O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
QUANDO EU ME PERDI?
Eu me perdi quando te encontrei, quando meus olhos enxergaram os teus, quando os meus dedos tocaram seu corpo, quando meu coração conectado com o seu batia tão forte feito uma bala atravessando nossas cabeças.
Eu me perdi quando inocente me entreguei para você, quando mesmo depois de ter me machucado eu me permiti te amar, quando mesmo sabendo que o nós não seria pra sempre, me deitei em teus ombros e falei de amor contigo mesmo sabendo que essa palavra você desconhece.
Quando eu me perdi? Acho que foi quando te dediquei aquela música, ou quando todos os meus poemas eram sobre você, acho que foi aí que eu me perdi. Uma pena mesmo foi eu só ter percebido que havia me perdido quando já não tinha mais tempo de me encontrar.
Em que acreditar? Existem vários deuses, várias religiões e tantas culturas diferentes. Será que eu tenho mesmo que acreditar em algo? Ou será que tenho que viver sem limites, sem regras e sem ninguém me dizendo o que fazer? Não quero me prostar a deuses, não quero seguir culturas que não conheço e não quero ter que fingir que estou bem em lugares que não me deixam a vontade para ser quem sou.
Por outro lado, acho que as pessoas precisam de algo para acreditar, em algo que elas possam pedir ajuda quando não veem ninguém ao seu redor, em algo que possa o proteger das energias negativas dos seres humanos e de demônios, algo que quando a vida não fizer mais sentido aquilo possa ser a força que ela precisa para prosseguir, pois se não há nada que te dê esperança para continuar, por que continuar?
O lado bom é que você pode ser a sua esperança. Se entenda, se ajude, se proteja você é capaz! Tenha sonhos e acredite em você, quando você é o seu motivo, nada pode tirar a sua realização.
Flores que já afaguei.
Caminhando pelo asfalto quente,
Nesta vida,amarga e vazia.
Eu me encontro num presente
Que a muito tempo já conhecia.
Vejo as ruas, já as vi antes,
As flores,eu já as afaguei,
Rostos tristes e outros radiantes,
Choros e sorrisos que admirei.
Alguns choravam por seu amor,
Outros sorriam a falta da dor,
Nessa vida de almas inexatas.
Vivo o passado no presente, caminhando pelo asfalto quente,
Como se lê velhas cartas...
Tô cansado de perreco
Eu tô cansado de buxixo
Vivendo sem compromisso
Virado pra lá e pra cá
"Letras clichê no fim do mundo"
Eu me esqueço
Eu me lembro
Sempre que acordo
Eu continuo vivendo (sofrendo)
No fim do mundo
Nos estaremos lá
A te esperar
Vamos sorrir
Vamos dançar
Meus caros
Porque a vida é uma total ilusão
E não há quem contradizer
Hoje eu vi meu pai
Juro, quero ele vivo ao amanhecer
Me abandonaram
E eu não me esqueço
Por mais que minha propria voz grite na minha cabeça
As vezes eu só quero que tudo desapareça
Constantemente enganado
Revolta do tonto
Desalmado
Escrevendo coisas sem sentido
Impareavel
Esse sou eu
E não sou nada
Um ser com medo
Não sinto nada
Mentiroso compulsivo
Segue a palavra
Arrependido
Tenha calma
Do you still love me?
Eu queria saber, sabe?
Olha eu, mais uma vez "pagando de maluco"
Você já disse que não sente nada por mim
Indiferente estas palavras
No fim do mundo
Do mesmo jeito que eu não tenho abrigo
Eu me seguro tanto, me sinto tão sozinho
Eu me seguro tanto, mas tanto para não me cortar
Julgando se vale a pena
Todas as cenas passando
Pela minha cabeça
Ainda me pedes pra explicar o que aconteça
Agora eu choro pensando: "Eu só queria me matar!"
Na verdade o que eu queria era
De maneira sincera
Ser uma pessoa normal
Logo repenso e chego a conclusão de que não existe normal
Todo o problema é esse
É tudo tão relativo
É tudo tão confuso
Letras clhichê no fim do mundo
Paz e amor
É o que eu quero pra nós
E que nada nesse mundo cale a nossa voz
Céu e mar e alguém para amar
E o arrepio toda vez que a gente se encontrar
Muitos tem coragem pra bater a mão no peito e dizer:
Eu sou honesto(a), eu tenho carácter. Mas quando coloca a cabeça no travesseiro perde o sono, simplesmente porque não tem humildade de dobrar os joelhos
e pedir a Deus perdão pelo mal que fizeram aos outros.
Sonho e saudade
Ontem, após alguns anos,
Sonhei que você chegava
Que outra vez eu te via
Que outra vez te abraçava
Foi um sonho quase real
Que sonhei estando acordada
Mas o sonho foi resultado
De tanta saudade guardada
Na última vez que nos vimos
Do até logo então dado
Do dia alegre vivido
Se eu pudesse, não teria sonhado,
Não teria saudade,
Se eu pudesse, tu não terias ido.
Estado do poeta
Ó poética, estás onde? Imaginação
Eu cá já embriagado no sentimento
Trazido pelo tempo em suspensão
A saudade, o amor, o tal momento
Do poetar, ó pura, serena sensação
O quanto me faz feliz o sacramento
Que vem d’alma de singular emoção
Que me sacia e desta magia sedento
Arrio as palavras em oração, e crio
Vai-se o vazio, e me vem o estado
Fantasia e a ventura, na ilusão fio
Desfio a cada verso embaralhado
E o poema – do infinito, um arrepio
Pondo o feitio inteiramente afiado!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
2023, 18 de agosto – Araguari, MG
Quando um dia baterem à minha porta
e eu não responder
saibam que apenas me evadi,
mergulhei na Luz e no silêncio!
