O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar
Antes, rotulado como bebida de cachaceiro e mendigo, desde 2019 virou "modinha" entre os bloquinhos de foliões e lacradores.
O Corote vive a fase do "milagre da multiplicação" e da "gourmetização" em tempo de Carnaval vale tudo, bebe muito e pega geral...
"A vida vale a pena em qualquer tempo... por mais que a vida te apresente surpresas ruins, espera, pois a partir disso tu poderás ter certezas maravilhosas, disse a senhora ao nobre... ele continuou não tendo certeza de muita coisa mas viveu aquele momento e se sentiu muito bem e percebeu que seu coração não precisava de certezas, precisava viver..."
Por uma Cidade Livre
Enfim o povo brasileiro deixará de sangrar junto ao arrastado processo de impeachment. A iminência do afastamento definitivo de Dilma reserva para o fim deste mês o dia em que viraremos esta página, orgulhosos de termos ido às ruas para dizer “Basta!” a um governo federal pouco afeito à democracia; que presume independência dos poderes sem que haja o aluguel de parlamentares. A comprovação do crime que imputará a pena da presidente é branda ao ignorar tantos outros malfeitos que passaram incólumes pelo Senado e que justificariam, tanto quanto ou mais, a cassação do mandato.
Todo modo a satisfação de termos protegido nossa república e sua jovem democracia não nos dá o direito de descansar ao mirar Brasília. Faz-se necessária enorme atenção para que o novo governo, hoje interino, possa escutar e atender aos anseios das ruas. O caminho da liberdade não pode retroceder.
Tampouco é possível que esqueçamos o primordial: nossa comunidade. As eleições municipais são aonde as mudanças mais profundas se iniciam. Elegermos pessoas comprometidas com uma cidade livre é o que nos proporciona, por exemplo, clamar para que essa liberdade se traduza em um novo pacto federativo, em que os municípios legislem com maior autonomia levando em conta sua gente e suas particularidades.
Não por acaso me preocupa observar a interferência nacional que o PT, partido do atual prefeito, envia para nosso município no intuito de reelegê-lo. São José dos Campos e seu próspero orçamento de cidade empreendedora e industrial não podem servir como suporte àqueles que governam para os de camisetas vermelhas e iludem os descamisados. Não é para manter o projeto fracassado e rejeitado de um partido, além da sinecura de seus militantes, que pagamos — a contragosto — altíssimas taxas e impostos que retornam em burocracia e precariedade no serviço público.
Percebam. Minha intenção não é pintar o pior dos quadros no que diz respeito à gestão pública. Houve acertos, ainda que em menor número perante os erros. Acontece que os escassos pontos positivos, mesmo que preponderantes, não justificam ou mitigam o gravíssimo cenário de comprometimento do prefeito com as ordens externas da direção partidária. A reeleição de Carlinhos traria à cidade figuras que enxotamos de Brasília há poucos meses. Os exonerados de Temer ocupariam nossas secretarias municipais.
Este compromisso ideológico acima dos interesses municipais impede que alcancemos uma cidade livre. Não há como evitar casos como o kit escolar, por exemplo, quando é necessário preencher com forasteiros os cargos comissionados das secretarias responsáveis pelos processos licitatórios.
Dias atrás, um caminhão responsável pela iluminação passou na vizinhança e ignorou o poste apagado. Parada pelos cidadãos, a equipe disse não haver ordem de serviço. O problema escancarado e a burocracia atravancando. Eis uma mazela corriqueira causada pela obesidade de uma administração lotada de militante incapacitado.
Não por acaso os novos movimentos sociais cumprem o anseio popular ao levar aos candidatos o pedido das ruas: menos dinheiro nas mãos de políticos. Se a atual lógica do transporte coletivo, por exemplo, não vem funcionando e tende sempre a subir o preço, porque não ser receptivo aos serviços privados, como Uber? Ideias como essa vencem o lobby de classes egoístas, ensejando um cidadão tão livre quanto nossa cidade merece ser.
