O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Ricardo Cabús
QUATRO ESTAÇÕES
(Estações Partidas)
Cinquenta Invernos
Uns Verão
Cem Outonos
Nem a Prima Vera
Ricardo Cabús
QUASE SÓ
(Estações Partidas)
Estou quase só
Quase, porque você não sai da minha mente
Só, porque estou sem você
MULHER MOÇAMBICANA.
Mulher batalhadora.
És tu, mulher trabalhadora.
Tantas guerras vencidas.
Tanto sangue derramado.
Mas tu nunca desistes.
Sempre deste infinidade de chances a quem te magoa.
Mulher moçambicana
Eu te amo, minha amada!
Nostalgia
Seu seio nu não me alimenta mais
Suas curvas não são mais os caminhos do meu
corpo no escuro
E sua boca molhada não me pede mais carinho
Suas lágrimas geladas não escorrem mais no
meu ombro
E as tardes não são mais a ansiedade juvenil de te
esperar
Tudo mudou aqui, e muito mudou aí
Já não precisamos um do outro quanto um dia
pensamos precisar
Tudo mudou aqui, e tudo voltou a ser azedo
Tudo mudou aí, e tudo voltou a ser comum de
mais
Eu só quero que saiba que eu ainda não cresci
Se um dia quiser voltar
Ainda sou aquele que você conheceu
E depois não quis mais
Ricardo Cabús
"As cores do palhaço põem cinza em meus olhos
E o vento frio não leva solidão"
(Cinzado - Cacos Inconexos)
Ricardo Cabús
Outono Vacilante
(Cacos Inconexos)
O Sol continua lutando contra um outono vacilante
Dois dias de Sol
Seguidos
Dizem que amanhã também será
(Será que amanhã também serei?)
O Sol que ilumina as ruas faz curva ao passar por mim
Ricardo Cabús
Cardiolatifúndio
(Cacos Inconexos)
Ele era tão ateu
que não conseguia dizer
adeus
Tentava aprender a fazer reforma agrária
em um cardiolatifúndio
Ricardo Cabús
Beijos Comprimidos
(Cacos Inconexos)
No vagar da tarde
sonho
com teus beijos compressores
No vagar da tarde
pede-me ficante
faze-me pecante
traça-me picante
E deixa o Sol rastrear nosso odor
e deixa a dor rastejar solo ardente
e rilha, rilha, rilha
cada dente siso
cada cadeira básica
cada porta tesa
E eu te aguardo
para beijos comprimidos
beijos compressores
no vagar da tarde
Ricardo Cabús
Cabeça Dura
(Cacos Inconexos)
Foram três tentativas vãs
Quando o prego não quer
O quadro cai
Ah! O amor..
Que definição poderemos dar a esse sentimento incontrolável....
Será possível descrevê-lo na sua plenitude?
Todos nós sentimos esse pulsar maior....
Às vezes mais outra menos, mas como evita-lo?
Foi assim que não pude evitar ...
Então fico em extase ...
É como o brotar de uma flor que nasce rasgando o botão....
Deixando então aparecer às pétalas de dentro para fora....
Esse sentimentos que nos incomoda tanto...
Que nos faz parecer tolos e ridículos......
Como tantos dizem, porque não são capazes de senti-lo...
A idade do amor é a idade da eternidade....
Eterno será sempre o amor que brota de dentro para fora....
Eternizar no tempo, na estrada da vida, no buscar e no pulsar dos corações....
Penso que o amor seja uma criança que ao vir ao mundo.....
Pode nos mostrar toda a delicadeza e toda a beleza do criador....
O sol, o céu, o mar, as estrelas , a vida são simplesmente uma forma de Deus...
Expressar seu amor, porque o amor nada mais é....
Do que o próprio Deus se doando para nós...
(Ao meu amado dedico esse poema.)
