O poder
Na antigüidade, a religião (clero) e a nobreza (reis) simbolizavam o
poder e, para não serem contestados usaram durante séculos uma estranha
figura sem face para simbolizar Deus. Da figura platônica do paraíso
representado pelo céu, que ninguém sabe como é, ainda hoje as instituições
conservadoras mantêm essas incógnitas intactas, no intuito de resguardar o seu poder.
Houve, nesses anos todos, a capacidade de mudança da
colocação de poder, sendo que o poder nunca morre: ele só se transforma e se
personifica em outras espécies, como nas entidades políticas e em seus
representantes; amanhã, pode ser nos robôs, na moderna tecnologia, e depois
transferir-se para a mídia.
O poder já não se concentra nas mãos dos políticos somente, até
porque essa classe anda perdendo o poder para artistas, religiosos,
empresários e outras personalidades que a mídia fabrica, ou para o próprio
poder da mídia, colocando-se como poder principal através da sua influência na sociedade, apresentando vácuos de imperfeição na vida e na imagem dos políticos, nos casos de corrupção, traição familiar, falta de ética, etc. Porque a grande preocupação da mídia é resguardar o poder para si própria em primeiro
lugar.
Os grupos alternativos de poder são os que, por exemplo, fazem na Internet movimentos contra Pinochet; são os zapatistas; são os curdos. Deles
todos recebo mensagens via Internet. A eles, os meios de comunicação nunca deram licença para se manifestar, e só agora, com a Internet, eles podem tirar o “esparadrapo da boca”. Antes, puderam fazê-lo com as rádios piratas e os jornais alternativos, como o Pasquim, mas com a ameaça constante de intervenção do Estado:
agora os Estados não têm controle sobre a imensa Torre de Babel da
Internet, porque a rede é muito maior do que a malha de qualquer autoridade.
Jesus morreu para salvar o mundo,mas há pessoas que escolhem a quem salvar sem ter poder de salvar nem a si próprio.
A própria imprensa joga confetes em si mesma e se convence de que seu poder é a prova de fogo. As novas tecnologias de comunicação
aumentaram esse poder de fogo, são a “bomba atômica” do século, pois as
informações que percorrem o mundo em maior velocidade destronam
governos, criam “cortinas transparentes” em oposição à antiga cortina de ferro, e os jornalistas sabem que a profissão deles é aliada ao poder.
Hoje o poder de comandar já não basta, a industrialização de idéias para influenciar coletivamente é a maior arma que as nações podem ter, e os meios de comunicação são veículos certos que abrem os caminhos para conduzir, porque conduzir é mais forte que dirigir.
A diferença é que conduzir é algo feito pelo poder do argumento e do convencimento, da persuasão, enquanto que dirigir é uma atitude imperativa. O poder de mandar e de dirigir é diferente do de influenciar.
O poder de influenciar é mais abrangente do que o de mandar,
porque a influência pode marcar a vida de uma pessoa. Há pessoas que por
influência política tomam posicionamentos de direita, centro e esquerda, por influência religiosa tornam-se protestantes ou católicas, na arte recebem influências que se tornam tendências de uma linha de criação, como os estilos do cubismo, surrealismo, barroco entre outros.
Se a mídia gera sedução, ela é feita pelo objeto de prazer: o
poder. Se as pessoas estão procurando acompanhar os padrões que a mídia
fabrica é porque querem ou são obrigadas a estar dentro do padrão social generalizado, para não serem excluídas do sistema. Portanto, se a
personagem da novela é uma sem terra, a única opção que a mídia coloca
como melhoria de sua condição social é a de se casar com o personagem
milionário da história.
Queria poder olhar nos seus olhos e falar que te amo, queria poder te beijar, queria poder conversar com você sem me sentir só, queria não ter essa dor no peito sempre que te vejo passar, queria reciprocidade entre nós, queria você do meu lado, mas a vida é feita de erros e desilusões. O meu erro, foi te enxergar de outra forma, uma que você não é capaz de me encontrar.
Com a descentralização do poder dentro do próprio poder político,sobra só o totalitarismo das imagens, que convencem com maior facilidade do
que o próprio poder relacionado ao governo.
Por que brigar tanto? Talvez esta pergunta seja respondida na observação de que os homens mais poderosos do mundo hoje em dia não são os políticos, mas os homens de comunicação, que não deixam de ser políticos no sentido de influenciarem o comportamento da sociedade.
A maior prova do poder que têm o silêncio de certas pessoas estão justamente explícitas em seus atos e em suas atitudes.
Ninguém nunca conseguirá aceitar o barulho ensurdecedor do poder que algumas pessoa tem de silenciar aqueles que cometem o bem.
ODE AOS FORMANDOS
Vara do conhecimento
Com o poder da transformação
Que transfere emoção e conquista
No estandarte de uma realização maior,
De uma luz que não se apaga
E ilumina um caminho a seguir,
E como cajado resguardará
O seu detentor,
Interagindo com o seu interior
Na formação da verdadeira sabedoria,
Revelando valores e sentimentos
Ao confrontar com os desafios da vida
No caminho do Senhor.
Vara do conhecimento
Como o martelo de um Deus,
De um único dono,
Na força de uma conquista
Que não se desgasta
Nem se rouba,
Seguirá pela vida
Colhendo os frutos
Na razão maior
De um amor sem limites.
Eis que vos dei autoridade para pisar serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; e nada vos fará dano algum.
Sempre para Sempre
Sinta,
A brisa aconchegante,
O calor do abraço,
O poder do sorriso,
A magia do olhar.
Viva,
A magia de despertar a vida,
Sentir,emocionar,amar.
Viva a alegria de viver,
Cuidar e proteger.
Viva para amar e amar.
Sonhar,
Viver o sempre,
O presente,
e o deixa para agora.
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