O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Limites sei lá se existe
Não quero saber
Não quero conhecer
Estou com raiva dessa palavra
Essa coisa chata, pequena, que me irrita
Esse negócio de vai passar dos limites
Que tudo tem limite
Quem disse
O que sobra esparrama
Isso é passar dos limites
Coisa chata
Limite só tem para o que já fiz
Se já acabei e olha lá
Para o que penso
Para o que quero
Limites é única coisa que não quero
Limites físicos
Limites sociais
Limites morais
Só para o passado
Só para o futuro
Limites são para hoje
quem inventou essa palavra
quem criou esse conceito
Limites disso
Daquilo
Limites, quem disse que há
Quem traçou o risco
Quem falou que é assim
Que isso
Onde esta
Porque tenho que aceitar
o limite que não conheço
Não confundo minhas limitações
Com limites, nunca
Nada sei e tudo sei do amor
Tudo sinto nesse mundo frio
Ele é calor é o sabor é vida
As vezes ... só as vezes....
Duvido desse sentimento
Desse ímpeto que é o amor
As vezes ofusca e supera a razão
É um conjunto de sentimentos
Amor, carinho, cuidado
Atração, desejo, contato,
Chama fugaz ou duradoura
Depende da intensidade
Você decide
Você escolhe amar
Ele vem por consequência
Mas até o amor passa
Mas escolha amar
Amar a vida
Amar o próximo
Amar a natureza
Amar você
Não sei por onde irei
a minha meta é vencer
posso até virar um rei
ter fama, força e poder
mas uma coisa eu sei
onde nasci e me criei
eu jamais vou esquecer.
Hoje é Dia do Poeta, poeta sei que sou
Não porque escrevo poemas
Mas porque acredito no amor.
Há poesia nas palavras
Mas a poesia, em seu esplendor,
Está mesmo nas coisas pequenas
E naqueles que as dão valor.
Ainda ontem chorei de saudade
Foram várias lembranças de você
Sei que só me restou sua amizade
Juro que estou tentando te esquecer
Maré calma nunca fez o homem forte
A vida é dura pra quem é mole
Quando o barco balança, sei que vários corre
Corre, corre…
Sou muito tua.
Tão tua q não sei quanto ainda me pertenço
Vc sorri com os olhos
E meu coração quase me mata
Aquele sorriso tímido que transborda tanto amor e sensibilidade
Que me faz mergulhar nesse oceano de mistérios e encantamento que é vc.
Saudade
A saudade não se explica,
É coisa de só sentir.
Não sei se é muito que fica
Ou tudo longe daqui...
Um dia depois do outro
E assim vai
O que muda no dia-a-dia
O que acontece do lado de fora
Sei lá as vezes parece que tudo
As vezes parece que nada
Ontem
Hoje
Amanha
Um dia depois do outro
Não sei olhar para o lado
Fingir
Desconsiderar
A mente diz calma
Mas o que diz corre?
Se a mente quer te acalmar
O que quer te descontrolar?
Nesses dias tenho vontade de andar
Tenho vontade de buscar
Tenho escrito
Assim talvez no meio apareça a calma
Apareça a resposta
Um dia depois do outro
Covardia?
Às vezes me pergunto será que é físico
Porque se nada mudou o que muda eu?
Um dia depois do outro.
Eu aqui.
Ainda bem né.
Se eu não estivesse não estaria acontecendo
Você vê como são as coisas.
Agosto do desgosto
Um não sei desgosto, de onde?
Um olhar na sorte e não se vê
A perspectiva não se esconde
O amor renasce para quem crê
Conquanto a lenda cisma, por quê?
Se os dias ressurgem no amanhecer
Trazendo luz, início a nossa mercê:
Se lamento, angustia, vem do viver!
Acreditar? se nada muda, aí invente
Que o dia há de boa esperança vinda
Tente! E na dificuldade seja irreverente
E quando chegar, aí a apertura finda
Então, se contagie de fé e alegria
Nos longos caminhos recomece
Tenha o otimismo em leve romaria
Agosto do desgosto, não acontece!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
01/08/2014, 08’05” – Cerrado goiano
Sei que mora em mim, uma poesia.
Tímida, magoada, vazia.
Tem tempo que não a vejo…
Mas sei, está lá…
Queria muito escrevê-la.
Preenchê-la com a minha alma.
Ela simplesmente se esconde.
Sei, está lá…
Contarei o ocorrido, foi numa tarde fria…
Ela estava lá, radiante, linda, intrépida, falante!
A pobrezinha, pronta para ser escrita…
Foi, traiçoeiramente ferida.
