O Homem é um ser Social

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Estamos vivendo num caos social!



Não existe assistência social, preocupação com a população simplesmente não existe! É muito raro um político de coração bom como aquele Marcelo de Nápoles que realmente veste a camisa e vai para rua acolher seu povo. O que existe é muita ganância em enganar um povo sofrido.


A gente precisa de saúde que funcione e, principalmente, educação de verdade. Gastam rios de dinheiro com bobeira e o principal continua uma porcaria. É só chover dois minutos que os bueiros entupidos alagam a cidade inteira. A água sobe, entra nas casas, leva o pouco que a gente tem. E depois aparecem na TV dizendo que foi surpresa da natureza.


Eu olho pra rua e vejo a fila do posto, o idoso sem remédio, a mãe com criança no colo esperando uma consulta que nunca chega. Aí entendo por que tanta gente desiste. Não é fraqueza, é cansaço de bater numa porta que nunca abre.

É muito fácil ser comunista quando a sua trincheira é um bar e sua arma é a rede social! No virtual, tudo é legal; no real, pode ser fatal!


Saúde mental é o equilíbrio emocional, psicológico e social que nos ajuda a lidar com os desafios da vida, reconhecer nossas emoções, construir relações saudáveis, tomar decisões e cuidar de nós mesmos. Não é sobre estar feliz o tempo todo, mas conseguir atravessar diferentes emoções e momentos sem perder de vista o próprio bem-estar.

A mídia não visa a informar os fatos; funciona como uma máquina de engenharia social voltada à demolição da inteligência e à doutrinação das massas para impor a agenda do establishment global e do poder corporativo.

Independentemente da classe social, no fim, toda relação se sustenta em trocas e interesses.

A evolução existencial atravessa as barreiras da alienação religiosa e social.
Mesmo sob o peso dos "deuses" criados pelo sistema, surgem pessoas conscientes. Em contrapartida, vemos sementes humanas sendo polarizadas pela política e uma imensidão de bots analógicos alimentando a alienação.
Esses seres, perfeitamente animados por fora, revelam que o "humano-bot" não é uma novidade tecnológica: ele sempre foi fruto da inércia introspectiva da consciência, operando sob prerrogativas impregnadas pelo domínio mental de sua própria época

Canibal e fome de viver.
Existência social labirinto moral
Aonde esteve para viver comendo.
Obras do capitalismo...
Mais canibal tem fome.
A carne está cara
E tendência e ser vegano...
Morrer de fome antes era roer ossos clareza da mente torna se reeleição do relativismo.
A fome foi enganada por um pouco de ração.

Estrutura cultural...
Mais valia ainda depois de muitos anos a arte expressa o abismo social.
Muitas vezes a crédito da existência
Torna se objeto transformação da pobreza extrema.

Inclusão digital e social
Trabalhos sociais como placa bonita!
Sera obstáculo para educação.
Qual é impacto social digital na vida do aluno.
Será que este ensino foi completo e absoluto para cada aluno...
Estatuto da criança adolescente abriu novas possibilidades com contexto digital. Mas pequenos lampejos são os detalhes em que criticamos. A falta do intelecto do docente.

Teoria das cordas da alienação social da direita.


Tudo submetido a fake news.
Todos atos insanos e da esquerda.
Se a um erros os culpados pagaram.
Todos direitos humanos e trabalhistas retirados.
A impresa é mentirosa...
Toda estrutura do estado é privatizada ou vendida pelo nenor preço de mercado.
Tudo está relacionado a gaiola e suas teias.
Obras fantasmas, funcionários que nunca trabalham... exploração da floresta. Morte de indígenas. Tudo para um contexto complexo cheio de paradigmas.
Joias dadas ao governo são vendidas
Corrupção começa no alto credo político até baixas escalas do governo.
Mais uma vez aparece neste sistema de alienação intelectual e social O labirinto.
O alienígena da corporação democratica agora tem as sombras do imperialismo.

Alienação intelectual é social.
Título de eleitor na mãos e o diploma de burro no bolso para ter a declaração de analfabeto político. *analfabeto funcional*


Os escravocratas o trabalho deve ser 12 horas por dia sem folga ainda agradecer a Deus por ter um trabalho.
Os direitos da constituição devemos rasgar e excluir todos ministério.


O homem vive para trabalhar sera parte da opressão viver para comer ossos ainda assim serem gratos.

