O Homem e seus Instintos
Você pra sempre. Em todo espaço, em todo branco, em todo homem, você é o menino que não tiro do coração.
Fica decretado que o homem se sentará na mesa, com seu olhar limpo, porque a verdade será servida antes da sobremesa.
Nota: Trecho de "Os Estatutos do Homem"
Não tenho o direito de dizer ou fazer qualquer coisa que diminua um homem aos seus próprios olhos. O que importa não é o que penso dele, mas o que ele pensa de si mesmo. Ferir um homem em sua dignidade é um crime.
A diferença do filósofo para o homem comum é a mesma do garimpeiro especialista em diamantes e a do garimpeiro que não entende de diamantes.
O garimpeiro que não conhece o diamante se encontrar um diamante bruto, pensa apenas ter encontrado uma pedra qualquer. Diferentemente do garimpeiro especialista, que sabe que provavelmente encontrou uma pedra preciosa e que precisa ser lapidada.
O mesmo se da com o homem comum e o filósofo, enquanto o homem comum observa os acontecimentos apenas com normalidade e quando não compreende o por quê, aceita de forma passiva; o filósofo vê os acontecimentos não como eles se apresentam, mas com as diversas possibilidades que podem se tornar, e nisso pode ser lapidado num pensamento brilhante que assim como o diamante poderá ser um brilho à humanidade para toda eternidade.
Este homem que eu admiro tanto,
com todas as suas virtudes
e também com seus limites.
Este homem com olhar de menino,
sempre pronto e atento,
mostrando-me o caminho da vida,
que está pela frente.
Este mestre contador de histórias
traz em seu coração tantas memórias,
espalha no meu caminhar muitas esperanças,
certezas e confiança.
Este homem alegre e brincalhão,
mas também, às vezes, silencioso e pensativo,
homem de fé e grande luta,
sensível e generoso.
O abraço aconchegante a me acolher, este homem,
meu pai, com quem aprendo a viver.
Pai, paizinho, paizão...
meu velho, meu grande amigão,
conselheiro e leal amigo:
infinito é teu coração.
Obrigado, pai, por orientar o meu caminho,
feito de lutas e incertezas
mas também de muitas esperanças e sonhos
EU TE AO COM TODA ALMA E CORAÇÃO
A Verdadeira Riqueza
Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia.
Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba.
Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra.
Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos.
Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los.
Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras.
No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam.
Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo:
- Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem?
- Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade!
O hóspede respondeu prontamente:
- É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato.
Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal.
E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não.
O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro.
E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava:
- Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre?
- Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente?
- Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro?
- Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita?
- Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido?
- Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo?
- Que diferença isso fará daqui a cem anos?
Absolutamente nenhuma !
No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade.
A vocação para homem público deve ter como essência ver em cada pai seu próprio pai, em cada mãe a sua mãe, em cada filho os seus e em cada ser humano o seu irmão.
O meu melhor conselho?
Se apaixone por pessoas
Seja por uma mulher
por um homem
Se apaixone muito
Seja você
Sem rótulos
Seja livre
Viva
Se preocupe menos
Aproveite mais
Se apaixone pelo beijo
pelo olhar, pelo arrepio
pela pegada
Experimente se apaixonar por pessoas
Abuse
Saia do convencional
Fuja de todas as rotas
Quebre todas as regras
A vida é exatamente agora