Daquele dia em diante, procurou o fundo do meu ser.
Escondeu-se, emudecida, sem ver sentido em ser escrita.
Desde esse dia a procuro, reviro-me pelo avesso.
Ele disse-me certa vez, que não vê sentido em suas próprias palavras.
Porque quando se perde o amor, perde-se o ânimo e a graça.
Somos tomados, pela dor e a falta…
Ontem procurei por ela, vasculhei cada cantinho de mim. E nada.
Encontrei um bilhetinho, que me deixou franca e gentilmente…
“Só saio por amor. Do mais puro e verdadeiro. Não vale ser escondido, metade ou
não-correspondido. Se queres escrever-me, desencante-se, cure-se e ame, pois bem se sabe que com solidão, medo e dor, jamais escreverás um doce poema de amor”.
Acordo com frio, puxo o cobertor
Sei que ela nem viu, mas me sabotou
E logo vem o sol e o despertador
Dizendo que é agora e o dia chegou
Então esqueço o sonho que acordei me lembrando
Pra lembrar dos sonhos que já tenho há vários anos
Quanto tempo eu tenho pra correr e a quanto?
Essa Tal de Vez....
E
nesse troço doido de talvez...
o 'não sei se' vai se firmando...
O problema do Talvez
é essa Tal de Vez
que de tal em tal
vez em vez
nunca chega de uma vez...
o talvez é uma certeza dita incerta...
enquanto um diz,
o outro espera...
talvez seja poema,
talvez seja uma pena,
talvez a gente inventa
talvez a gente goste...
talvez é uma prisão...
talvez essa tal vez se solte....
e a gente passe a dizer sim ou não...
Estava ouvindo ''Nada Sei'' do Kid Abelha e é bem interessante essa letra. E é uma grande verdade o que diz na música. É através dos erros que vivemos!
Ninguém acerta o tempo todo. E o erro nos impulsiona a ir adiante, ir além, de tentar fazer diferente. Ninguém nasce pronto pra vida e é natural ao longo caminho errarmos muitas vezes. É o erro que traz os aprendizados, as lições, a oportunidade de crescermos. Mas é preciso estar consciente para perceber e aprender com os nossos erros. Acertar, ganhar o tempo todo nem sempre é bom. É preciso conhecer também o outro lado.
Em vez de julgar, de nos culpar que possamos aprender com os nossos erros. E a gente precisa reconsiderar algumas coisas que achamos que são erros. Muitas vezes o erro é um grande acerto.
O quanto de acerto tem nos nossos erros? Vale muito a pena refletir sobre isso. Para o nosso racional muitas coisas ainda são consideradas como sendo erradas, mas para a nossa alma foi o mais certo. E só conseguimos enxergar e entender isso quando temos mais consciência.
É, as coisas da vida te arrebentam
Estar, não estar
Viver.
A verdade te liberta.
Tolice.
Sei lá o que é isso.
Honestidade, verdade é sempre a melhor política.
Acho que quem disse isso não sabia nada.
Quem disse isso nunca teve que mentir para si mesmo.
Eu cai nessa lorota.
Pra nunca mais.
Seja honesto consigo mesmo
Não se deixe tombar
Se levar
Seja você e não tenha medo disso.
Da vida não se leva nada.
Se depender de mim serei enterrado pelado
Aqui, se fiz ou não, parece que não interessa.
O passado se apaga por causa de um futuro que não existe.
Como pode? Parece normal.
O que não parece normal sou eu
Vou fingir achar-me anormal
Achar estranho ser desigual
Achar o desigual estranho
Achar que querer voar é errado
Pelo menos uma vez na vida você pode pular de um avião sem paraquedas
Curta seu voo
Quero aprender tudo que não sei,
Quero descobrir tudo que é mistério,
Da curiosidade, então, me apossei.
Conhecimento se tornou meu monastério.
pra melhorar a situação que se encontro , e necessário mais do que
uma noite de prazer
sei que você tem amor pra dá , mas eu não sei como te recompensar
Sei que muito não viverei para desfrutar da vida que sonhei. Se sonhei, ela estava uma légua da realidade, perdi? Que importa, me importa para dentro de ti sem eternidade, no finito vago pensar. Pronto, evaporei, fiquem comigo até a próxima esquina.
NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
Confissão.
Existe hora certa para dizer?
Não sei se falo agora.
Mas também não existe momento errado,
Estou tentado a te falar.
E essa vontade só cresce aqui dentro,
Azar! Só vou confessar:
Te amo! Sempre te amei e sempre vou amar.
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