O Homem é um ser Social
Somos aquilo que nos permitem que sejamos. Nenhum homem é livre para ser o que pensa ser, porque não é livre para pensar.
Prefiro ouvir o pastor. - Filho meu, não inveje o homem violento e nem siga nenhum de seus caminhos.
Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só
diferença: a vítima.
Dizem que: "o verdadeiro homem não é aquele que conquista várias mulheres, mas o que conquista a mesma mulher várias vezes".(desconheço o autor)
Discordo. Por que o VERDADEIRO HOMEM É AQUELE QUE CONQUISTA A MULHER APENAS UMA VEZ, E CONSEGUE TÊ-LA AO SEU LADO PARA SEMPRE.( Esse é de minha autoria).
“Eu sou daquelas meninas bem loucas que beija qualquer um, pode ser homem, pode ser mulher.Sou daquelas meninas que não tem tempo para brincadeiras, comigo é jogo rápido nada de lerdeza, sou *daquelas que tu gosta da primeira se apaixona na segunda e perde a linha na terceira*
Sou muito louca,somos seres que caminham em busca de diversão e não sou uma vitima da tristeza, nunca amei ninguém ao não ser você…Sou daquelas que tu acha a mais chata , e mais criança , mais deixa a criança aqui mostrar uma coisa(ha) Gosto de ver a coisa acontecer e não gosto de perder. Mais se eu perder, perderei com classe, e vou falar para o vencedor Acabou boa sorte, gosto de ver tudo certo…Assim como você.
"O homem que se contenta em viver com uma companheira bela e útil, mas que não usa a mente perdeu em satisfações voluptuosas o gosto por deleites mais refinados; nunca sentiu a calma satisfação que refresca o coração sedento de ser amado por alguém que poderia entendê-lo. Mesmo na companhia dessa esposa, ele ainda está sozinho, a menos que aceite submergir no estado de animal."
O sistema capitalista é um sistema de prostituição, onde o homem vende o corpo e a alma em troca de um bem instantâneo e passageiro.
A verdadeira sabedoria de um homem não está em suas palavras, está na coerência entre o que ele fala e o que ele faz!
O que é o homem? Um vaso que pode quebrar-se ao menor abalo, ao menor movimento. Não é necessária uma grande tempestade para que se destrua; bata onde bater, se dissolverá. O que é o homem? Um corpo débil e frágil, desnudo, indefeso por sua própria natureza, que tem necessidade do auxílio alheio, exposto a todos os danos do destino; um corpo que quando exerceu bem os seus músculos, é pasto de qualquer fera, é vitima de qualquer uma; composto de matéria inconsistente e mole e brilhante somente nas suas feições exteriores; incapaz de suportar o frio, o calor, a fadiga e, por outro lado, destinado à desagregação pela inércia da ociosidade; um corpo preocupado com seus alimentos, por cuja carência ora se enfraquece, por cujo excesso ora se rompe; um corpo angustiado e inquieto por sua conservação, provido de uma respiração precária e pouco firme, a qual um forte ruído repentino perturba; um corpo que é fonte doentia e inútil, de contínuo perigo para si mesmo. Admiramo-nos da morte neste corpo, a qual não precisa senão de um suspiro? Acaso é necessário muito esforço para que venha sucumbir? Um odor, um
sabor, um cansaço, uma vigília, um humor, um alimento e aquelas coisas sem as quais não pode viver, lhe são mortais; para onde quer
que se mova, tem imediatamente consciência de sua fraqueza; incapaz de suportar qualquer clima, torna-se doente pela troca das águas, pelo sopro de ar não familiar e por incidentes e danos de mínima importância; um ser precário, doentio, tendo começado a vida pelo choro.
(Consolação a Márcia, XI, 2-4)
