O meu Amor foi em Vao
Meu coração e minha alma estão tão machucados e tão amargurados,meu mundo ta em declínio ...
Ai meu DEUS dai-me força, dai-me estrutura para suportar os ventos mais fortes, as desilusões mais amargas, as palavras mais ríspidas e os sentimentos mais falsos. Que todas essas lágrimas que descem pelo o meu rosto, possam se tornar sorrisos em um novo amanhã. Eu não quero olhar pro céu e pedir, eu quero olhar pro mesmo e agradecer. Por favor, não deixe a escuridão se apossar do meu ser e a descrença da minha alma. Dai-me esperança, fazei-me acreditar que tudo não passa de uma fase ruim e que tudo em um futuro próximo será tirado como um aprendizado. Guia-me por esses caminhos tão sinuosos e cheios de perigo. Conduza-me até a vitória e não me deixe no chão quando eu cair, levanta-me. Ensina-me palavras de bondade e respeito. Faça que sempre haja paciência e tolerância na minha existência. Não permita que a inveja e o mau-olhado se aposse do meu ser. Meu Deus, conceda-me o seu amor, o seu abraço, o seu respeito, a sua dignidade e o seu merecimento. Amém.
O espetáculo deve continuar! Por dentro, o meu coração está se partindo... Minha maquiagem está derretendo... mas o meu sorriso... permanece!
Ele pega a minha mão e me puxa para um abraço, que eu aceito de bom grado, meu lugar favorito no mundo inteiro.
Mas havia uma coisa que o meu assassino não entendia. Ele não entendia o quanto um pai pode amar o seu filho.
Às margens de mim, observo aturdida meu reflexo descendo a turbulenta corredeira da horas, na boca fúnebre do tempo.
Como uma tresloucada suicida arrisco o mergulho na tentativa desesperada de resgatar-me dessa força enexorárel que me arrasta para o remoinho da noite eterna.
Me livra de nada Senhor: Apenas me mostra o que preciso remover do meu caminho para que eu não seja injusta ...
Liberto-me! Apenas me deixo fluir e sintir!
Faço-me e refaço-me.Me reinvento,mudo meu passo crio-me com consciencia daquilo que sou e o que posso me tornar.
Dou-me vários nomes,mas um de cada vez apenas para ter o sabor de mais vidas....Tenho mais de sete,muito mais de sete!
Brinco com meus risos,desesperos,desapegos,e quando findo-me me redescubro!
E passo a brincar e brindar novamente!
Não sei o que me leva:inspiração,força,criatividade,divindade!
Gosto de pensar que um pouco de cada me guiar por essas linhas mágicas as quais invento amores e horrores.
Não importa qual é real,o que importa é o que faço ser real atraves de instrumentos.
Libero-me,sonho,amo,brigo,choro,chingo,amo....
Me deixo ser invadida,hora por cousas boas hora ruins...
Não reclamo,apenas faço,crio,amo!
Cada vez que observo, meu encanto se apaga. É como regar uma semente morta, dali nada nasce, nada floresce.
Sorri sem motivo,
chorei de emoção,
me apaixonei sem querer,
te guardei no meu coração,
corri, andei, me arrastei,
sem nenhuma reação,
você nem se importou,
vivi mais uma ilusão.....
Oh! não poder eu voar até você, meu bom amigo, e exprimir-lhe, com a minha emoção e torrentes de lágrimas, os sentimentos que agitam o meu coração! Sinto-me ofegante e procuro me acalmar.
Obrigada por, junto comigo, ensinar o meu filho a viver em conjunto, brincar sem medo e crescer com a certeza que é feliz e amado.
Eu não quero te prender a mim, eu quero que você permaneça ao meu lado sem algemas. Esteja aqui porque é bom estar.
Meu coração está ferido sem saber como me refazer ou me erguer, pois ninguém sabes a dor que sinto;
Vivo a esperança de tudo mudar e conseguir transpassar as ilusões sem deixar perder a restituição;
O que erá festa é luto do que já morreu, pois minha cura será do coração;
o dramático é uma forma indireta de me expressar
pq na maioria das vezes meu drama é na realidade o que eu sinto e n consigo falar
Deuses do lodo ou da lama!
Abaixo minha cabeça, cubro com as mão
o meu rosto, e choro;
É um pranto silencioso, onde ás lágrimas
não escorrem, vago entre meditações cruciantes.
Penso que somos bons ou parecemos bons,
Enquanto não nos assaltam a tentação a,
impiedade em nossa viagem pelos caminhos da vida.
Somos Deuses do lodo ou da lama não importa!
Somos Deuses mas, tanto sofrimento me arrojara a tantas plagas.
Meu olhar vivaz cansados de errar de sofrer sofrer,
me perco no fundo do oceano de minhas recordações, dos meus martírios Vejo uma alma alanceada por duras amargurosas, provações.
Débitos tormentoso em meu destino
Como uma fera mortalmente ferida. Minha cabeça tomba para o lado vergavando-me,
as pernas arrasto-me até a minha cama e lá...
minha cabeça pendera para o lado para nunca mais ergue-la.
Toda estrada tem espinhos, pedras no caminho
Mas mesmo assim eu vou... meu coração mandou
Pode ser que assim, sozinho
Cruze o meu destino um anjo protetor, meu verdadeiro amor...
O que está escrito aqui, meu ou de Ângela, são restos de uma demolição de alma, são cortes laterais de uma realidade que se me foge continuamente. Esses fragmentos de livro querem dizer que eu trabalho em ruínas.
Eu sei que este livro não é fácil, mas é fácil apenas para aqueles que acreditam no mistério. Ao escrevê-lo não me conheço, eu me esqueço de mim. Eu que apareço neste livro não sou eu. Não é autobiográfico, vocês não sabem nada de mim. Nunca te disse e nunca te direi quem sou. Eu
sou vós mesmos. Tirei deste livro apenas o que me interessava – deixei de lado minha história e a história de Ângela. O que me importa são instantâneos fotográficos das sensações – pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.
Já li este livro até o fim e acrescento alguma notícia neste começo. Quer dizer que o fim, que não deve ser lido antes, se emenda num círculo ao começo, cobra que engole o próprio rabo. E, ao ter lido o livro, cortei muito mais que a metade, só deixei o que me provoca e inspira para a vida: estrela acesa ao entardecer.
Não ler o que escrevo como se fosse um leitor. A menos que esse leitor trabalhasse, ele também, nos solilóquios do escuro irracional.
Se este livro vier jamais a sair, que dele se afastem os profanos. Pois escrever é coisa sagrada onde os infiéis não têm entrada. Estar fazendo de propósito um livro bem ruim para afastar os profanos que querem “gostar”. Mas um pequeno grupo verá que esse “gostar” é superficial e entrarão adentro do que verdadeiramente escrevo, e que não é “ruim” nem é “bom”.
