O meu Amor foi em Vao

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⁠A cidade tá na mesma e eu volto pro mesmo abraço
Eu sei muito bem o traço da saudade
E quando eu chegar
Me espere em sua porta
E não me deixe ir
Se sabe que eu não volto
Então, o que vai ser?

Inserida por pensador

⁠Me leve pra longe agora
O que nos espera lá fora
É mais do que a gente sonha
Mais do que a gente sabe

Inserida por pensador

⁠Você quer ir embora de você
Como se você não lhe fosse
Todos os destinos possíveis
A ida é sempre volta
A volta, sempre ida
É melhor que fique
É viagem perdida

Inserida por pensador

⁠Meus gostos estranham os teus
Mas eu não estranho você
A diferença não faz diferença
Se você é você

Inserida por pensador

OMG, love is very very foreign you want to get rid of him, but still can not pluck him from the chest.

Inserida por tuts

“Era para ter sido diferente poxa. Não era para ter dado errado e muito menos para ter acabado. Era para ser pra sempre, como havíamos prometido. Deveríamos estar rindo um do outro, fazendo piadas infantis, brigando, enfim, fazendo o que costumávamos fazer. Era para estarmos juntos. Como deveria ser, como eu queria que fosse, como não é. Queria que tivesse dado certo, pelo menos dessa vez.”

Inserida por andriellybazante

Ansiedade, depressão, não é frescura ou coisa de gente fraca, e sim de quem já foi forte até demais.

Na arte não pode haver censura... se houver não é arte!
Ela não foi feita para agradar ninguém... nem fazer sentido
Nem quer dar exemplos e muito menos seguir qualquer tipo de realidade
A arte é feita de estética, às vezes, só dela...
Muitas vezes, ela terá em sua natureza o impacto do choque, da rejeição, da revolta, do insulto
Ela te arranca da zona de conforto...
Porque a arte provoca...

Para aprender sobre o sonho americano, deveríamos ler sobre imigrantes, a classe trabalhadora, mães negras, ou, no mínimo, alguém que não tenha uma mansão.

Sabe o que a minha mãe sacrificou pra vir pra este país? O que ela teve que fazer para que eu possa cursar a faculdade? Tem muita pressão em cima de mim e não tenho a liberdade de correr os mesmos riscos que você.

Se vocês não impediram o aquecimento global, suas férias foram irrelevantes.

Inserida por pensador

Sei que, fora destas paredes, o mundo está passando por um furacão, e que, em resposta a isso, jovens, especialmente meninas, estão expressando seu descontentamento sobre tudo a toda hora.

Inserida por pensador

Nos disseram a vida toda, de uma forma ou de outra, que os feitos dos homens são mais importantes. Esqueçam isso.

Inserida por pensador

Anunciação


Eu nunca estive errada
eu disse que se revelaria
revelou-se da forma mais covarde.

Quem tem essa malícia
não tem coração,
não tem simplicidade.

O tempo vai passar!...
Eu sumi de mim,
quando eu voltar...


(os deuses vão me reverenciar)

Camila Senna

Inserida por camilasenna

Você foi a minha vida inteira, mas eu... Fui só um capítulo da sua...

Pensamos que a saudade foi feita pra machucar, mas os dias se passam e vemos que ela é a mais certa de quanto gostamos de alguém!...

Despedida

Eu não podia imaginar as coisas que me aconteceriam, o início foi incerto, confuso e incomum, onde todos os estranhos fariam parte da minha vida, onde todos os cantos teriam histórias escondidas. Aqui passei os melhores anos de minha vida, fiz amigos, muitos dos quais me acompanharão para sempre. Por isso tenho que comemorar!
Esse é um momento especial! É hora de olhar para trás e ver por tudo o que já passei. Sem dúvida, muitas tristezas e conflitos, mas, felizmente, por inúmeros bons momentos, de alegria, de vitórias e de cumplicidade.
Devo esquecer aqueles que me impuseram obstáculos infundados e agradecer àqueles que me impulsionaram adiante. É hora, mais do que nunca, de valorizar as amizades e os conhecimentos adquiridos aqui.

E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
– Que quer dizer "cativar"?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que eles fazem. Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços".
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... Eu creio que ela me cativou...
– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
– Oh! Não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
– Num outro planeta?
– Sim.
– Há caçadores nesse planeta?
– Não.
– Que bom. E galinhas?
– Também não.
– Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua ideia:
– Minha vida é monótona. Eu caço galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
– Por favor... cativa-me! disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei para o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
– Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!

Antoine de Saint-Exupéry
O Pequeno Príncipe. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2018.

Frio sarcástico e sem coração. Foi no que eu me transformei. E só agradeço à sociedade.

O sol já se foi, agora só nos resta as memórias daquela luz.