O Homem que Nao se Contenta com pouco
O processo é cansativo.
O desenvolvimento é algo que não podemos atropelar com a pressa, temos que ir de acordo com o tempo, em que se vive.
Sejamos paciente, não adianta se desesperar com medo do amanhã.
Os melhores acontecimentos da vida do ser humano vem quando ele menos espera, vem na hora em que o coração já não está mais aflito, vem quando as emoções já não deixa mais aquela angústia e um amargo ao salivar.
Por fim, seja uma pessoa de fé, não desista hoje, pois o amanhã está reservado para a vitória.
Lembre-se o amanhã é logo ali, só tenha fé.
Você pode seguir sem mim( escolha sua)
Mas eu sigo contigo( não é escolha minha)
Parece que você está no meu DNA e mesmo que eu queira não consigo tirar você de mim, me odeio por te amar tanto.
Se o ser humano se conhecesse melhor, não juraria amor a ninguém, pois ao fazer isso, enfrentamos nosso maior medo - o medo de falhar, de ser abandonado, de não ser recompensado, entre outros. Portanto, é importante ser sincero consigo mesmo e com o outro, evitando promessas que não possam ser cumpridas. Em vez disso, comprometa-se a dedicar para ser a melhor versão de si mesmo, e aqueles que sentem sua sinceridade irão compreendê-lo. Lembre-se: a honestidade é a base de qualquer relacionamento verdadeiro.
A pior dor da vida pode não ser a morte. Mas, não poder viver a sua existência e experimentar das suas esperiências e vivências."
A partida
Você me pediu para te deixar,
só não me disse como. Você já sabia que iria partir nessa viagem.
Foi embora sem dizer adeus, me deixou sem planos ou sonhos.
Para onde você foi, eu não sei. Mas nosso amor resistiu até mesmo a isso. Apenas sei que você foi contra a sua vontade. E que nessa viagem, não nos cabe decidir o dia, a data e a hora.
A ingratidão não melhora os cenários. Elas nos faz esquecer do bem que já provamos, deixa a vida amargurada. Faz com que nos irritemos até com os pequenos gestos de bondade. Parece que nada basta. Quem não aprendeu a agradecer no pouco, não será grato na abundância.
Não há nada melhor do que viajar e voltar para casa com novas histórias para contar e um coração cheio de alegria.
Só pilota motocicleta quem não tem medo de cair. A vida é como uma motocicleta, precisamos vivê-la sem medo das quedas.
Contar ou não contar? Essa é uma das questões mais importantes na vida de um soropositivo. Desde o momento em que recebi o diagnóstico, passei horas e horas pensando nisso. Contar para a família, para os rolinhos casuais ou para os namoradinhos mais sérios? Cada situação é diferente e exige uma abordagem diferente.
No caso da família, senti que era minha obrigação contar, afinal, eles são as pessoas mais próximas e que poderiam me dar o suporte necessário. Contar para amigos e rolinhos casuais foi um pouco mais complicado, porque não queria que a minha sorologia me definisse. Afinal, sou muito mais do que o vírus que tenho no corpo.
Já em relacionamentos mais sérios, a decisão de contar se torna ainda mais delicada. Não apenas pelo medo da rejeição, mas também pela falta de conhecimento que ainda existe sobre a doença e como ela é transmitida. No entanto, acredito que a honestidade é sempre a melhor opção.
Mas é importante lembrar que existe uma lei que protege a privacidade do soropositivo. É o chamado sigilo sorológico, que garante o direito de não revelar a sorologia em situações como entrevistas de emprego ou acesso a serviços de saúde. Devemos preservar a nossa imagem e os nossos direitos.
Em resumo, contar ou não contar é uma escolha pessoal e não há uma resposta única e certa. O importante é se sentir confortável com a decisão e saber que, no final das contas, somos muito mais do que a nossa sorologia.
