O Homem que Nao se Contenta com pouco
Fico imaginando suas mãos me acariciando, e tentando encontrar tudo o que não está a vista de seus olhos. Imagino sua boca na minha, meus olhos nos seus, e de repente, quando tudo se encaixa e estamos no auge de nossas emoções e sensações esquecemos do mundo.
Não sei se acredito em tudo que os meus olhos vêem, mas vou deixar as linhas irem se enfeitando no caderno da vida.... Aliás, sempre creio que a intenção é boa em face de não ser o agente modificador de tudo.
A partir de agora resolvi me fechar, não irei mostrar mais meus sentimentos, resolvi depender somente de mim, confiar somente em mim e me decepcionar somente comigo.
Amor mesmo é quando você pensa no futuro e não consegue imaginar sua vida sem aquela pessoa ao seu lado.
No abuso da autoconfiança reside o seu risco... também, quem vive com os carimbos da vida não pode temer esta singela observação.
O meu coração não se encontra hoje somente onde ele pulsa, ele se encontra também onde eu amo, ele esta com você.
Sempre que te vejo sinto uma sensação de felicidade, e em pensamento desejo que esse momento não passe. Eu sonho todos os dias, em te ver sorrindo, me chamando de “minha”, tenho medo de apenas serem sonhos, e simplismente você me abandonar. Queria tanto poder estar com você agora, te cuidando, te mimando, tendo seus carinhos, seus abraços, seus beijos, tendo você por inteiro.
Vou imprimir o que já está escrito nas páginas de minha vida.
Não me preocupa a iniciativa de alguém querer rasgar o que irá ler.
Causei, disto eu tenho certeza.
As variáveis são as mesmas que definem onde você quer chegar.
Talvez, não sejam as alternativas mais sensatas.
Não acaricio os espinhos, mas compreendo a necessidade de conviver com eles considerando que eles mantêm a beleza das rosas!
A essência dispersada no espaço que respiro, embora não me acalente a alma... pode ser o sentido questionável da permanência não pretendida! Por isso, abstenho-me dela!
Cante e conte enquanto há canto e pequenos trechos de uma caminhada!
Não se assoberbe da voz e, tampouco, dos caminhos!
Eles podem, quando muito, com o silêncio isolar-te no mundo ou findar-te pelo cansaço!
Não me imagino sofrente e, muito menos, sofrível. Existo comedindo os espaços e insisto, sobremaneira, para não causar sofrimento e ver as minhas penas misturadas ao cumprimento das dores!
