O Homem que Nao se Contenta com pouco

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Não vou deixar você ir,fica comigo e nós nos amamos um pouco mais.

Ainda me resta um pouco de orgulho, o suficiente para não confundir emoção com aparências, nem razão com inocência, a ponto de parecer um bobo. Ainda conservo intacto o meu caráter moral.

Não trago amor em festa, trago um respeito sereno — é pouco para quem deseja mar, mas é o que tenho.

Aquele que não incomoda é apenas um observador, acostumado a viver sem grandes exigências; o pouco que tem é o suficiente para viver.

O amor retalhado na alma, fruto do pouco tempo dedicado a quem não o acolheu,
é um amor menino — livre para descobrir horizontes,
mas ainda inocente e inexperiente,
por não conhecer os tropeços que o tempo ensina a suportar.

Hoje estamos aqui, daqui a pouco não sabemos, a vida é frágil e passageira... Crer em Deus é ter esperança de que a vida continuará, mesmo após seguirmos adiante, rumo ao desconhecido... O não crer em algo superior ao nosso entendimento, significa a ausência de esperança, o fim, o existir, mas apenas até o desaparecer sem sentido, algo do qual me recuso a acreditar, pois quero após tudo isso, com Deus estar.

Eu não pretendo ser o grande sábio, não quero ditar regras, tão pouco ser uma referência pensante, com teorias históricas ou linguísticas na ponta da língua... Quero apenas deixar as minhas ideias fluírem através de meus atos e citações poéticas, se as mesmas forem dignas de aceitação, não me importarei que a sigam...

Profetas

O judaísmo não tem nada a ver com evangelho de Jesus Cristo! Nem tão pouco é a verdade de Deus! Não passa de mais uma religião baseada em princípios dos homens! Jesus Cristo enfrentou o Judaísmo hipócrita. Toda a Lei não é judaísmo! Tal como evangelho nem sempre é cristianismo. Evangelho é o poder Deus, para salvação naquele que crê em Jesus Cristo. A Lei não salva ninguém, mas é a imagem das coisas que haviam de vir. É a imagem do evangelho; é a imagem das coisas de Jesus Cristo.

A lei é a verdade de Deus, num primeiro vislumbrar da verdade total que havia de vir. " A Lei veio com Moisés, a graça e a verdade vieram com Jesus Cristo. As religiões, mesmo as cristãs, não são a verdade. A verdade é Jesus Cristo! Só ele, mais nada! A verdade eterna que vive eternamente! Eis que já vem, para acabar com os deuses de todo o universo.

Naquele dia não haverá mais profeta que profetize. Porque então a verdade é uma realidade! Amém!

Que o nosso desejo não seja muito,
seja só o suficiente para o nosso bem.
O nosso pouco, pode ser o muito de muitos de quem nada tem.

Um intervalo onde a dor aprende a não fazer barulho. Onde o corpo aprende a suportar mais um pouco. Onde ninguém vence, ninguém perde — todos apenas continuam. Isso não é fracasso moral. É o retrato exato do que acontece quando a sensibilidade sobrevive tempo demais sem testemunhas.

⁠IARA REIS EVANGELISTA

Não posso deixar tal fato passar despercebido. Tu em tão pouco tempo de vida, superaste tudo que eu fui enquanto estudante. Além da dedicação incansável que vejo em ti, és sim, abençoada por Deus com o dom da sabedoria. Até hoje só me destes alegria. Continue neste caminho, pois ele é o único que pode levá-la em lugar tranquilo.

160823

Meio-termo não aquece, não ferve e tão pouco faz transbordar. Isso vai de amizades a amores. E não adianta jogar lenha na fogueira não, não adianta desperdiçar combustível com quem não aquece o corpo, ferve o ser e faz transbordar a alma.

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.


Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.


Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)


Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.

A esperança não grita; ela sussurra: “só mais um pouco, você consegue”.

Deus não erra o endereço, mas antes ele prepara, é só segurar firme que agora falta pouco.

O erro não é ganhar pouco, é gastar sem pensar.

Não acredito em sorte e nem tão pouco em coincidências.


Tenho apenas convicções de que existe um Deus, que nos traz providências.

Se souber pouco na sua profissão, atenha-se ao mais seguro.

Desse modo, ainda eu não seja considerado inteligente, passará confiança. Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício. Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal. Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme. Em todos os casos, sabendo ou não sabendo, a segurança é mais prudente que a singularidade.

“Não há vitória em um povo que fala muito e ora pouco.”

⁠Finalmente meus 40 anos...

Já não é mais a fase dos 20, nem tão pouco dos 30 é a fase tão esperada dos 40 anos...
Acumulei de maneira perfeita, a experiência e a juventude o que me fez dominar a arte, gestão da minha essência, somando vida aos anos que desfrutei e ainda os que tenho neste novo ciclo a desfrutar.
Finalmente o tão esperado momento dos meus 40 anos, onde deixo pegadas por onde caminho, fazendo-se dona dos meus passos.
E com maturidade sinto que piso mais forte, transmitindo segurança para si mesma e conseguindo me conectar com minha estabilidade emocional e pessoal que hipnotiza.
São muitas marcas do passado, é necessário muito amor para curar as feridas e as decepções.
Porém é necessário ser estratégica, tomadas de decisões sábias para lidar com cada momento.
Minhas prioridades não são as mesmas de dez anos atrás, e provavelmente vão mudar daqui a um tempo. A vida é uma constante mudança, e eu demorei para entender isso. Antes eu queria manter minha coerência, sustentar tudo em que eu acreditava. Mas aos 40 anos, compreendi que crenças mudam, que o que parece certo num dia, pode não ser no outro. Está tudo bem mudar de opinião, porque, conforme adquirimos mais conhecimento, essa é a tendência. Minha única prioridade imutável é ser feliz.
Aos meus 40 anos, sejam muito bem-vindos.
Confesso que tinha medo dessa idade e dos efeitos colaterais que ela pudesse trazer, mas decidi que não são números que vão decidir a trajetória dos meus anos. Neste aniversário, resolvi refletir sobre a vida e em como é maravilhosa vivê-la. Não irei me preocupar, apenas viverei um dia de cada vez, como deve ser feito.
Agradeço a mim pela mulher que me tornei, felicidades neste meu novo ciclo.
Meus 40 anos...