O Copo Nao esta meio Cheio

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Há muito mais certezas em um copo de cerveja do que se pode imaginar.

Sirva-me um copo duplo de SEROTONINA
Breve, transbordando, sem uma última gota...
Sirva a todos na Esfera armilar,
São meus convidados,
Filhos de Deus, querendo , aceitando ou não...
Não Indicarei o momento, o dia, a estação, o ano, a época,
Mas á partir de agora, desde já...
Quero sorrir, tenho motivos!
Ou não? Pouco importa...
O fundamento, a essência, a causa...
A v ida!
O milagre de acordar todos os dias
Transbordando de ventura,
Dita esta com êxito,
Loucura é não sorrir, deixe-me ser
O pior já passou!

Quem nunca botou . Um copo de guaravita na bike . Pra fazer barulho de motor Kkkkk

Vivemos em uma geração que acha melhor
encher o copo de bebida,
do que o coração de amor.

É fácil me esquecer sexta a noite, no copo de bebida, numa mesa de bar. É fácil muito fácil pedi desculpa no sábado pela manha, depois de ter me feito passar a noite em claro, esperando uma ligação. O que será uma sexta? quando eu não te atender mais a semana inteira.

⁠Mesmo se você recolher com amor todos os pedaços de um copo quebrado, eles ainda serão pedaços. Uma vez que algo se quebra, nunca pode voltar a ser como era.
(Rena Ryuugu)

⁠⁠Minhas horas vagam pelo tempo. Encontro-me vazio, mergulhado num copo de cerveja. Encher a cara já não fazia mais sentido e o dia seguinte já não era mais o mesmo.

⁠⁠A gente só sabe quão Grande é o problema de alguém, quando o vive.
O copo pode estar na metade pra você, mas pra mim ele transborda.

⁠Ja tive momentos de achar que ostentar copo de cerveja em status era chic , chic mesmo é postar uma viagem uma boa companhia e um sorriso sem álcool...não que eu nao beba mais só que hoje aprecio e não mais me entrego a isso...

⁠⁠A genialidade é como um copo de vinho. Beba demais e ela irá deixá-lo desiludido.

⁠Há arte em beber sozinha por escolha, mas na boemia, brindar sem ninguém transforma o copo em uma bela dose desolidão.

SEM LUGAR NO MUNDO
Sinto-me assim,
Sem lugar,
Sem encaixe.
Sem grupo,
Sem um copo de cerveja,
Sem Samba,
Sem Rock.
Sinto-me sem identidade,
Sinto-me assim.
Onde o som alto e música sem sentido parece levar-me a pular,
Entrar nas ondas sonoras,
Em nova frequência,
Em novo ritmo,
Em nova realidade sem mais companhia.
Não há lugar no mundo.

Penne Rigate, um copo de tinto. Outro domingo de solidão aprisionado em meus domínios. Onde andará minha princesa pálida?

O prelúdio da cerveja

O suor do copo
antecede
o suor do corpo
o prazer
afoito

O gosto da cevada
se mistura ao
da língua
atrevida
molhada

A espuma
lembra a maciez
as mãos sobre a pele
a iminente
nudez

Um gole
um beijo
Um gole
um abraço
Um gole
de desejo
Um gole
que amasso!

É o vazio da garrafa
Cai o copo
Cai o corpo
Caio inteira
e enlouqueço
pela noite
nos teus braços

O casamento é como a pessoa que quer tomar um copo de leite e compra uma vaca.

São ciclos: o copo enche, esvazia e enche outra vez...

“As certezas derramando como um copo de água na toalha.”

MINHA BOÊMIA


Boêmio,
Que anda sem pressa,
Sentindo o chão,
Peito aberto e o copo na mão,
Gole de cana,
Verso sagaz,
Vagando no mundo,
Querendo mais,
Beijo na boca,
Esquina qualquer,
Sem hora marcada,
Gostoso o riso,
Cheiro de madrugada,
Coração sem tranca,
Rolê é poesia,
É andança...

Entre paredes e silêncios


Encosto a alma no concreto,
como quem pede licença ao dia.
O copo pesa menos que o pensamento,
mas mais que a ausência que me visita.

Fecho os olhos, não por cansaço,
mas por querer ver o que não se mostra.
Há um mundo atrás das pálpebras,
onde o tempo não exige resposta.

A camisa branca guarda segredos,
como se o tecido soubesse demais.
E os muros, cúmplices mudos,
não perguntam, apenas me deixam ficar.

Não é tristeza, tampouco paz.
É esse meio-termo que me veste,
feito sombra que não quer ser noite,
mas também não se atreve a ser luz.

'ABELHAS'

Sob a mesa amarroada,
abelhas polonizam a carne crua.
Zumbidos ao redor de um copo caído parece infinita cena.
Embebidas com o cheiro acre,
destilado,
decalque...

Próximo a elas,
papéis jogados,
acolhendo a letargia de algumas,
veemente saboreando seu pedaço de carne.
Asas parecem bater mais fortes,
volúpias,
vaidades, ...

Para onde fora o própolis?
Sem significado,
os papeis sofrem:
abelhas já mortas,
sem voo,
empalhadas pelo próprio 'mel' que criara.
Vilipendias,
caminham lentamente na emoção...

Parado na reflexão,
a casa de palha observa-me petrificada.
Serás casa nos dias que virão?
Ou apenas lembranças de rodas dentadas?
Tudo será abelhas,
engrenagens?
E em meio a tantas,
sopeio as que ainda restam.
Mas outras voam sem rumo,
sempre a procura,
carnes cruas,
colmeias...