O Copo Nao esta meio Cheio
“Idealizar uma vida discreta e leve é compreender que a verdadeira grandeza está em existir sem alarde, deixando que a serenidade seja o mais alto dos triunfos”
“ Tentar se vingar de quem está longe é como lançar uma flecha contra o vento — o esforço parte de você, mas o retorno da energia negativa e o desgaste acaba voltando para você também "
Amar também é disfarçar que está tudo bem, seguir em frente sorrindo… só porque você acha que a outra pessoa está feliz sem você — enquanto, talvez, ela esteja fazendo exatamente o mesmo, acreditando que você já aprendeu a viver sem ela.
A minha consciência está presa nesse corpinho frágil, e de algo acontecer a ele, ela para de existir
Esta madrugada fiquei à tua espera, assim como ontem e todos os dias que se passaram desde que fostes embora...
Anseio por tua vinda como quem anseia por um copo d'água após uma tarde escaldante, sedenta, exaurida...
Hoje deitei-me mais cedo, e enquanto aguardo o sono, suplico ao Divino o sonho que me trará você....
Semente do Capítulo Sexto — O Sinal que Veio de Dentro e de Fora
O personagem está caminhando numa noite tranquila, dessas em que o céu parece ter mais estrelas do que espaço pra caber estrelas. Ele já vem de um caminho de cura, fé, reconstrução… mas existe algo diferente no ar. Uma vibração que o corpo percebe antes da mente.
No começo, ele acha que é só mais uma crise de ansiedade chegando. O peito esquenta, a nuca arrepia. Mas a sensação cresce de um jeito que não dói — chama.
É aí que o déjà-vu aparece.
Ou déjà-v i, como algumas pessoas dizem intuitivamente, como se o “i” desse uma girada mística na palavra.
Tanto faz: o importante é que o fenômeno bate forte.
Ele tem a sensação exata de já ter estado naquele momento, naquele pedaço de noite, naquela respiração. Só que tem uma diferença: agora a sensação não é só psicológica…
é física.
O vento para por um segundo.
O som da rua parece engolido por um silêncio vivo.
E surge uma luz.
Não é luz de carro, nem de avião.
Não pisca, não ameaça, não faz barulho.
Ela simplesmente… existe.
E, estranhamente, o personagem não sente medo.
Sente reconhecimento.
Como se aquilo fosse uma resposta antiga para uma pergunta que ele nunca teve coragem de fazer.
A mente dele tenta ser racional. Puxa conceitos.
Pensa no projeto 3I/Atlas, aquele sonho científico de mapear fenômenos não explicados pelo comportamento dos céus. Pensa em ondas gravitacionais, pensa em radiação de fundo, pensa em inteligência fora da Terra.
Mas o coração diz outra coisa:
“Isso é pra você.”
A luz, então, pulsa.
Não como ameaça, mas como… saudação.
E nesse pulso, algo explode dentro dele — uma lembrança que não existe, mas que ainda assim parece dele. Uma memória de outra vida? Um eco espiritual? Uma ponte entre consciência humana e algo maior?
A ciência chamaria de experiência anômala subjetiva.
A fé chamaria de manifestação de Deus.
A filosofia chamaria de encontro com o mistério.
Ele simplesmente chama de verdade profunda.
A luz começa a se afastar devagar, como quem diz:
“Segue — tem mais.”
E o déjà-vu se transforma numa certeza poderosa:
a jornada dele não é só emocional, espiritual e humana.
É cósmica.
Ele é parte de algo maior que o próprio destino.
——————————
Está decidido
À partir de hoje
É proibido odiar
falar mal e reclamar
À partir de hoje
É proibido ser infeliz
proibido fazer fofoca
proibido o diz que me diz
é proibido ficar doente
é proibido não entender
é proibido ser carente
Fica também decretado
Que todos serão obrigados
a gostarem uns dos outros
e também se olharem
como irmãos
Se você não tem religião
Esta lei é fundamentada
Na Eva Mitocondrial
Mãe dos seus pais
e dos meus
Se você tem religião
esta Lei se baseia
Nos Mandamentos de Deus
Ciência ou Religião
tanto faz
À partir de agora
É obrigatório
Viver em paz.
Quando um dia perceber que o seu amor está se acabando, recorde o motivo pelo qual ele começou e pense na saudade que vai sentir quando ele realmente deixar de existir.
Quem tem DEUS,
nunca está só na Terra,
só está a pessoa na multidão,
mas a solidão,
é onde DEUS se manifesta!
Está deitado aqui sem o calor do seu corpo e um Martinho, queria tanto se aquecido pelas sua chamas, suas mãos por todo meu corpo, aquela pegada forte que só você sabe onde me arrepia.....
Ah porquê você sempre faz os mesmos erros e bla bla bla.
- E daí? Quem é que está respirando pelo meu nariz?
O ILUDIDO E O DOIDO
Tem gente que faz loucura
Sem pensar no que está fazendo,
Vai seguindo pela vida
Sem saber onde está indo.
Quando a coisa dá errado,
Diz: “Eu não sabia, não!”
Mas existe outro mais fino
Que conhece a situação.
O doido age sem juízo,
Sem medir consequência,
Já o iludido faz sabendo,
Mas disfarça a consciência.
Faz de conta que não sabe,
Muda logo a explicação,
E quando alguém desconfia,
Ele diz: “Foi impressão!”
O Iludido é pior que o Doido,
Um sabe a razão,
Outro faz sem noção.
Um conhece o caminho,
Mas finge estar perdido,
O outro vai sem rumo
Porque é doido ou distraído.
