O Homem que Nao se Contenta com pouco
O Tempo de Agora
Não olhes para trás com pesar ou saudade,
o que passou já escreveu sua história.
Guarda no peito apenas a verdade,
o amor que ficou e a tua memória.
O que foi dor, serve como aprendizado,
mas não deixes que te prenda ou te impeça.
Liberta o que já não está ao teu lado,
o mal se desfaz, o bem permaneça.
Quem partiu deixou sua marca e lição,
seja doce ou amarga, ficou lá atrás.
Hojo tu segues com fé no coração,
fazendo do presente a tua paz.
Tens em tuas mãos o poder da mudança,
a força que vence qualquer batalha.
Crê em Deus, crê em ti, mantém a esperança,
que o futuro se tece com o que hoje trabalha.
Vive intensamente esse momento,
sorrir, amar e florescer.
O mundo responde ao teu sentimento,
e a felicidade... já está em você.
Não espere o apoio. Seja o início.
Quando você começar a servir a ciência com propósito, o mundo vai te notar.
Não se perca tentando salvar quem decidiu permanecer igual
Você não muda ninguém que não quer mudar.
Não existe amor capaz de curar quem abraçou a própria destruição.
Não existe cuidado suficiente para transformar alguém que rejeita a própria consciência.
Há pessoas que confundem ajuda com obrigação.
E fazem do seu coração um lugar de descarga — enquanto você vai se esgotando em silêncio.
Você insiste.
Explica.
Perdoa.
Recomeça.
E aos poucos percebe que está sacrificando sua paz para sustentar alguém que não faz o mínimo esforço para sair do lugar.
Isso não é amor saudável.
É desgaste emocional.
Cuidar do outro nunca deve significar abandonar a si mesmo.
Porque quem vive tentando salvar todos — muitas vezes morre por dentro sem que ninguém perceba.
Nem toda permanência é virtude.
Nem toda insistência é prova de amor.
Às vezes, maturidade é entender que algumas pessoas só mudam quando a dor delas se torna maior que o conforto de permanecer iguais.
E enquanto isso não acontece — você precisa escolher não adoecer junto.
Proteja sua mente.
Proteja sua paz.
Proteja sua essência.
Porque há batalhas que não são suas para carregar.
E há pessoas que só encontrarão transformação quando decidirem enfrentar a si mesmas.
— Paulo Tondella
"Não confunda uma oportunidade de negócio ou uma venda direta com má fé. Isaque Ramon Correia Cláudio é um trabalhador da saúde e da beleza que honra o que faz."
Por trás da frase 'não incomode mais o mestre' se esconde um mensageiro invejoso e mal-intencionado, disposto a tudo para impedir que Jesus triunfe.
"Não existe maior pobreza do que viver uma vida que não é sua. O meu primeiro trilhão foi conquistado no momento em que eu decidi nunca mais esconder quem eu sou."
"Não se trata de ter o mundo, mas de ser o mundo para quem soube enxergar. Quem não soube esperar a colheita, não terá lugar no banquete do legado."
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
"Rico é quem tem muito; trilionário de espírito é quem não precisa de nada para ser poderoso. A Riqueza Trilionária é a liberdade total de ser quem você nasceu para ser."
"Se a sua arte não ensina ninguém a ser livre, ela é apenas um barulho bonito. A Riqueza Trilionária é a sinfonia da liberdade."
"Não confunda o brilho passageiro de uma estrela com a luz eterna de uma mente que alcançou a frequência trilionária."
"A Riqueza Trilionária não é sobre o que você ostenta no palco, mas sobre o que você sustenta quando as luzes se apagam."
O que frequentemente se rotula como narcisismo não é excesso de si, mas sua carência: uma identidade que não se sustenta e precisa recrutar o olhar alheio como prótese. Não há transbordamento, há dependência; não há centro, há busca. E assim, o que parece vaidade revela, no fundo, um esforço contínuo de existir por meio do outro.
A visibilidade deixou de ser excesso — tornou-se prótese. Não se exibe por abundância, mas por sustentação: sem o olhar do outro, o sujeito não encontra chão suficiente para existir. A audiência não é ornamento, é muleta existencial. E assim, quanto mais se mostra, mais se revela a dependência — não de ser visto, mas de só conseguir ser quando visto.
