O Copo Nao esta meio Cheio
Os algoritmos decidem as nossas vidas
A sociedade está cada vez mais polarizada e confrontacional (agressiva) nas redes sociais. Se eu pesquisar sobre 'venda de automóveis´, nos momentos seguintes o algoritmo do facebook encarrega-se de publicitar tudo sobre venda de automóveis.
Se eu pesquisar sobre um candidato politico, nos momento seguintes serei bombardeado com inúmeras opiniões e defesa de posições assumidas por esse candidato e de seus apoiantes. O algoritmo irá escolher o que eu devo ver e irá filtrar todas as posições contrárias às defendidas por esse candidato. o contraditório (mesmo que absurdo) excluídos. Imaginem isto durante semanas, meses ou anos e que resultado esperamos?
Quando ficar dói menos do que ir…
Quantas vezes você já se perguntou se está sendo paciente ou apenas se anulando?
Se o que você chama de amor é, na verdade, medo de perder?
Se a relação em que você está te traz paz — ou apenas ocupa o vazio de não saber ficar só?
Nem sempre o sofrimento se apresenta como dor explícita.
Às vezes, ele se manifesta como espera, como silêncio, como adaptação constante.
E é justamente aí que mora o perigo: quando ficar parece mais fácil do que se posicionar.
Em algum momento, quase todos nós nos encontramos nesse lugar silencioso.
Não é exatamente sofrimento escancarado.
É algo mais sutil: uma inquietação constante, uma sensação de estar esperando por algo que nunca se define.
E, se você for honesto consigo mesmo, sabe do que estou falando.
Sabe porque sente.
Sabe porque vive.
Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.
Esperança de que a outra pessoa se envolva mais.
Esperança de que se posicione.
Esperança de que, em algum ponto do tempo, ela perceba o seu valor.
Enquanto isso, você adapta o tom.
Reduz a expectativa.
Tolera o que não te faz bem.
Vai ficando.
Não porque está em paz — mas porque sair parece doer mais do que ficar.
O problema é que essa permanência tem um custo silencioso.
Ela vai te afastando de si aos poucos.
Você começa a confundir paciência com renúncia, compreensão com autonegação, maturidade com silêncio.
E o mais desconfortável de tudo é isso:
no fundo, você sabe.
Sabe se existe reciprocidade.
Sabe se há presença real.
Sabe se é prioridade ou apenas conveniência.
Ignorar essa percepção exige esforço.
E é esse esforço diário que cansa, adoece e rouba a alegria de viver.
Quando você finalmente se posiciona — quando escolhe por si, pelo seu equilíbrio emocional — algo estranho acontece.
O barulho cessa.
A expectativa desaparece.
E surge um vazio.
Mas esse vazio não é ausência de amor.
É ausência de conflito interno.
É o cérebro desacostumado ao estímulo da espera.
É a alma respirando depois de muito tempo em tensão.
Esse espaço que agora parece assustador é, na verdade, o primeiro momento de liberdade real.
Antes, ele estava ocupado por algo que não tinha futuro, mas que consumia tudo.
Agora, o terreno está limpo.
E terreno limpo assusta quem nunca se colocou como prioridade.
Mas é nele que você se reencontra.
É nele que seus valores voltam a fazer sentido.
É nele que você para de implorar por presença e passa a escolher companhia.
Esse momento exige coragem.
Exige atravessar a dor de se decepcionar.
Exige sustentar a decisão mesmo quando a saudade tenta te convencer a voltar.
Mas aqui está a verdade que quase ninguém diz com clareza:
A dor de se posicionar é intensa, mas breve.
A dor de não se posicionar é silenciosa — e dura uma vida inteira.
Quando você aceita atravessar esse curto período de desconforto, algo muda para sempre.
Você não aprende apenas a sair de uma relação ruim.
Você aprende a não entrar novamente no mesmo lugar.
Você deixa de negociar a própria dignidade.
Deixa de se contentar com migalhas.
Deixa de chamar de amor aquilo que só existe enquanto você se diminui.
E, a partir daí, tudo muda.
As relações que permanecem são diferentes.
As escolhas são mais conscientes.
A paz deixa de ser exceção e passa a ser critério.
O solo fértil que você preparou não é só para alguém novo entrar.
É para você nunca mais se abandonar.
O que hoje parece perda é, na verdade, o início de uma vida com mais sentido.
Menos ruído.
Menos espera.
Mais verdade.
E isso não é sobre coragem momentânea.
É sobre decidir, uma única vez, que você não será mais refém.
Carta crítica filosófica
À Natureza
É um prazer lhe escrever esta carta,
ainda mais pelo privilégio de usar um papel
extraído de uma antiquíssima árvore da Alemanha.
Escrevo-lhe com meu mais novo lápis do Líbano.
Veja como você é importante para mim.
Querida,
quanto tempo faz desde que não nos falamos, não é mesmo?
Pensei em você enquanto meus funcionários
erguiam meu novo prédio — um edifício grandioso.
Lembra-se daquele jardim onde costumávamos passar?
Comprei-o em um leilão.
Agora, ali, nasce um prédio comercial.
Esperei por você no lançamento da pedra fundamental.
Olhei entre homens e mulheres,
mas não a encontrei.
Terá eu lhe magoado, querida Natureza?
Achei que tivesse liberdade para tratá-la
com mais intimidade.
Parece que você não aprovou minhas ações.
Não se preocupe.
Assim que eu terminar de limpar o terreno
dessas árvores velhas
e concluir a construção,
erguerei uma estátua de concreto
em sua homenagem.
Talvez assim eu consiga reconquistá-la.
Quando puder, responda-me.
Atenciosamente, o insensato.
Eu sou, uma pessoa interesseira.
Quando você, está bem;
falo bem, de você.
Quando você, está mau;
falo mau, de você.
Qual é, o meu nome?
Meu nome é:
Uma Pessoa Interesseira.
MANIPULADOR
Pare de vestir a fantasia de pessoa frágil
Que está dodói o tempo todo.
Para de se doer até pelo que não existe
E pare de se fazer de vítima.
Pare de subtrair de mim
O que você tem mais do que eu.
Para de exigir e implorar
Uma atenção que ninguém pode dar.
Pare de extorquir meus bens
Pare de agir como um canalha
Como alguém realmente do mal.
Sempre quer receber e nunca pode se doar.
Nunca pode ouvir e sempre quer falar.
O manipulador sempre tem uma história triste para contar.
A Democracia talvez NUNCA tenha nascido. Está num laboratório sendo sabotada por algumas famílias que comandam tudo: os Rothschild, os Rockefeller, os Soros, os Gates e outras.
A democracia talvez NUNCA tenha nascido. Está num laboratório sendo sabotada por algumas famílias que manipulam e comandam tudo em beneficio próprio: os Rothschild, os Rockefeller, os Soros, os Gates e outras.
Despencamos em um abismo, quando a voz da consciência lá no fundo nos diz: "Cuidado! Você está sendo enganado com palavras doces." Essa voz nunca mente.
Quando se está perdendo num jogo de xadrez, ou você derruba seu próprio rei ou tenta mais uma estratégia, MAS não derruba o tabuleiro.
"Se você está esperando o momento perfeito, está esperando a morte. Porque o único momento em que não há riscos e tudo está calmo é no cemitério."
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