O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar

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O mundo é feito por nós.
Nós somos os nós do mundo
e em tudo estamos atados.
O eu sem nós não existe.
A morte é o eu desatado.

Estive pensando em tantas coisas, pensei na maneira como via o mundo há alguns meses atrás. Tudo era dor e infelicidade, transformei meus maiores amores em dor, achei que tinha amado quem nunca amei. No momento em que você entrou na minha vida, consegui distinguir o amor da paixão, o sentimento da razão. Antes,só de olhar para alguém já me apaixonava. Agora não, sou mais forte, sou mais intensa, agora sou melhor. Melhor no amor, melhor na dor. Queria lhe agradecer pelos meses mas cheios de amor e carinho da minha vida. Os homens de verdade existem, as vezes estão bem á sua frente e você só não percebe porque acha que ele não presta. Todo homem presta, quando encontra a mulher ideal para ele. Se ele não prestou pra você, então você não era a certa pra ele e muito menos ele o certo para você. A diferença de amar a quem te ama e amar quem não ama você é muito grande. Com o tempo, você aprende a amar quem te ama e a achar banhal a quem você amou um dia.

Eu já falei isso antes em um mundo diferente, me joguei no desespero e continuei caindo em um abismo. Você estava lá do meu lado, me observando o tempo todo. Mas isso ainda me salvou. (Yuu Otosaka)

"Saí da minha caixinha.
Vi um mundo cruel
Voltei.
Nunca mais saí."

"...Nós vencemos metade da batalha quando
mudamos nossas mentes e aceitamos o
mundo como o encontramos, inclusive os seus espinhos...!"

PONTO FINAL

Quebrei o aquário com o maior prazer do mundo. Eu matei os dois peixes, deu um pouco de dó da fêmea, ela demorou mais pra morrer. Mas, sinceramente? Não estou com pena deles. Peixes morrem todos os dias, assim como pessoas. Ciclos se encerram todos os dias, assim como o dia acaba, como o amor é destruído ou construído. Todos os dias. Quem sabe, essa não seja toda a emoção da vida, não é mesmo?
Depois rasguei o embrulho do pijama, e queimei. E a tesoura me foi útil na hora de cortar o pijama em pedacinhos irreconhecíveis. O pingente de sol deve estar em algum lugar da rua, já que eu joguei da varanda aqui de casa.
Depois as coisas na parede do quarto devem estar em alguma lixeira; notei a presença da mãe tirando os papéis do chão enquanto eu dormia. Espero, sinceramente, que ela não os tenha guardado.
E, eu acho que depois que eu surtar e tacar o celular do vigésimo andar e ter o prazer de vê-lo esmigalhado no chão, eu me sinta bem melhor. Melhor do que estou agora.
Sinceramente, achei que fosse estar pior. Mas, não. A vida é feita de escolhas. Ok, eu sei que isso é muito clichê; mas é a verdade. Quem sabe, a única verdade nisso tudo.
As coisas costumam passar na nossa frente, se exibindo, prometendo felicidade. E vai da nossa coragem querer pegar e ser feliz, ou não. Daí que tem pessoas que fazem questão de deixar passar, por simples covardia ou vai saber lá o quê. As pessoas surtam e decidem ferir as outras. Depois reclamam de não serem respondidos.
Eu lembro que um dia eu escrevi sobre livre arbítrio. E, depois de tudo, continuo tendo a certeza de que existe uma coisa pré-definida por trás do livre arbítrio, que nos faz tomar aquela decisão por ser exatamente aquela que devemos tomar. Pro nosso bem ou não, mas a gente acaba vivendo uma história que já está traçada, já está escrita, já foi determinada. Aí, basta a gente entender e aceitar tudo isso pra não sofrer mais que o necessário.
E aprendi que, sofrer no dia seguinte é idiotice. Se sofre no dia da dor, o dia seguinte é outro dia e esse dia segue.
Eu já tentei várias vezes me fazer de forte, dizer que eu era durona e que jamais me apaixonaria, ou sofreria, ou cairia na lábia de um idiota que tem um rei na barriga.
Eu sofri. Não nego. Me descontrolei, quebrei o que eu podia quebrar, xinguei o que eu podia xingar, taquei almofadas na parede, me joguei na cama e me chamei de burra, prometi nunca mais ver nem ouvir falar no nome, tomei comprimidos pra dor de cabeça, meu estômago ficou atacado e eu chorava e me contorcia de dor na cama. Depois fiquei até altas horas da madrugada sentada na varanda olhando a lua cheia. Ela estava maravilhosamente linda e o céu não poderia estar mais bonito. Tudo isso normal. Coisas normais que acontece com qualquer pessoa que se entrega, que tem coração, que ama. Que ama de verdade. Que entende o perfeito significado do amor descrito em Coríntios, e que insiste em cumprir tudo o que promete. Coisas normais de uma pessoa que não é movida pela emoção, e mesmo na emoção, fala coisas que tem certeza que vai cumprir. Coisas normais de uma pessoa que mudou e que quer ser feliz, muito feliz.
Mas, no dia seguinte, a pessoa continua sendo normal e a ferida pára de sangrar. Tá dolorida por ser tão cutucada, mas não sangra mais. Depois de uns dias, cicatriza e fica a marca. E não é vergonha carregar as marcas. Pior aquele que não se entrega por medo de sofrer e carregar marcas depois. Como ele vai viver e passar toda a alegria e dor que teve pra outras pessoas? Impossível aprender sem carregar marcas, marcas que pesam, que revoltam, e que as vezes nos faz sentir idiotas. Mas são marcas, e por mais feias que sejam, devem ser motivo de orgulho para quem as carrega.
E quando você se conscientiza que foi melhor assim e que todo mundo precisa ser feliz, e não vai ser mais uma decepção que vai te fazer parar, te fazer desistir, aí você consegue não sofrer mais pela pessoa, não sentir falta. O amor fica escondido em algum canto e depois se cansa de insistir e vai embora, mais ou menos no tempo em que a ferida vira apenas uma marca.
E, mesmo depois de tudo ontem, não me arrependo de absolutamente nada. Eu vivi, fui extremamente nobre em me deixar viver, mais uma vez, tudo o que eu tinha pra viver, com toda a intensidade possível. E como todos os outros, vira mais um texto pro meu blog, mais uma história pro meu livro. De tudo o que foi vivido, de tudo o que foi dito, pra isso serviu. Pra me inspirar a escrever.
Não significa mais nada, a não ser, parágrafos de um desses textos gigantes que eu costumo escrever sem ver a hora passar.
E tudo volta como estava. Você, sendo uns papéis perdidos na minha gaveta de cartas. E eu, pra sempre, presa em algum canto em você. Porque eu ainda acredito no ser humano, ainda acredito nos olhos, na verdade das palavras, e nem tudo aquilo foi em vão ou mentira. E quanto a você, eu liberto de algum canto onde você esteve preso em mim por tanto tempo, e me esqueço, pra sempre, do que você foi e representou. Pra sempre.
E deixo de cumprir a promessa de que mais ninguém seria suficiente. Sim, existe alguém suficiente. Suficiente só pra mim. Do meu jeito. Que não tenha medo e que saiba, sempre, o que sempre quis. E que nunca, nunca desista de mim.

