O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
A Espera (II)
Já não há mais forças;
Já nem mesmo sei o que ainda há.
Minhas limitações ultrapassam os meus limites;
Meus sentidos pouco Te sentem,
Tudo anda comprometido.
Não que eu tenha desistido de Ti,
Contudo, não sei esperar.
Preciso esperar!
Tuas palavras confortam, mas já não resolvem;
Teus gestos andam tão imperceptíveis,
Ou a minha sensibilidade que tem andado insensível;
Nada a flor da pele.
Nada além do que vejo.
Não que eu tenha desistido de Ti,
Apenas não aprendi Te esperar.
Vou ter de esperar!
Nessa partida de um jogo inacabado;
De tempo em tempo, prorrogação;
A vitória é só esperança.
Já a esperança, anda tão desesperada;
Busco alívio e em vez disso, angústia.
Mas não vou desistir de Ti,
Tenho de aprender esperar.
Eu vou Te esperar!
Mais importante que conhecer a si mesmo, ou os outros,
é o conhecer a Deus.
Depois disso, nem sei se interessará conhecer outra pessoa.
Sinto muito querido, mas preciso te ferir.
Sei que voce vai gostar de ver o liquído vermelho e brilhante escorrendo feito lava sobre a sua pele.
Isso o fará cair apaixonado e eu o odiarei, profundamente, por cada gesto adocicado que vier de você.
E assim, (por desprezo ou piedade), para garantir que sofras mil morte em um segundo, direi que te amo por toda a eternidade.
COISA VERDE
Hoje quiz fazer uma mistura. Só sei que queria alguma coisa doce, mais que também fosse azeda. Que eu pudesse comer, e não me causasse trabalho. Que levasse limão e leite condensado também. Que fosse verde, é a cor da esperança. E que me levasse a distração. Era uma mistura que levaria o nome de “coisa verde”. A coisa verde, não pode entrar na onda do momento de: chá verde, comidas a base de legumes verdes, não, não! A “coisa verde” é muito calórica, provoca alegria, satisfação, e peso na consciência depois. Leva na sua receita ovo, gelatina, suco de limão e até raspas da casca do limão. Cada fatia mais parece uma obra de arte. É como se você conseguisse materializar a satisfação. Causa água na boca só de ver, faz brilhar os olhos de tanto desejo. A sua temperatura esfria o calor do corpo e provoca uma sensação indefinível. Ao dividir com alguém, pode até rolar um beijo depois, o sabor de limonada é perfeito.
Comparando com nossa vida, tem dias que queremos fazer uma “coisa verde” de verdade. Misturar as nossas sensações ruins e colocar uma calda por cima, para deixar tudo mais doce. Adoraríamos que o verde do limão, que é o mesmo da esperança, surgisse no meio de algum dos nossos problemas. Mais o que nos resta é espremer o limão, tirar todo o suco azedo que sai dele e acrescentar leite condensado e ver a mistura que dá. Depois que gelar, ta pronto pra servir. Faça uma coisa verde na sua vida e bom apetite.
Não sei porque, mais sinto algo por
você, sei que isto então escondido esta,
mais mesmo assim, nada tirará você do meu pensamento,
e sei que um dia terei você pra sempre nos meus
braços.
Não sei o que cinto mais sei que não quero sentir
essa coisa que falta essa falta de uma coisa
mais isso é bom porque sabemos que mesmo que a mente não queira
expressar o que o coração cente,mais o coração bricara contra mente e
saberemos o que é, se é um engano do coração o se é o um medo da mente.
(Vynycyus Machdo)
Agora não sei mais de nada
Não sei nem o que fazer
A única coisa que penso
É somente em você
Hoje estou sozinho
Não sei ao menos o que falar
Mais penso seriamente
Em como irei te conquistar
O tempo ta passando
Não tenho muito a dizer
Estou desesperado
Pensando somente
em você
Indizível reduto
Quero falar, mas não sei:
- tenho tanto p'ra dizer...
E cá fico, sem falar
e esse tanto a crescer...
Não falarei, pois não posso:
- é já longo o a dizer...
E então sofro, no silêncio,
desespero de inconter...
Quero falar, e não quero:
- já não posso mais conter...
0 que guardo é infinito
nunca o eu poderei dizer...
Que me resta, no silêncio
deste infindo adolescer?...
- Pois viver assim não posso,
bem junta a MIM, eu morrer...
Diga o que estamos fazendo de errado
Por que toda essa luta, toda essa força desperdiçada?
