O Mundo me Espera
Provadamente países de primeiro mundo ocupam estas posições por valorizarem ao máximo as boas informações e descararem o achismo ou a falsa informação, então se quer ter sucesso naquilo que quer realizar em sua vida, busque fontes seguras de informações e não dê atenção as fofocas e aqueles que só falam asneiras.
As pessoas atuais buscam cada vez mais um mundo mais dinâmico, então se quisermos fazer parte dele com sucesso, precisamos acordar mais cedo e não ter medo do novo e do desconhecido.
O mundo não acabará tão cedo, mas a vida humana, possivelmente, sim, e quando isso acontecer, a terra estará curada do seu maior mal e florescerá esplendorosamente!
A construção de um mundo de ilusões cada vez mais artificial e fora da realidade está em curso no planeta terra, vem aí IA, inteligência artificial que enterrará de vez o intelecto humano!
As divisões por diferentes religiões e crenças são a maior causa de morte e sofrimento no mundo, isso é fato e está aí para quem quiser comprovar em dados históricos comprovados. A verdadeira religião nunca foi criada por ninguém por que já nasce com as pessoas boas, ela se chama AMOR!
De tudo que já presenciei ou testemunhei neste mundo ao longo dos meus 55 anos de existência, o que considerei mais forte e implacável foi o tempo!
O mundo não julga ninguém, mas os próprios indivíduos humanos se sentenciam entre si. Em contraposição, os animais que fazem parte da base da cadeia alimentar já vêm ao mundo com um destino predeterminado de condenação.
Os indivíduos que alcançam grandes conquistas neste mundo compartilham uma característica em comum: eles se destacam das demais pessoas por suas reflexões e comportamentos singulares!
Diante de uma esfera que reflete o mundo ao redor, não me reconheço no reflexo. Ainda vejo o menino assustado, encolhido na própria pele. Vejo o covarde que, apesar dos anos, não encontrou força para enterrar seus próprios demônios e talvez nem tenha decidido se quer viver sem eles.
A ciência busca o saber do mundo, mas é a consciência que nos revela o saber de nós mesmos. Reduzir o ser humano à matéria ou ao espírito é limitar sua complexidade. O dualismo é um eco de nossa ignorância, pois a mente e o corpo, o mundo e o eu, não são entidades separadas, mas expressões distintas de uma mesma realidade integrada.
Talvez eu jamais descubra o que vim fazer no mundo, mas enquanto tento me achar, vou errando, me decepcionando e sempre tentando, cada tentativa de redescobrir um propósito me levou a beiras do abismo, onde a incerteza corrói a confiança, no entanto, admitir que
posso errar e decepcionar-me revela que ainda estou vivo e aprendendo, mesmo que a cada passo eu tema desabar de novo.
Se juntar todos os grãos de areia do mundo, ainda não seria um número próximo de galáxias em nosso universo, a terra é um grão, eu sou um grão de um grão, em meu estado de insignificância aparente, sinto-me perdido num oceano de vidas igualmente frágeis, mas, com frequência, isso me traz conforto, não sou o único a sofrer e minhas batalhas, embora quase invisíveis, fazem parte de algo maior, essa perspectiva cósmica me ajuda a relativizar meus problemas, lembrando-me que o universo é vasto demais para me enclausurar em desespero.
Aos olhos dos outros, pareço indiferente, como se o mundo não me tocasse. Mas é o contrário: ele me atravessa inteiro, e eu apenas aprendi a não demonstrar, porque quase ninguém sabe o que fazer
diante de uma alma que sangra devagar.
Quando o mundo me afunda,
a música clássica me resgata, faz do caos, compasso, da dor, silêncio. Em cada nota,
reencontro o passo que quase perdi.
O mundo lá fora desaba em água e cólera, e eu aqui, sob este teto de vidro, vestígio translúcido daquilo que um dia chamei de proteção, permaneço imóvel, vulnerável, suplicando em silêncio para que sua fragilidade não ceda antes da minha. Como se houvesse hierarquia no colapso.
O mundo range como madeira antiga prestes a ruir. Há algo no ar que pressagia desabamento, como se tudo ao redor estivesse sustentado apenas pela memória do que já foi sólido.