[...]
e, por um momento, eu quase me esqueci de onde vim,
deixando-me influenciar por um mundo que não é, nunca foi, e nunca será o meu.

Vivemos em mundo de manipulação mais nem sabemos somos enganados facilmente com um simples jogo de futebol que rouba nosso tempo ai depois choramos na igreja pedindo piedade pela nossa falta de respeito com nos mesmos

Cada fim do dia é como se o mundo acabasse pra começar de novo
Assistimos o fim do mundo toda noite de camarote
Com os pés na janela e as pernas entrelaçadas
Vendo as estrelas cochicharem todos os segredos do mundo entre elas

O homem sensato evita às vezes o mundo, com medo de se aborrecer.

Toda a obra literária leva uma pessoa dentro, que é o autor. O autor é um pequeno mundo entre outros pequenos mundos

Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo.

Sophia de Mello Breyner Andresen
in Coral - Obra Poética

Cinco verdades sobre a humanidade:
Todo mundo tem remela,
Todo mundo solta pum,
Todo mundo chora,
Todo mundo tem segredos,
Todo mundo mente

Esse é o nosso mundo, onde o demais nunca é o bastante e a primeira vez é sempre a última chance.

Se me deixou presa no mundo das disilusões dos desamores e de um passado sombrio!
Desculpa foi nesse mundo frio que aprendi a viver sem ter você...

⁠“É um mundo grande e bonito. A maioria de nós vive e morre no mesmo lugar onde nasceu, e nunca chega a ver nada disso. Não quero ser como a maioria de nós”. — Oberyn Martell

Você é uma pessoa maltratada, que carrega o mundo nas costas, sempre faz tudo para os outros, mas não tem responsabilidade consigo mesma. Coloca-se em ultimo lugar e se julga inferior aos outros. Não sabe que a nossa primeira obrigação como pessoa é cuidar do nosso bem-estar. Não precisa ter dinheiro para fazer isso. Basta prestar atenção ao que sente, valorizar suas necessidades em primeiro lugar.

Zíbia Gasparetto

Nota: Livro Se Abrindo para a Vida

A partir do momento em que você adquirir o devido conhecimento, nunca mais verá o mundo com os mesmos olhos.

⁠Tornamos nosso mundo significativo pela coragem de nossas perguntas e pela profundidade de nossas respostas.

Carl Sagan
Cosmos. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

Nota: Adaptação de outro pensamento do cientista.

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"Todo mundo quer uma nova definição de Cristianismo. Mas, o que nós precisamos é de uma antiga demonstração de Cristianismo!"