O meu Erro e Tentar te Agradar
Quando eu erro, eu reconheço! Eu busco a humildade, vou atrás, imploro, faço o impossível para reconhecer o meu erro, mas uma coisa que eu aprendi, foi que tudo tem limites, não vou me humilhar estando certa, com a consciência limpa, não é justo, se a minha verdade não interessa, quem quiser que viva da mentira que destrói, ou destruiu.
Ainda bem que Deus me conhece! A minha parte eu sempre busco fazer, Ele sabe! porém sou humana, eu tento, mas eu também desisto daquilo ou de quem desiste de mim.
É um grande erro pensar que todos nossos problemas serão resolvidos apenas pelo fator econômico. O dinheiro é necessário. Mas, sem amor, fraternidade, respeito e liberdade nenhuma sociedade se sustenta.
Que seja o erro aceitável não como fracasso, mas como uma ação que não trouxe o resultado esperado, mas que te dará grande aprendizado.#11;Errar faz parte do processo e só erra quem faz.#11;Quem não faz nunca erra, também nunca acerta.
Seja justo é não orgulhoso! Se em qualquer relação você for apontar somente o erro do outro e não se dispor em concertar os seus erros nunca haverá paz e entendimento.
Eu quero viver tentando acertar e lutando para me manter vivo, pois se me render ao erro dos outros serei como um navio a deriva em meio ao oceano.
TENTANDO REPARAR
Eis que venho fazer um reparo...
Muitas vezes me concentro no erro,
onde o certo, não enxergo...
E sigo... não paro.
Minha vida,
às vezes agitada,
às vezes parada...
Quero acertar sempre nos alvos dos "insights".
Lembrando de vidas da mesma vida,
Para poder circular neste movimento com sabedoria...
Quero gritar ao mundo o que vejo,
Que sou mais uma à procura de alguma coisa,
E se encontra dentro do reflexo.
Quero aprender de maneira clara...
Escolhendo o sol como um rei saudando a lua,
para as noites que fico com a alma desnuda,
para que minha essência receba o reflexo da lua.
E com os erros ou acertos,
Eu possa dizer que sou tua.
Vivo então, de braços abertos,
caminhando por um fio de arame,
Onde a verdade não aponte os erros...
Onde a mentira não me difame...
Sou adepta do "deixar o tempo resolver", jamais do confronto...
Se reconheço um erro eu peço desculpas...
Se me pedem desculpas sinceras... eu desculpo
Bastante simples...
Cika Parolin
VAMPIROS DE LÁGRIMAS
O erro não reconhecido se torna muleta patológica impiedosa; debocha e zomba do sofrimento alheio. Como autodefesa, age como espelho a distorcer os fatos projetando nos outros a imagem de si mesmo. E pra “respirar” tranquilo, adota o ceticismo e o prazer mórbido do vampirismo de beber das lágrimas do próximo como elixir redentor da própria consciência.
