O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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Assim é a vida, nascimento, crescimento, amadurecimento, envelhecimento e, por fim, a morte.
Tentei entender, quis ser feliz, não procurei o sofrer, lutei pensei que era vencedor, caí no caminho, senti o desprezo da ilusão, do desejo, aprendi a chorar.
Não consegui entender nem mesmo experimentei o gosto da vitória e o dissabor da derrota, de quem não é compreendido. A mente é uma complicada selva onde os pensamentos bons são os amáveis, dóceis e possíveis de ser dominados, e os maus pensamentos são feras indomáveis, devoradores, alguns desses são conhecidos, diria inveja e ressentimentos. Não conseguimos ouvir seus rugidos e latidos.
A paixão pode ser como uma serpente que trai o coração da gente, como ilusão passageira que mata sonhos. Mas não deixe que roube seus ideais. Aprendi que as estrelas não se amedrontam com a escuridão da noite, quando nem mostram o seu brilho. Também a lua não se aborrece com o uivar dos lobos, e o sol não se envergonha de vir depois da tempestade.
Por isso jamais quero me conceder, só quero aprender a vencer, surpreender e crer, nunca desista e sempre insista. VOCÊ É ALGUÉM CHAMADO PARA VENCER!

olhei pro mar e a lua brilhava sobre ele
olhei para areia aonde as ondas se quebravam
Olhei para o céu aonde deus te guardava

Ela trouxe palavras bonitas e alguns cigarros. Trouxe também aquele sorriso de canto e contou algumas histórias engraçadas. Rimos tanto, tanto, tanto, entretanto ela pediu para que eu esboçasse um gesto de entendimento: eu não conseguia entender uma palavra sequer. Ela então apagou seu último cigarro com a naturalidade de quem está acostumada a enterrar os primeiros amores. Rasgou os meus contos ainda não escritos e escreveu no espelho, com a delicadeza de uma mão trêmula, "eu te amo tanto que prefiro não te estragar. Adeus". Depois de rir e vir tantas vezes pelo meu mundo, desapareceu levando os silêncios, as cinzas, os contos e esse coração aprendiz que, de tanto esperar, desaprendeu a ter paciência.

fiz uma cicatriz com todos os pontos que você perdeu comigo.

Rasguei a minha timidez para costurar eu te amo.

Acordei a pensar que te is encontrar...
Que nosso amor ia superar...
Tanta inveja e amargura...
Pensei no que ia fazer...
No que nos ia acontecer...
Até que percebi que não há perdão...
É só tristeza no meu coração...
Dor porque te perdi...
Saudade porque desisti...
Amargura porque te desiludi...
Triste por não ser quem desejavas...
A pessoa que mais amavas,
não existe, não a encontro dentro de mim...
Peço perdão por não merecer a tua atenção...

Imagina se a Amazônia chegar ao fim?
Nós vamos morrer assim.
As árvores que dão o nosso ar,
e vocês vão se lascar
se ao fim a Amazônia chegar.

ANJO GABRIEL

Amo um garoto
seu nome é gabriel
um garoto bonitinho
um anjo que caiu do céu

um anjo que não podemos machucar
um anjo que não podemos magoar
um anjo que não podemos ferir
mas sim um anjo que podemos amar

gosto de te abraçar
por que me sinto segura
por que teu corpo me aquece
e as vezes até cura.

pena que não posso sempre te abraçar
pena que não posso te beijar
pena que não posso te amar
mas só basta um minuto perto de ti
para nas nuvens flutuar.

Nesse mundo de ilusão
As vezes machuca meu pobre coração
Esses amores que vem e que vão
Acabo sendo boba,e agindo pela emoção.

Mas você não
Você é diferente
Me dá carinho,amor
Age como gente

Mas será que estou serta?
Será que vc me ama?
ou só me engana?
Será que é paixão ?
No nosso coração?

Tantas perguntas de amor
E as veses até de dor.

Vou te contar uma verdade
É a mais pura realidade
Posso não saber o que é namorar
Posso não saber até mesmo beijar
Mas sei muito bem o que sinto por você
É amor
E sei que nunca vai acabar.

Esse poema é só para vc
Meu sol
Minha luz
O meu lindo
Bem querer
Anjo Gabriel,meu lindo nascer!

⁠⁠Vilões—Qualidades
um vilão não espera compreensão
muito menos ter razão
às vezes somos pouco vilões
pra defender e proteger alguém

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...

Sem que o discurso eu pedisse,
Ele falou; e eu escutei,
Gostei do que ele não disse;
Do que disse não gostei.

Canção de Primavera

Eu, dar flor, já não dou. Mas vós, ó flores,
Pois que Maio chegou,
Revesti-o de clâmides de cores!
Que eu, dar, flor, já não dou.

