O Homem que Nao se Contenta com pouco
Um pouco menos de hipocrisia e um pouco mais de tolerância em relação a si mesmo só podem dar bons resultados em relação ao próximo; pois o homem tem uma inclinação nítida para transferir aos seus semelhantes a injustiça e a violência que exerce sobre a sua própria natureza.
O Judiciário brasileiro é ruim. É lento, ineficaz e pouco coerente. Se levarmos em conta o fator preço —1,43% do PIB—, é sério candidato ao posto de pior do mundo.
Ansiedade é excesso.
Excesso do daqui a alguns segundos;
Excesso do daqui a pouco;
Excesso do depois;
Excesso do amanhã;
Excesso do que pode acontecer;
Excesso de tudo aquilo que não está presente no momento do agora.
A ansiedade nos faz viver no futuro, no que ainda não aconteceu, no que pode ou não acontecer. Nos preocupamos com o amanhã, com o depois, mas esquecemos de viver o presente, que é o único tempo real que temos. Quando conseguimos focar no agora, a ansiedade perde seu poder e conseguimos viver com mais tranquilidade.
Mãos vazias
Quando se perde dinheiro perdemos pouco
Quando se perde um amigo perdemos um pouco mais
Quando se perde a fé e a esperança ai sim podemos dizer que realmente perdemos tudo que um dia pensamos ter em nossas mãos.
A doação a alguém necessitado é o ato de se entregar e levar um pouco do que a vida lhe dá. A doação é sublime! Não julga e alivia o que oprime.
Quem doa, sorri com a alma, acalma a dor, eleva o amor, resgata vidas, transforma a si, e as pessoas;
Quem doa tem seu verdadeiro valor; é um ser especial, aprende que na vida a doação é constante e um ato essencial.
Hoje, a saudade bateu forte e doeu um pouco. O meu desejo era que você estivesse aqui, comigo. A sua falta fez-se sentir em cada instante deste dia.
Bom dia!
E aqui estamos nós mais um dia que Deus nos dá para com ele aprendemos um pouco mais. Tenha um lindo dia florido com muitas possibilidades de bênçãos e vitórias. Feliz quinta-feira 🍀 ☺️
A percepção que os outros
Fizerem ao seu respeito
Nunca condiz com você
Tão pouco com o seu jeito
Pois mesmo fazendo o certo
E até estando bem perto
Só enxergam seu defeito.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
25/02/2026
Sempre há alguém que precise de um pouco de atenção para serenar o coração,alguém que note que ela existe,sempre há alguém que precise que notem sua presença,você não sabe o quanto uma palavra pode salvar e acender aquela chaminha de fé que estar quase se apagando e é nessas horas que alguém precisa de um bom amigo para conversar e saber que tem alguém ouvindo o grito de socorro que ecoa na sua alma.
- Pensava q andar de skate faria eu esquecer um pouco vc! Mas Pqp... Sinceramente, pensar em vc andando de skate é melhor ainda.
Interessante como para algumas pessoas o conceito de muito ou pouco varia a depender de quem seja o beneficiário.
O problema da humanidade é sempre o mesmo:
gente que sabe pouco, fala demais, faz quase nada e quando faz, faz muita merda.
Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.
Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.
E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.
Avisa quando chegar.
Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.
E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.
Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.
Eu merecia mais do que uma mensagem.
Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.
Avisa quando chegar.
Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.
Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.
E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.
E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.
Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.
E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.
Avisa quando chegar.
Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.
E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.
Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.
E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.
E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.
Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.
Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.
Avisa quando chegar.
Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.
E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.
Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.
Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.
Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.
Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.
E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.
Avisa quando chegar.
Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.
E o pior é isso:
eu ainda me importo.
Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.
Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.
Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:
Avisa quando chegar.
"Muitos são aqueles que sabem onde estou; tão pouco são aqueles que sabem onde me encontrar. Sou um fantasma na penumbra dos olhares, um eco firme em um silêncio escolhido. Encontro poder na solitude do meu coração."
