O Homem e seus Instintos
COMO DEUS CRIOU O AMIGO
Deus na sua extrema sabedoria
observando o homem,
percebeu que ele além da esposa,
dos pais e dos filhos,
precisava de mais alguém
para completar a sua felicidade
e então Ele resolveu
criar alguém muito especial.
E para isso Ele resolveu juntar algumas boas qualidades
para formar esta pessoa muito especial.
Ele juntou a paciência, a compreensão,
o carinho, e o amor
que são típicos da mãe.
Colocou um pouco de determinação,
de força, de decisão, tirados do pai.
E percebendo que ainda faltava alguma coisa, misturou a tudo isso a pureza, a espontaneidade, a alegria, a irreverência e a sinceridade das crianças.
Para dar o retoque final, Ele acrescentou a paciência, e a moderação dos avós.
Disso tudo surgiu um alguém muito especial, importante e fundamental na vida de todos nós.
E de toda essa mistura de boas qualidades
e de tudo que é bom, surgiu o amigo.
O homem sábio é aquele que controla a mente e purifica o coração, preenchendo-o com bons pensamentos.
O homem, quando perfeito, é o melhor dos animais, mas é também o pior de todos, quando afastado da lei e da justiça, pois a injustiça é mais perniciosa quando armada, e o homem nasce dotado de armas para serem usadas pela inteligência e pelo talento, mas pode sê-lo em sentido inteiramente oposto.
Logo, quando destituído de qualidades morais, o homem é o mais impiedoso e selvagem dos animais.
Mas quando alguém prega o cristianismo de tal forma que o eco responde: "Fora com esse homem, ele não merece viver", saiba que esse é o cristianismo do Novo Testamento.
A crença em uma fonte sobrenatural do mal não é necessária.
O homem, por si só, é capaz de toda maldade.
A diferença entre a mulher decidida e o homem mulherengo é que a mulher decidida está sempre pronta para o que der e vier, e o homem mulherengo está sempre pronto para quem vier e der.
Não corro atrás de ônibus, vou correr atrás de homem? Dou sinal meu bem, se não parar, eu pego o outro!
Não há maneira mais segura de se vencer neste mundo do que dormir com a mulher de um homem poderoso.
A razão satisfaz apenas a faculdade de raciocinar do homem, enquanto que a vontade é a expressão da totalidade da vida, ou seja, da vida humana inteira, inclusive a razão e seus escrúpulos; e embora nessa vida, tal como se exprime assim, se torna às vezes má, nem por isso deixa de ser a vida, e não uma extração de raiz quadrada.
O homem enérgico e vencedor é aquele que pelo próprio esforço consegue transformar em realidade seus castelos no ar. Quando este resultado não é atingido, seja por oposição do mundo exterior, seja por fraqueza do indivíduo, este se desprende da realidade, recolhendo-se onde pode gozar, isto é, ao seu mundo de fantasia, cujo conteúdo, no caso de moléstia, se transforma em sintoma.
