíam.

Passei anos culpando o medo. Dizia que ele era mais forte do que eu. Passei anos culpando o destino, como se estivesse escrito em algum lugar que eu deveria permanecer assim. Passei anos chamando de azar, como se a vida tivesse escolhido outras pessoas para dar certo. É fácil se enganar quando a dor já faz parte da mobília. É fácil decorar as sombras, dar nomes para elas, chamar essa mentira de verdade e essa prisão de paz.

Mas chega uma hora — e ela sempre chega — em que o ranger da corrente fica alto demais para ignorar. O peso dela já não parece seguro, só sufocante. E você olha para a porta, entreaberta desde sempre, e entende: não era medo. Não era destino. Não era azar. Era você. Só você. Você pode chamar de medo, pode chamar de destino, pode chamar de azar. Mas a verdade é que, no fim, sempre foi você quem segurou a corrente.

E nesse dia, você percebe que romper dói, mas ficar dói mais. Que liberdade não é prêmio nem presente, é escolha. E que toda escolha cobra um preço. As mãos tremem, o coração pesa, mas ainda assim… soltar é a única coisa certa a se fazer. Porque não existe corrente sem mão que a sustente. Não existe prisão sem alguém que aceite morar nela. No fim, você entende: não são elas que te prendem. É você que insiste em não largar.

Inserida por PetrusLucchesi

⁠Conheci o paraíso e eu conheço o inferno
Conheci vários infernos dentro pouca idade que tenho
A vida me levou até a cova mais funda pra me ensinar lições de erros que carrego


O mundo me espancou e trancou-me dentro de uma jaulinha, na qual passei quase todos os anos da minha vida
Lá os pesadelos eram intitulados de sonhos e o sono era um labirinto

Lá não existia luz nem cor
Lá as horas eram a contagem do tamanho da dor
Lá não existia outro sentimento além da solidão, a culpa fazia visita as vezes e nunca foi se visto o amor

Lá todo dia era um inferno diferente
Todos os dias uma nova cova era cavada
Todos os dias eu caia em um novo abismo
Sem pensar que talvez eu mesma tenha cavado

Conheci o paraíso quando a jaula aumentou e eu tive a falsa ilusão de que tinha liberdade
Mas na verdade só estava andando em círculos dentro da jaula

Depois de algum tempo
Ou melhor depois de anos entendi que a liberdade não era sobre sair da jaula e sim sobre ter paz dentro ou fora dela

Entendi que apesar das cicatrizes e marcas, tudo isso serviu pra me deixar mais forte por quê afinal quando você passa por vários infernos sozinha não é qualquer demônio que te derruba

E assim sigo com um coração indestrutível uma mente inabalável e com a maldade do mundo no olhar.

Inserida por vitoria_miranda_vivi

Borderline

⁠Eu achava que sentia demais,
Abruptamente tudo era o máximo e na sequência tudo era o mínimo,
Sobrevivência?

Sumia no tempo do meu espaço que era escasso,
Em mim,
O que para os outros era sobra,
Era minha própria falta,

Me enfrentei, muitas vezes e já sem paciência,
Tentando me encaixar num mundo de caixa,
Que o jeito era de agradar a outrem,

Onde o pensamento do outro me chegava com força tamanha,
A ponto de mexer as entranhas,

Hoje respiro,
Não lido mais com isso,
Sou abrigo ainda frio,
Recuperado e restaurado em mim mesma,

Em meio a tanto clamor de rancor e ódio,
Sou inteira e o Universo se encarrega,

Nunca fiz parte do vago,
Estrago?
Nunca fiz mal de caso pensado,
E tudo isso se torna justificado,

Em contrapartida,
Pessoas levando o nome de "psico" envolvidas,
Bloqueando as saídas,
Ainda falando mal de mim no labirinto da vida,

Ainda assim, aguentei muito tempo,
Gritando no meio do silêncio,
Cercada de pessoas como se eu fosse uma ilha,
E elas, o mar que afoga,

Apitando,
Feito chaleira?
Não feito panela de pressão pronta a explodir,
E explodiu,

Foi assim que a ciência veio como redenção.
Veio com nome e com cura.
Não era carência,
Era dor não nomeada,

E agora, com nome, eu vejo.
Mas, eu é que não quero mais quem não sabe estar,
Não me demoro no vago,

Quem não sabe acolher a dor do outro sem julgamento só lamento,

Sei que ninguém é perfeito,
Mas, agora me contento em ser meu alento.

Letícia Del Rio.

*Todos os direitos reservados*

Inserida por LeticiaDelRio1987