O Mundo me Espera
Um cristão que cai da graça se deve ao motivo de colocar seus pés no mundo e o coração fora da vontade de Deus.
Quem está fora da vontade divina, anda circulando o mundo, errando o alvo inúmeras vezes, quando pode tirar experiência do fracasso por meio da obediência a Cristo.
Muitas pessoas vão à igreja apenas para preencher o ego e, quando voltam para o mundo se tornam egoístas, medrosas e frias, porque estavam ocupadas demais com suas preocupações.
Misticismo, obras espíritas e filosofias do mundo, apagam a riqueza da sua fé e levam a sua alma à decepções e aos infortúnios ao longo da vida, porque tudo é mentira e falsidade.
Satanás conhece as Escrituras mais do que todos os catedráticos, historiadores e teólogos do mundo; porém, é o mais burro das criaturas soberbas, pois caiu feio de onde foi formado.
Crianças são sacrificadas em detrimento da ordem criminosa do mundo, porém o sofrimento para estes, aos olhos de Deus, será de grandes proporções.
Organizações mercenárias da oligarquia controlam o capital financeiro invisível no mundo, oprimindo cada vez mais os menos privilegiados e aumentando a miséria dessas populações.
No mundo capitalista os cristãos não devem se sujeitar à opressão, escravidão e influência de seus interesses, porque Deus continua sendo o Dono do ouro e da prata.
Todo aquele que, tendo a sabedoria de Deus, reconhece que
o mundo toma sempre decisões precipitadas, frustradas
e do tempo da pedra.
O máximo que um avião pode fazer por um passageiro é levá-lo do outro lado do mundo e o mínino que Deus faz pelo pecador é transportá-lo para a região celestial em Cristo.
Quem se conforma com a cultura, religiões e teorias
deste mundo é melhor limpar todo o cérebro para ocupar-se
com a entrada ininterrupta de informações falhas,fétidas,
fictícias, forjadas e fúteis, não necessariamente nesta
ordem.
Os presos penitenciários têm todo o tempo do mundo
para aprender a obediência a Deus, se amassem a liberdade
que Jesus Cristo lhes oferece todos os dias para serem verdadeiramente livres.
