O Copo Nao esta meio Cheio

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"Deus é Deus em cada detalhe. Silencie, espere e confie: sua vitória está sendo escrita agora. Deixe a fé te colocar de pé e a coragem te levar além."

O pensamento é a nossa dignidade. Tratemos, por conseguinte, de pensar bem, pois aí é que está o princípio da moral.

⁠Quem toma remédio sem olhar direito a bula,pode está se envenenando.

⁠Medo,
De alçar voo,ou da queda brusca.
O medo está nas duas ações,
A queda só acontece se o voo acontecer,
O voo pode acontecer sem queda.
A escolha é livre.

Sobre lugares e pessoas que eu prometi nunca mais voltar,
Até aqui,
Minha parte do nunca está mantida.

Se hoje minha pele está em flor,
Minhas cicatrizes foram sulcos que plantei sementes.

Enquanto você escolher está perto de quem te corta as asas,
Esqueça o voo,e o gosto da liberdade.

Quem conhece suas batalhas é quem está na trincheira com você,
Os outros querem apenas informações para noticiário.

Heteroconhecimento:


Você está liderando pessoas… como se elas fossem você.


E é exatamente por isso que sua equipe não responde como deveria.

"Quem despreza um bom conselho está jogando fora o tempo que outra pessoa gastou para aprender. Inteligência é crescer com a experiência alheia."

"Quem tenta vender cada conselho está fechando a porta da sabedoria para abrir a do caixa; o verdadeiro valor está em ver o outro crescer, não em quanto ele pode pagar."

⁠A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.

O mundo que tentam Destruir, Dominar ou Suportar, sempre esteve, está e sempre estará nas mãos do Filho do Homem.


O mundo que por vezes tentamos carregar nos ombros, dominar com nossas próprias forças ou até destruir com a nossa cegueira, nunca deixou de estar nas mãos do Filho do Homem.


Há quem se esgote tentando sustentá-lo sozinho, há quem se iluda acreditando ser dono dele, e há quem, por desespero ou revolta, queira vê-lo em ruínas.


Mas o mistério maior está em compreender que não fomos chamados nem para destruí-lo, nem para controlá-lo, e muito menos para suportar seu peso sozinhos.


O convite do Cristo é outro: confiar!


Confiar que o mundo repousa seguro em Suas mãos.


Confiar que nossa parte é ser presença de cuidado, de amor e de esperança dentro dele.


Quando aceitamos essa máxima, o peso diminui, a vaidade perde força e até a destruição parece inútil.


Porque se o mundo já está nas mãos do Filho do Homem, cabe a nós apenas abrirmos as nossas para servi-lo.

Se está ruim para você, imagina para o Galão que nem água para o banho pega mais.

Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.

O encardido está decorando o salão nas profundezas para celebrar as bodas da Igreja com o Estado.


Não será festa de amor, mas banquete de conveniências.


O altar se mistura ao palanque, e os votos são jurados não diante de Deus, mas diante do poder.


As taças não transbordam de vinho, mas de vaidade.


O coro não entoa cânticos de fé, mas hinos de domínio.


Os convidados não são santos, mas cúmplices.


E enquanto a celebração se desenrola nos porões da alma coletiva, o povo, aturdido, dança sem notar que a festa é de luto.


Porque toda vez que a Igreja se deita com o Estado, quem sai órfã é a Verdade.

Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.


Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.


Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.


Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.


A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.


Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.


Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.

⁠Os fortes impõem limites e são respeitados; os fracos bajulam e são usados.


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Estados também têm suas DRs… e elas precisam ser tratadas à luz da sinergia entre respeito, maturidade, responsabilidade e sensibilidade — de Estado para Estado — sem interferência da famigerada ferramenta dos moleques especialistas em guerras palavrosas.

Crescendo em Estatura e Graça, está aquela que veio para Laurear meus dias e, por vezes, me salvar até de mim mesmo: minha neta favorita!

⁠A psicóloga está acabando comigo:
mandou-me separar um caderno só para anotar as incidências de estresse…


Só estou fazendo para comprar caderno!


Parece brincadeira — e é também!


Mas, olhando mais de perto, percebe-se algo muito maior escondido nesse riso: quantas vezes tratamos o cuidado emocional como se fosse só mais um caderno novo na gaveta?


É a recusa disfarçada, o medo sutil de se conhecer,
de se colocar diante do espelho,
de admitir que dentro de nós também existem gavetas bagunçadas
que carecem de arrumação.


Escrever, no fundo, é isso:
um ato simples que revela abismos
e, ao mesmo tempo, constrói pontes sobre eles.


Pela palavra, evitamos novas feridas
e aliviamos as que insistem em se abrir.


Há textos que caminham sozinhos.


Nascem prontos, enxutos, inteiros.


Mas há outros que precisam calçar as sandálias da empatia
para não machucar ou confundir quem ainda anda descalço dentro da própria alma.


E, é nesse vai-e-vem entre provocar e acolher
que percebemos algo curioso:
quando aprendemos a brincar com as palavras e com as imagens,
elas se juntam para brincar conosco.


A escrita deixa de ser esforço
e passa a ser companhia.


A arte deixa de ser fuga
e vira travessia.


É aí que o caderno muda de função.


De simples objeto, ele se transforma em lugar:
um lugar onde a dor descansa,
onde a graça do cotidiano floresce,
onde a alma encontra espaço para respirar.


E se eu tenho um desejo para quem se senta para folhear conosco esse “nosso caderno”,
é que saia daqui um pouco melhor do que entrou.


Porque a palavra bem cuidada faz isso —
acolhe, reorganiza, ilumina.


E quando compartilhada com sinceridade,
cura quem escreve e quem lê.


No fim, terapia ou não,
a escrita é um jeito silencioso de cuidar do mundo.


E, quem sabe, de nós mesmos também.