O Homem é antes de tudo um Animal
Você quer que ele repare nos teus olhos, mas ele só olha o teu corpo. Como um animal, deseja sua carne, com uma fome bestial e incontrolável... e você cede. O alimenta e é jogada fora, como restos de carne pútrida e insignificante...
“O cheiro de carne atrai leões, mas o fogo espanta qualquer animal devorador; assim será os que andam na carne ou com o Espírito Santo de Deus.”
No mundo animal, mostrar o dentes é uma atitude de ameaça, por mais que temos evoluído em ralação aos nossos antepassados, parece que alguns animais humanos ainda estão presos ao primitivo, visto que não sabem sorrir ou corresponder a um sorriso.
NENHUM animal pode ser culpado de nada, em nenhuma situação! Pois eles são irracionais, não se pode culpar um animal, que não pensa em seus atos, eles agem apenas por instinto. Mas o ser humano, deveria ter pena de si mesmo, mesmo tendo idéia do que faz, consegue fazer coisas absurdas, e ainda assim, acha que tem o direito de culpar os outros animais por motivo nenhum. O animal mata por uma única coisa, para se alimentar. E o ser humano? Mata outros animais, e mata também, seres da sua própria espécie, algumas vezes até de sua própria família! Se nós fossemos irracionais, o mundo talvez estaria muito melhor, pois muitos seres humanos, não teriam possibilidade de fazer as coisas de acordo com seus interesses, e nem de acordo com a sua maldade. Dotado de razão, o ser humano pode e deve ser punido por seus atos, e assim, devemos aplicar essa frase: "Aqui se faz e aqui se repara".
Nunca define um ser humano e nunca queira saber dos seus erros, um ser humano é todo animal irracional dependendo das das circunstâncias onde se encontra num determinado tempo e espaço.
Charles Cumbane
Um Animal por instinto produz Veneno para sua Defesa.
Um ser Humano por Ignorância para o seu próprio Mal,
O Ódio que confude com presteza,
O Rancor que fortalece o banal
E desfocado produz a Inveja se tornando o seu próprio Inimigo Mortal.
Opostos complementares feitos dos mesmos elementos
A besta, o animal, o solo, o social
Guerreiros sem armamentos
Estruturas sem fundamentos
Você me toca mas não te sinto
Eu sou encanto, mas não feitiço
Te pinto numa tela tentando te entender
Talvez as misturas de cores da tua pele me revelem a composição do teu ser
Como Dorian Gray, aprisionado num retrato
Rara beleza espontânea
Te faço em realismo e ainda sai abstrato
As cores ficam opacas a cada renascimento
Inalcançável beleza estática
Nem meu marta Kolinsky traduz seu movimento
Inesgotável fonte de arte e poesia
Não capturo sua alma
Não alcanço tuas cores
Só te pinto em fantasia.
Não importa a Pedra bruta que fui um, nem o animal feroz que um dia rosnou pra se proteger do destino, porque até as pedras viram pó, e o animal feroz se cala diante do seu cruel destino, escrito por Armando Nascimento
No mundo animal, com a dança do acasalamento, o conquistador monogâmico procurará demonstrar toda a sua exuberância, força e virtudes, normalmente em uma única vez para o alvo da conquista. Tendo êxito, os defeitos surgirão em seguida.
Da mesma forma, com o ser humano não é diferente. Para minimizar riscos, a racionalidade, a intuição e, principalmente, o tempo antes da rendição são importantes, mas sem garantia de imunidade.
O animal racional é o único ingrato, ele cresce com facilidade de esquecer de fato, quem lhe deu o bom trato pra ele crescer.
A história do burro
"Um dia, um burro caiu num poço de onde não conseguia sair. O animal agonizava, enquanto o seu dono pensava no que fazer.
Após reflectir algumas horas o dono concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estando mesmo seco precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Chamou os vizinhos e pediu-lhes que o ajudassem a encher o poço de terra, enterrando assim o ainda vivo burro. Pegou cada um numa pá e começaram a atirar terra para dentro do poço.
O burro entendendo o que estavam a fazer começou a chorar desesperadamente. Até que, passado um momento, pareceu ficar mais calmo. O dono olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre o burro este sacudia-a, dando um passo sobre a terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos testemunharam como o burro conseguiu chegar ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali….”