O Iludido é pior que o Doido,
Um sabe a razão,
Outro faz sem noção.
Na vida de um casal
Tem história de montão:
Um percebe a falsidade,
Mas faz cara de paixão.
Sabe onde está o problema,
Conhece a situação,
Mas prefere fazer de conta
Que não viu a traição.
Tem também quem viva em casa
Fazendo jogo ensaiado:
Sabe tudo que acontece,
Mas se mostra enganado.
Quando chega a tempestade,
Vem com aquela indagação:
“Quem foi que fez isso comigo?”
Sabendo a resposta de antemão.
No trabalho é parecido,
Tem sujeito especialista:
Sabe tudo que está errado,
Mas se faz de bom artista.
Quando a culpa bate à porta,
Ele muda de posição:
“Eu não estava sabendo!”
E escapa da confusão.
Tem colega que conhece
Cada passo da jogada,
Sabe quem puxa os cordões,
Sabe quem não faz nada.
Mas prefere ficar calado,
Esperando a ocasião,
Pois quem finge ser inocente
Muitas vezes tem intenção.
Entre amigos acontece
Uma coisa interessante:
Tem quem saiba da conversa
E se faça de ignorante.
O segredo está guardado,
Mas conhece a situação;
Só revela quando percebe
Que lhe traz algum tostão.
Na política é mais forte
Esse tipo de esperteza:
Tem discurso de esperança,
Mas por trás muita esperteza.
Promete céu ao eleitor,
Fala em povo e união,
Mas depois de eleito esquece
Da palavra e do povão.
Tem político que conhece
A miséria do lugar,
Sabe a dor de quem trabalha,
Sabe o povo reclamar.
Mesmo assim faz pouco caso,
Com conversa e distração,
Pois se faz de desentendido
Para fugir da obrigação.
E o povo muitas vezes
Também entra nessa história:
Sabe quem está enganando,
Mas insiste na memória.
Vota, sofre e depois diz:
“Eu não tinha informação!”
Quando a verdade estava
Bem diante da sua mão.
O doido pode ser franco,
Pode errar sem perceber;
Já o iludido tem ciência
Do que pretende fazer.
Um tropeça no caminho,
Outro escolhe a direção,
Mas se esconde atrás da fala
Para negar sua intenção.
Por isso tenha cuidado
Com quem vive disfarçado,
Que conhece cada coisa
E aparece desinformado.
Às vezes o mais perigoso
Não é quem perde a razão,
Mas quem sabe muito bem
E finge não saber, não!
O Iludido é pior que o Doido,
Um sabe a razão,
Outro faz sem noção.
Um conhece o caminho,
Mas finge estar perdido,
O outro vai sem rumo
Porque é doido ou distraído.
O Iludido é pior que o Doido,
Um sabe a razão,
Outro faz sem noção.
Na escola da existência
Todo mundo tem lição:
Nem todo silêncio é medo,
Nem toda fala é opinião.
Tem silêncio de quem pensa,
Tem palavra de ocasião,
E tem gente que se faz de doida
Pra esconder sua intenção.
Ser esperto é uma coisa,
Ser desonesto é outra,
Quem conhece seus próprios atos
Não deve viver na sombra.
Porque a vida dá voltas
E revela a situação:
Quem brinca de ser inocente
Pode cair na própria mão.
No final dessa peleja,
Fica a grande conclusão:
O doido pode ser doido,
Mas merece compreensão.
Já o falso desentendido,
Que calcula cada ação,
Sabe muito bem o que faz
E ainda nega a razão.
Por isso digo em meu verso,
Com respeito e sem engodo:
Não confunda quem não sabe
Com quem finge saber de tudo.
Pois há loucura sem maldade
E esperteza sem coração.
O Iludido é pior que o Doido,
Um sabe a razão,
Outro faz sem noção.
Se um erra sem perceber,
O outro erra decidido;
Um é doido por natureza,
O outro é malandro escondido.
O Iludido é pior que o Doido,
Um sabe a razão,
Outro faz sem noção.
Meu beijo de hoje é para você, uma pessoa linda que, mesmo longe, está sempre presente.
Aquela pessoa com quem a gente pode conversar sobre tudo, a qualquer hora. Ela sabe dar conforto com o coração sem querer nada em troca. E quando ela precisa, sabe que pode contar comigo da mesma forma, sem problemas.
Não importa o tempo que passamos longe uma da outra: a amizade é irmã do amor. Ela não tem uma cara específica, mas tem troca, afeto, respeito, carinho, confiança e alegria.
É aquela pessoa que diz o que acha certo, mesmo quando não é o que a gente quer ouvir — mas que respeita nossas decisões sem julgar.
Que avisa do perigo quando não estamos enxergando, mas não briga pelas escolhas que fazemos.
Quando você é arrogante demais e acha que está sempre certo, é como se uma parede fosse erguida ao seu redor. Você para de escutar os outros e fica preso nas suas próprias ideias. Acha que sabe tudo e que não precisa de ninguém.
Mas a verdade é essa: quanto mais você se fecha, mais longe fica da resposta certa. Ninguém cresce sozinho. A humildade não é fraqueza – é a sabedoria de quem entende que sempre há algo novo para aprender.
O orgulho excessivo cega. A vida tem um jeito de nos lembrar que, por mais que a gente pense que voa alto, sempre podemos cair. A verdadeira força está em saber que não temos todas as respostas.
Cuidado com excesso...
Mesmo que seja às vezes...
...coisa de gente!
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