Sendo Poetisa
Minha sombra
Se concretiza
Nas minhas verdades
De poetisa
Pois devo viver
Com tudo que tenho
Pela porta vou conhecer
No mundo me embrenho
Mãe Africa.
O que o papá ainda não me contou sobre você?
O desejo é de conhecer-te melhor do que as lagrimas que escorrem no teu rosto, as tuas partes tristes deixam o mundo abalado.
Ajude-me a ajudar-te mãe, a deixar-te sorridente mãe África.
A grama vai continuar a crescer, embora que esteja a ser pisoteada.
Foi assim com aqueles que morreram, em momento algum baixaram a guarda. Nós, manteremos-nos firmes, com ou sem fome, por que a força de vontade é o que temos até de sobra.
Continuaremos a lutar por você, África.
Não importam os nossos momentos,
esses estão esquecidos.
Defino a paz comigo,
sem bagunçar meu coração.
Não quero reviver essa história,
aquilo que foi, é poeira.
Desfez-me por inteira,
não há o que lamentar.
Nem sei como agradecer.
Podemos nos desconhecer?
Seria um prazer tentar!
Como dois rios se unindo,
alcançando um mar de verdades.
Um forte sussurro angelical,
Os sinos da invisibilidade,
de extremos e polarização.
Quebram todas as células,
todo meu ser em reação.
A taça do amor perfeito.
A fuga e a não aceitação.
A atormentacão noturna.
Lábios, mente e o todo
pulsando na mesma frequência.
Duas almas concluindo o quebra cabeça.
Todos os sentidos em integração,
jogaram meus medos em evidência.
Me afogaram no desconhecido.
Alteraram minha derradeira crença.
Fui da morte ao renascimento,
consciência de pertencimento.
Uma imensidão para lidar.
Numa palavra me dobra
No seu abraço me engloba
Minha mente manobra
Minha paciência renova
Quando meu olho eu bati
No seu sorriso, eu sorri
Nem sei o que eu senti
Só sei é que'u me fodi
Aquilo tudo foi verdadeiro
Mais que duas metades, éramos dois inteiros
Talvez seja por isso que o golpe foi tão certeiro.
Teria isso realmente acontecido?
Ou será que eu enlouqueci?
De que importa minha sanidade?
Eu só escrevi o que eu senti
Reja a lenda que a Ordem dos Templários ainda existe algures neste novo mundo em pleno século XXI e que irão continuar a lutar em Nome da paz e da liberdade.
Cavaleiros que foram perseguidos, conspirados, difamados e quiseram destruílos a todo o custo por via de uma bruxa psicopata maquiavélica e diabólica de uma mente débil, demente, uma bruxa que instalava o terror na Europa inteira, que vivia do ódio e odiava estes 10 cavaleiros honrados e leais
O BEM PREVALECE SEMPRE CONTRA O MAL.
LENDA DE A BELA E O MONSTRO
Conto tão antigo como o tempo Verdadeiro como pode ser. Quase nem amigos e nem amores em tempos de crise e o país parou. Então alguém se dobra Inesperadamente e diz tu vais vencer tu vais vencer.
Afinar a idade da música Agridoce e estranho Achando que você pode mudar Aprendendo que tu irás mudar o mundo para um mundo melhor.
Cantando tão antiga a música poética quanto rima Bela e A Fera Beleza e Bela e A Fera.
A saudade arde vazia
Há razões em teus abraços
Neste tempo de asas tolhidas
De rimas repartidas
Nos musgos do tempo há.
Quero
A cor deste amor
O silêncio escondido
No coração Deus verá
Anda
Diga-me onde nasce
Uma nova canção
Sem choro
Sem frio
Com tempo de não te perder.
A saudade
Que arde vazia
Nas nuvens do meu mundo
Louco
Sujo
Caído ao lado do teu.
A ternura
Que invade teus olhos
É o espelho do meu sorriso
Manso
Livre
Com força para se viver.
Livro: Travessia de Gente Grande
Autor: Ademir Hamú
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