Eu, cantar, já não canto. Mas vós, aves,
Acordai desse azul, calado há tanto,
As infinitas naves!
Que eu, cantar, já não canto.

Eu, Invernos e Outonos recalcados
Regelaram meu ser neste arrepio…
Aquece tu, ó sol, jardins e prados!
Que eu, é de mim o frio.

Eu, Maio, já não tenho. Mas tu, Maio,
Vem com tua paixão,
Prostrar a terra em cálido desmaio!
Que eu, ter Maio, já não.

Que eu, dar flor, já não dou; cantar, não canto;
Ter sol, não tenho; e amar…
Mas, se não amo,
Como é que, Maio em flor, te chamo tanto,
E não por mim assim te chamo?

José Régio
Filho do Homem

E o que era "eu"
É uma simples palavra
Na boca das trevas de Dezembro

Sabedoria

Desde que tudo me cansa,
Comecei eu a viver.
Comecei a viver sem esperança...
E venha a morte quando
Deus quiser.

Dantes, ou muito ou pouco,
Sempre esperara:
Às vezes, tanto, que o meu sonho louco
Voava das estrelas à mais rara;
Outras, tão pouco,
Que ninguém mais com tal se conformara.

Hoje, é que nada espero.
Para quê, esperar?
Sei que já nada é meu senão se o não tiver;
Se quero, é só enquanto apenas quero;
Só de longe, e secreto, é que inda posso amar...
E venha a morte quando Deus quiser.

Mas, com isto, que têm as estrelas?
Continuam brilhando, altas e belas

José Régio
Poemas de Deus e do Diabo

Eu me chamo Zé Limeira
De Lima, limão, limança
A estrada de São Bento
Bezerro de vaca mansa
Valha-me Nossa Senhora
Tão bombardeando a França!

Fim de estação. Eu continuei a viagem
Para além do fim da estação.

Quantos eram? Quatro,
Cinco, poucos mais.

Casas, caminhos, nuvens,
Enseadas azuis, montanhas
Abrem as suas portas

Recife. Ponte Buarque de Macedo.
Eu, indo em direção à casa do Agra,
Assombrado com a minha sombra magra,
Pensava no Destino, e tinha medo!

Na austera abóbada alta o fósforo alvo
Das estrelas luzia... O calçamento
Sáxeo, de asfalto rijo, atro e vidrento,
Copiava a polidez de um crânio calvo.

Lembro-me bem. A ponte era comprida,
E a minha sombra enorme enchia a ponte,
Como uma pele de rinoceronte
Estendida por toda a minha vida!

A noite fecundava o ovo dos vícios
Animais. Do carvão da treva imensa
Caía um ar danado de doença
Sobre a cara geral dos edifícios!

Tal uma horda feroz de cães famintos,
Atravessando uma estação deserta,
Uivava dentro do eu, com a boca aberta,
A matilha espantada dos instintos!

Era como se, na alma da cidade,
Profundamente lúbrica e revolta,
Mostrando as carnes, uma besta solta
Soltasse o berro da animalidade.

E aprofundando o raciocínio obscuro,
Eu vi, então, à luz de áureos reflexos,
O trabalho genésico dos sexos,
Fazendo à noite os homens do Futuro.

Augusto dos Anjos

Nota: Trecho de "As Cismas do Destino": Link

A Máquina do Mundo

E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas.

(Trecho de A Máquina do Mundo).

Quem sou eu?
Alguém que amou mais do que pode amar e agora se tornou uma breve lembrança em alguma estante ou uma pagina amarelada no livro de alguém...
Ou quem sabe nenhuma dessas coisas!

Apenas Odeio <br>
<br>
Sim, eu me odeio por não conseguir amar você da mesma forma que me ama. Odeio cada detalhe meu, e a seca causada nesse coração pelos sentimentos que nao existem em mim. Odeio essas risadas falsas com poucas curvas que pelo momento, sou obrigado a dar para não magoar ninguém. Odeio não demonstrar reciprocidade por parte da amizade e do amor. Odeio o formato de minhas pisadas, dos toques causados por minhas mãos, e do meu nariz empinado. Odeio em como a adolescência deixou-me incapaz de entrar no mundo da Felicidade. Odeio essa mania de querer ficar só, e afastar todos que estão ao redor. Odeio mais ainda olhar no espelho e me deparar com o monstro em que me tornei.

Já brigamos tanto
Mas não vale a pena
Vou ficar aqui, com um bom livro ou com a TV
Sei que existe alguma coisa incomodando você
Meu amor, cuidado na estrada
E quando você voltar
Tranque o portão
Feche as janelas
Apague a luz
e saiba que te amo...

Meus sentimentos vou entregar ao Senhor
Meu coração ferido sei que Ele vai curar
Sei que Ele acabará com toda minha dor
A felicidade Ele irá restaurar.