Sei que somos fortes o suficiente
Levante e siga adiante, não olhe pra trás, não quero ver
Seus olhos brilhantes novamente na minha direção
Seu coração é precioso demais, e seu sorriso alucinante
Mais se afaste assim será melhor
Somos fortes separados, juntos somos apenas mais um casal
apaixonado
“Contagiante indisposição”
Já não sei mais o que causa minha dor, estou cansado de acordar todos os dias receoso de perder as horas, o café não tem aquele gosto do feito por minha mãe.
Estou refém do repetitivo tic-tac, as cores antes cinzentas se tornaram incolores, a rotina tornou-se minha desgraça, algo que nunca alivia.
As caras não fitam minha cara, os sorrisos são de descontentamento, as brigas há tempos deixaram de ser glamorosas e o ponteiro do relógio continua mandando e valendo.
A minha família é artigo de luxo na prateleira da loja cara, apenas uma vez consigo certo tempo, estou indisposto e com ingratidão,não sei o que quero,sigo apenas naquela mão.
Tudo de fato é a mesmice que cerca a nação, nunca pedi uma vida controlada pelas horas, mas o que tenho é o que agradeço, o vírus contagia sem tempo nem hora, apenas distrai com seu contratempo.
O fôlego que tenho não é o de dias atrás, acho até um exagero,trôpego vão os anseios de minha jornada,a jangada que um dia falara,afundou,levando junto meu aconchego.
Criador de mim!
Tu que enxergas no profundo do meu interior,
Tu que sabes o que nem mesmo sei se virei a saber,
Impede, pois, a insídia a que tende esta criação que é tua.
Se o meu coração é falaz;
Se fugaz é a minha intenção.
É da tua interferência,
Que se impele o renascer desse ser que é teu.
Criador de mim!
Tu que tens a direção da cena,
Tu que és o autor da trama,
Refaz o cenário dos meus próximos atos.
Se preciso, sopra de novo,
Se essencial, forma outra vez;
Contanto que intuas em mim o teu querer,
E desde então, nada mais haverei eu de olvidar.
Criador de mim...
Virtual
De onde vim? Pra onde irei? Não sei
Nada está no mesmo lugar
Meus olhos no espelho, ainda estão vermelhos
Não agüentam me ver chorar
Eu daqui, você de lá
Encontros virtuais todo dia
Já nem sei no que vai dar
Nossa paisagem nova, pop filosofia
Outra realidade pra anestesiar
Nossa viagem sem sair do lugar
Eu sei que o nosso amor ainda navega
Mas tudo que eu grito não chega aos seus ouvidos
Nada mantém o meu coração refém
Preso no espaço sideral
No abismo da rede, ondas que vão e vêm
Alimentando o amor ideal
Tudo bem, tudo igual
Novamente sem seu sorriso
Até amanhã, e ponto final
Pra ir pro paraíso, tudo que eu preciso é
De outra realidade pra anestesiar
Nossa viagem sem sair do lugar
Eu sei que o nosso amor ainda navega
Mas tudo que eu grito não chega aos seus ouvidos
Eu, numa ilha, sem balanço do mar
Mal, minhas garrafas sempre voltam pra cá
Talvez tudo vá se encaixar
Mas sei: solidão a dois, nunca mais
A satisfação
vem do coração
o amor
sei não
acho que vem
da pusasão
o olhar
vem de dentro
do jeito de
amar
e o amor
tem suas pequenas,
grandes dores
dor é ter quer
perder você
você é aprender
a respeitar
respeitar e ter educação
educação
não se ver em pratica
pratica é resolver da maneira correta
correta é a pessoa certa
certa é a alegria que sinto pelo destino
destino é inprevizivel
inprevizivel é não saber
saber é aprender
aprender vamos ver
ver olhar fasinado
fasinado e se fasinar
como me fasinei por meu grande
e eterno amor
amor é um sentimento
sentimento e deichar de ter orgulho
orgulho é agradeçer
agradeçer a Deus por eu existir
existir é me descrever
me descrever que sabe você!
Ainda sei de cor a seqüência do teu numero
Mas os meus dedos já não os discam mais...
Da minha boca saem múrmuros
Para que meus lábios não lhes digam...
Que você ainda é a razão do meu viver,
E seu olhar ainda mexe com meu ser
Pra que dizer se você nem quer saber
Pra que querer se eu não posso mais te ter...
Eu to tentando esquecer o quanto eu me lembro de você!
Qualquer palavra teima em cruzar meu pensamento
Só pra me fazer lembrar o sentimento aqui de dentro...