Sobre a Vale do Rio Doce
A esquerda põe a culpa na privatização.
A direita defende a empresa.
O governo calcula a multa (ganhos)
A mídia muda de assunto, oculta os fatos
A empresa apaga evidencias
O povo chora com a negligencia
E marchamos para a decadência.
Quanto vale a vida?
Para a Vale, nada vale...
Quanto vale a natureza preservada?
Para a Vale, nada vale...
O Brasil agoniza mais uma vez em meio ao lamaçal, de mais um CRIME ambiental...
Mas para a Vale, nada vale...
Prometeram “flexibilizar as leis ambientais”, pois o “empresário não suporta mais”...
O que vale a vida?
Para alguns e para a Vale, nada vale...
Existem coisas que apenas os olhos que choram pode enxergar, as vezes a dor vale muito mais do que um sorriso.
"Ninguém disse que será fácil, mas ninguém te disse também que pela recompensa vale o trajeto."
24 jan. 2019
Efémera, a vitória é como a brisa que passa, como o orvalho que evapora ao primeiro toque do sol. Hoje, no cume, brilhamos, amanhã, talvez, no fundo do vale, apenas lembrança. A posição social, esse palco transitório, erguido sobre ilusões, desmorona-se ao sopro do tempo.
Devemos ser o melhor de nós mesmos, quer no topo, onde o vento é mais forte e o frio mais cortante, quer no fundo, onde a sombra nos envolve e a terra nos acolhe. Cada instante pede a plenitude do nosso ser, como se cada respiração fosse a última, como se cada gesto pudesse durar uma eternidade.
A derrota, essa fiel companheira, vem sempre, sutil ou implacável, lembrar-nos da nossa fragilidade. E, no fim, a morte, que conquista tudo, até o próprio tempo, ensina-nos que nada permanece, tudo é passagem.
Sejamos, então, inteiros na nossa efemeridade, autênticos em cada passo, e que a nossa essência seja a única constância na incerteza do viver.
A morte simplismente acontece! Depois nada mais importa. O que fica é a saudade e os arrependimentos... não importa qual nível do mundo você está. Acredito que seja assim...e passou! Nunca mais falará com quem ficou, a menos que você volte a vida...ou a outra pessoa à encontre nos portões de algum lugar que jamais imaginemos.
Tem coisa que a gente precisa soltar…
mesmo amando.
Tem lugar que a gente precisa sair…
mesmo com saudade.
Tem gente que a gente precisa perdoar…
mesmo sem desculpas.
Porque a paz de seguir leve vale mais do que qualquer razão.
— Edna de Andrade
A imagem que você tem de mim deve ser um acúmulo de quedas e superações, talvez tenha visto somente o produto final já lapidado, mas se me enxerga com algum brilho, ou ao menos lampejos de estilhaços, talvez fosse interessante conhecer a gênese da pedra bruta que nasceu no Vale do Mucuri.
Somente uma vida vivida para os outros é uma vida que vale a pena.
Será que vale a pena, se esforçar tanto pra fazer uma pessoa entender que ela pode chegar a vencer,se acreditar que as coisas que ela tenta pode acontecer?
Lute por seu desenvolvimento espiritual, mental, emocional e físico, pois essa e uma luta que vale à pena!
Sou apenas um simples menino poeta lírico nascido no Vale Mucuri predestinado a espalhar fraternidade e sonhos; se você está lendo essa mensagem é porque a educação tem força motriz de exalar nas pessoas o néctar valorativo da sabedoria; no silêncio das horas, vou renovando esperança, desejos e quimeras; a calmaria no horizonte anuncia um despontar breve, suave e colorido de um pássaro em voo solitário riscando os ares do Tabajaras com sua beleza tênue e serena, anunciando a verdadeira paz na imensidão cósmica.
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