O meu Coração aqui Vou Deixar

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Quero ser um diamante em tua vida a ser
lapidado…
e não cacos de vidro em teu coração
colado…

Fora do meu coração quem não me considera, dentro dele quem me completa!

Paz de espirito é quando voce consegue ouvir os ecos das batidas de seu coração num grito que se dispersa num silencio que é só seu...

AUSÊNCIA DE MÃE

Perder a mãe é ter uma lápide no coração que germina ramificações que pulsam vida que o cordão umbilical ainda prende a alma dela em você, aí quando a lembrança vem em sua memória, o líquido amniótico inunda seu mundo em lágrimas...por mais paradoxal que seja esse sentimento de morte o vazio se torna vácuo e a saudade implode, paralisa e chega assim de repente trazendo a doçura do seu semblante nessa hora, exatamente como agora, nessa ausência que silencia e chora.

NA PRÓXIMA ESTAÇÃO


No vão oco obscuro de minha incoerência
busco-te num coração estático e de luto
perambulando em busca de minha existência
sou uma peregrina enclausurada num reduto.
A vida é uma viagem...
Na próxima estação desembargo
liberto-me de mim
E em ti me encontro!


Lu Lena / 2026

"Entre o coração, o medo e a coragem, prefira o medo. O coração te engana, a coragem pode te machucar, mas o medo, ainda que covarde, vai te proteger."

onde as palavras
nem sempre precisam nascer,
porque o olhar fala,
a mão encaixa,
e o coração entende
antes da voz.

Um artigo dizia:
''Historicamente, se diz que no coração está a origem do amor, da coragem e da bravura.''.

Não perdi porque amei pouco,
perdi porque amar não garante lugar.
O coração não premia quem insiste,
ele só decide quem vai ficar.

Debaixo da roupa dela


Debaixo da roupa dela
há um coração que pulsa em silêncio, um mundo de ternura e cuidado, onde cada gesto é abrigo.


Debaixo da roupa dela
moram histórias que o tempo escreveu, cicatrizes que viraram força, e um amor que aprende a confiar.


Debaixo da roupa dela
o silêncio fala mais que palavras,
cada olhar é promessa tranquila,
cada sorriso, um lar possível.


Debaixo da roupa dela
não há mistério, há entrega serena,
um universo simples e verdadeiro
que escolheu caminhar ao meu lado.

O cheiro da chuva me leva a teus olhos, onde vejo a luz que acende meu coração.
Cada gota parece sussurrar teu riso,
molhando a alma sedenta do meu desejo

Tua voz é música que dança no vento, Teus gestos, poesia que
toca o coração.
Em teu ser moram sonhos e encantamento, Um amor que floresce sem explicação.

Marca o tempo [compasso]


Somos a voz da batida do seu coração, o sussurro que marca o tempo entre um suspiro e outro.
Não gritamos amor — pulsamos,
como sangue quente aprendendo o caminho do teu peito.


Somos relógio sem ponteiros,
vivendo do ritmo que teu corpo inventa quando me sente.
Cada verso é um gesto feito com verdade, onde amar é acompanhar sem apressar.


E se um dia o mundo silenciar tudo ao redor, restará esse som
— íntimo, fiel, verdadeiro.
Porque enquanto houver batida, haverá nós, afinados no mesmo compasso.

Beija-me com teus beijos de amor,
como quem ensina o coração a respirar,
demora teus lábios no meu silêncio
até que toda ausência aprenda a ficar.


Beija-me com teus beijos de amor,
e que o mundo pause no meio do gesto,
que nossas dores se esqueçam do nome
e virem abrigo no calor do teu peito.


Beija-me com teus beijos de amor,
não como promessa, mas como verdade,
pois quando tua boca encontra a minha
até o tempo se rende à eternidade.

Carta ao Meu Jovem Eu


Eu te escrevo do futuro, com as mãos cheias de cicatrizes
e o coração ainda teimoso em acreditar no amor.
Não fuja quando alguém tocar fundo demais,
nem endureça por medo do que pode doer.


Você vai amar errado, vai chamar de eternidade
o que era só aprendizado disfarçado.
Mas cada queda vai ensinar a levantar
com mais verdade do que orgulho.


Quando enfim amar certo, vai reconhecer:
não será pela ausência de dor,
mas pela paz de permanecer
mesmo quando o mundo tentar separar.

Hoje, se me julgam fria(o),
sigo em paz.
Meu coração não fechou,
apenas escolheu.
Carrego amor
— mas com raízes,
porque foi assim,
entre quedas e escolhas,
que aprendi a amar sem deixar
de ser eu.

Aprovado ou reprovei do seu amor?


Entreguei meu coração como quem faz prova final, sem cola, sem defesa, só verdade no olhar.
Estudei teus silêncios, decorei teu sorriso, mas teu resultado nunca quis se revelar.


Esperei a correção no intervalo dos dias, cada mensagem tua era um ponto a mais em mim.
Quando demorava, o medo me reprovava por dentro,
e eu refazia a esperança,
mesmo perto do fim.


Se eu errei, foi por amar além do permitido, por responder com alma o que pedias em razão.
Se acertei, foi por nunca desistir de você, mesmo com o coração em recuperação.


Então diz, sem rodeios,
sem nota escondida:
passei nessa matéria chamada
“nós dois”?
Ou sigo refazendo essa prova da vida, até teu amor me dizer se fico…
ou se vou.

Atrai o meu coração


Atrai o meu coração
como a lua puxa o mar,
sem fazer força, sem prometer ficar.
É um chamado mudo, um doce perigo, teu olhar me encontra
antes mesmo do abrigo.


Atrai o meu coração
no silêncio do teu nome,
onde a saudade nasce
antes que a falta se some.
Te penso inteiro em pequenos detalhes, no tempo que para
quando o mundo falha.


Atrai o meu coração
com gestos tão leves,
como quem ama sem fazer alardes.
Teu toque é verso que não sei fugir,
é porto e naufrágio querendo existir.


Atrai o meu coração
— e eu deixo levar, porque
amar você é não resistir ao mar.
Se for queda, que seja no teu chão,
se for amor, que seja tua direção.

Quando o seu coração foi estilhaçado e remodelado em algo que já não parece normal dentro do seu próprio peito, perdoar soa como uma palavra sem sentido no meio de uma conversa.

Assim como o oleiro molda o barro, Ele molda nosso coração, nossas atitudes e no nosso caráter.