Eu sei é masoquismo te querer
Mas também sei, que se eu pudesse escolher
Eu não iria gostar de você!
Mas o que eu posso fazer?
Se em outros braços não tem o teu jeito de ser...
Se aquelas lábios sem calor,
Não são do meu amor...
Bom, minha cabeça parece está vazia e na realidade não sei se está.
Queria que daqui de dentro saísse uma coisa bela, tão bela quanto ela...
Queria que saísse uma musica, poesia, melodia , pois a harmonia dela balança o juízo, os tons parecem se encaixar perfeitamente, em acordes maiores e menores.
Graves e agudos, distorcidos ou limpos.
Se eu soubesse desenhar, desenharia ela , mas isso é uma coisa que não sei fazer.
Então fechar os olhos e imaginar é o que me resta.
E eu imagino, poderia passar horas imaginando, só que tem uma coisa que eu ainda não disse, eu só vi tamanha beleza uma ou duas vezes e me lembro vagamente de como ela realmente, apenas sei que na minha mente ela é fantasia e sonho, sonho ou realidade ...
Nas minhas pequenas lembranças ela é assim como musica, poesia, melodia e som.
Acho que é tempo de fazer diferente, Não sei, Sei lá. Pensei em me envolver num novo cotidiano. Achei um boa ideia. Mas tive medo. Não, não me arrependi. Entenda o que quero dizer, Tive medo por alguns segundos de reflexão. Algo passageiro, No qual foi interrompido por uma esperança, Pelo grande sentimento de liberdade. Qual a expectativa de vida de um ser humano? Quanto vale cada segundo? Qual a sua relação consigo mesmo? Como você ve os seus princípios? Agora pois, a estrada é longa, e mal posso esperar por tamanha alegria. Sim, ir ao encontro de uma nova esperança.
Encontrar o lugar ao sol!
Pó
Nada sei dos tempos idos
Interrogações por todo “agora”
Mas toda certeza do amanhã
Impulsiona e não me ancora
Era tudo, o ali e lá
Hoje sou o que está
Nesse bojo nem me vejo
Amanhã vou estar mar
Ontem uma nascente insossa e pálida
Um início sem nitidez
A cada hoje do fértil à árida
Retrata minha estupidez
Sei de certo que virá
Meu momento amanhecer
Ontem fui o que nem sei
Hoje entre o ser e o querer
Não vejo dos idos tempos, o saber
Nem, desse momento, o que dizer
Tenho a certeza das dúvidas
Onde mora o que há de ser
Uma vez alguem me disse que apenas sei escrever poesias... Não entendi o comentário, pois nunca escrevi poesias, ou melhor, já escrevi, mas nunca foi lido por ninguém além de mim... Não sei escrever poesias, apenas faço reflexões sobre a vida, as pessoas, nossa existencia e nossas atitudes...
Escrever poesias, escrever sobre sentimentos, escrever sobre amor não é para todos... Escrevo somente aquilo que sinto e penso...
Penso que existe somente tres maneiras de escrever poesias:
- Os sonhadores que não sabem o que existe atrás da porta, mas de qualquer forma possuem fé e esperança naquilo que nem sabem se será bom, mas preferem viver de utopias
- Aqueles que se dedicaram a este sublime e maravilhoso porém muito perigoso sentimento que denominaram por amor
Ou...
Aos abomináveis, despreziveis que não se importam em mentir, fingir e simular sentimentos....
Por enquanto prefiro permanecer oculto com minhas escritas neste segmento e compartilhar aqueles que são razoáveis para uma leitura..
As vezes, no calor do momento falamos coisas que infelizmente não tem como apagar.Sei também, que ainda existem pessoas, que aproveitam dessas situações para prolongar o que infelizmente foi dito.Pelo simples prazer de propagar aquilo que escutou e de relatar a todos.
Ser desatento ao falar de algo ruim....pesa muito em nossa consciência, mas dar continuiade as palavras alheias por prazer... envenena a alma.
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Não sei o que será de mim fim de ano sem você,
fim dos dias sem você,
fim de tarde sem você
fim de tudo sem você.
Fim da noite.
Fim da paz.
Fim do amor.
Fim da razão.
Fim de você.
Fim de mim.
O que será de mim?
O que será de você?
Sentirei tua falta todos os dias,
todas as manhãs,
todas as tardes,
todas as noites.
Todas as primaveras.
Todos os verão.
Todos os outono.
Todos os invernos.
Sentirei falta de mim,
sentirei falta de você.
Sentirei falta de nós.
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