Engrenagens surgem para ter responsabilidade do controle social...?
As bolhas de informações sao adereços de beleza extrema importante pois declínio e a constante na origem da informação.
Formação de vertente social da especulação da moralidade...
Sendo a sensatez a ser obrigada ter novos parâmetros para a engenheria social.
O bug social labirinto de debates sobre havaianas ou estado inerte todavia o verbal da a polarização novas fantasias
Para que se abra paradoxos sociais.
Aonde o estado dividido é fraco e pode ser subjugado por outras engrenagens estruturais.

Dualidade do ser racional e ser moral...


Navio de passeio marítimo de alta classe social.
Certo...
O Navio teve a contaminação de um vírus letal, durante a visita a uma ilha.
Agora os passageiros devem ficar no navio serem acometidos da própria sorte...
Ou serem transferido para hotéis depois para hospitais trazendo um tratamento humanista.
A transgênia racional.
Pode se transforma em uma nova pandemia mundial.
O consenso de transcender a mente aberta.

A falta de estrutura é a dissecação da alienação religiosa e social...
As regras da ética e a moral morrem a cada instante.
Somos abduzidos da falta da consciência livre e crítica...
O analisar a máquina democracia compreendo que as origens do nepotismo não so poliformismo na temática da politica com seros laços de corrupção com a alienação intelectual e digital, vies da fisolofia é uma arma para aqueles que deviam cuida da democracia jogam o jogo do benefícios próprio para sermos servos do sistema da monarquia digitalizada.

​O Manifesto do Simulacro e a Fome do Ser
​Existir na alienação social é sustentar uma simbiose clonada. Na superfície de tudo, resta o questionamento de uma realidade ambígua: o ato de ser esmaga-se sob a essência de almas cansadas pelo vulto da entidade. Somos os resquícios de uma alucinação coletiva, onde a réplica nada mais é do que o abandono da consciência em um lapso temporal.
​Se o clone possui uma alma individual, fica a questão: somos aquilo que criamos ou nada criamos e tudo copiamos? O homem que copia a cópia do homem apenas copia. Na interlocução do observador, o clone torna-se só mais uma variável na equação do tempo e do espaço.
​Por que isso ocorre? Seria uma defasagem da alma, ou a alma permanece a mesma em outro fluxo temporal? O que testemunhamos parece ser o esquecimento do ser anterior — a ausência das experiências que só o cubismo político seria capaz de decifrar. Afinal, no jogo político, os autores são meras criações da manipulação, operando dentro de maquetes digitais.
​"Será que quem fui ainda sou eu?"
​Nessa busca por identidade, na afirmação do que sou, o clone esvazia o ser navegante. Há orgulho na simbiose com o meu "eu" anterior, onde fragmentos do pensamento comum se transformam na maravilhosa face da ciência. O fato intrínseco torna-se evidência: a alma pode até viajar no tempo, mas jamais poderá ser substituída ou replicada.
​É quando me vejo olhando para o três e o quatro, buscando o número do meio — o infinito oculto entre as margens.
​No ambiente em que vivemos, ainda vigora o negacionismo. Esquece-se que a floresta é a alma da vida e que fazemos parte do bioma. Não somos o bioma em si; não podemos ser seus predadores, mas sim os protetores da existência. A maior riqueza que possuímos é a simplicidade da vida.
​O clone sente fome de si mesmo porque ainda não aprendeu a criar, limitado a tentar ser moldado por convicções alheias. No fim, os antigos conceitos da política revelam-se como são: meros artifícios da geopolítica.

Respeito, é simplicidade compreensão da existência social aonde começa seu espaço e termina o espaço dos outros.
Invadir ou abusar do outro são a falta de respeito, invadir insultar denegrir.
Então Alienação e falta de respeito a vida.⁠

Desconexão da alma do ser humano...
O trâmite de alienação intelectual e social.

A projeção geometria do ser humano num mundo caótico da alienação religiosa e social.


É simplicidade compreensão do ser sem intelecto desprovido da visão crítico num ser totalmente o ser natural...
Geometria do ser humano como uma ilha dentro das ilusões.
Ate no pior cenário de absoluta presença do caos predomina no cérebro do ser humano a beleza, então resiste a virtude das da existência da ilusão o homem é simplicidade a paredolia da seu própria existência...

⁠A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.


Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.


O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.


Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.


E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.


A música vira trincheira, o louvor vira escudo.


O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.


Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.


O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.


Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.


Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.


Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.


Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.


Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.


O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.


Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.


Nós contra eles não dialogam…


Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…


Quando não fazem pior: se desumanizam.


Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.

"Posso fazer parte da desigualdade social, mas fazer parte da desigualdade intelectual é demais."