Não chorem ...
Amarei então o amor que tiver
Amarei com todo meu coração
Porque eu sou eu, você é você
E por isso nosso amor é nosso
Mulambo, confio, jejuo e choro
De quando em quando eu me olho, me ouço, me toco
Medido, desisto, insisto e faço
ABANDONO
No abismo do teu silencio, eu tateei por mim…
Chuvas de lagrimas regaram o meu rosto acabrunhado…
o meu coração ferido gemeu, do teu olhar sempre
afastado mas como o cipreste rompe da terra, cresci
alta demais para curvar-me a teus pés!
Encara-me agora … sou eu!
Que cesse o teu buscar-me, a minha alma não esquece.
AQUELA MELODIA
E Quando tu fostes embora,
Deixando meu coração sofrer ,
Eu era teu amor tua Senhora,
Tu deixaste-me só a padecer.
*
Em completa solidão chorei .
Eu Pensei que ia enlouquecer,
quando ouvia a nossa canção
Rasgando meu triste coração.
*
Eu Pensei que não ia suportar
A tristeza pela madrugada fria;
Até que, eu consegui superar,
dando adeus a Solidão que vivia.
*
perder você foi insânia, loucura,
Como se jamais houvesse cura,
E hoje, ao ouvir aquela melodia,
minh'alma canta feliz de alegria !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei-9.610/98
Agorazepam
Volta, cabeça
Do ar pro seu lugar
De novo eu aqui
E você aí a flutuar
Ouvindo o estalar seco
De um canavial tão verde
Mas também tão cinza
Árido, de vento sem eco
Eu aqui e você aí
Na copa de um arvoredo
Que resiste em meio
Ao deserto verde traiçoeiro
Volta, cabeça!
Do ar pro seu lugar
Um, dois comprimidos
Amortece, acalma, adormece
Ouvindo qualquer barulho
Desperto, estado semi-consciente
E penso, vale o que vejo,
Ou vale o que piso?
Será que subo o corpo
Ou será que apago a mente?
Flutuar atualmente parece
tão inconseqüente
Mas lá de cima talvez
Minha mente quer mostrar
O que entre cascavéis e vinhaça
É impossível mirar
Ainda não sei o que é
Mas sei que há de haver
Um ponto de encontro
Um rumo que seja
Então volta, cabeça
Do ar pro seu lugar
Quero ver o horizonte daqui
Um, dois comprimidos, despertador
23:23
Às vezes nem eu mesma entendo meus próprios poemas e todos aqueles dilemas. Talvez seja porque são palavras que voam, leves como uma pena. Mas que são certeiras e dolorosas como flechas, meus poemas são sentimentos reprimidos, e oprimidos bem lá no fundo... em um lugar onde ninguém pode ver.
Poucos sabem que por trás daquele sorriso e daquelas diversas risadas tem um gigantesco buraco negro que me arrasta para meus próprios pesadelos... mas voltando para meus poemas que não são apenas dilemas mais formas de me identificar, com eles entendo um pouco mais sobre tudo a minha volta, talvez até um pouco mais sobre mim que sempre confusa está, é sobre essa pessoa que dentro de mim que algum dia se libertará…
Houve outrora em que eu tentei escrever uma poesia romântica, tolice eu nao era mais romântico, na semantica da vida eu queria ser poeta, entre traços e rabiscos eu fazia minha meta,
Uma meta bem pequena se comparada aos grandes heróis da história que você consome,
No navio de napoleão eu sou um tripulante sem nome.
Em versos curtos demonstro minha poesia, com o propósito nobre de aquecer vossos corações ou em uma Lorota fria tento causar boas reflexões.
Viajando para o passado ou quem sabe o futuro, vasculhando dentro e fora das memórias,
Para que no fim você receba uma boa história.
O seu coração vazio eu tentei prencher,
Em um dia ensolarado eu deixei chover,
Sua pele fria eu tentei aquecer,
Coisa que o sol a muitas manhãs deixou de fazer.
O homem de uma perna só navegava rio a baixo e quanto mais baixo ia, mais se perdia, se perdia do que ele foi um dia.
Desceu as águas em busca de si mesmo, esqueceu de voltar depois de encontrar.
A raiva que o persegue não passa da sombra do homem que foi um dia.
Quanto mais você a tenta reprimir, mais ela tende a te esmagar,
O pequeno facho de luz que traz consigo, da a esperança que um dia encontrará seu caminho,
Continue navegando.
Eu tô com saudade...
Tô com saudade do seu cheiro
Saudade do seu sorriso... saudade do seu abraço
Eu tô com saudade... saudade que dói
Eu tô com saudade dos almoços de domingo
Saudade do cheiro da sua comida, do sabor
Tô com saudade, saudade que aperta o peito
Que faz lágrimas correrem por meu rosto
Saudade da sua voz, da sua risada... tô com saudade
Saudade de você
_Luh M.
Não desejo que ninguém seja igual a mim.
Quero que as pessoas sejam mais fortes que eu.
Mais determinada, que eu!
Mais estudioso, que eu!
Mais responsável, que eu!
Mais focado, que eu!
Mais trabalhador, que eu!
Que sejam melhor, que eu!
Pois não sou melhor que ninguém.
Quem sou eu?
" me diga com quem tu andas que direi quem tu és"?
Ando com pessoas adúlteros, enganadores, com ladrões,com mentirosos, fofoqueiros,com bajuladores, com preguiçosos...
Ou
Ando com pessoas fiéis, com honestos, com caridosos, com verdadeiros, com trabalhadores, com os honrados...
Agora sabe quem és tu?
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