O Copo Nao esta meio Cheio

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Respirar,


mesmo quando o mundo não perceber,
mesmo quando o tempo passar
e nada for mais igual,


quando ninguém mais for o mesmo...
ainda assim,
respirar.

Tem coisa que faz a gente lembrar que é... viva e doída,
um eco que não se cala,
um fio solto no tempo
que puxa a gente pra casa.
Que é... riso que arde,
lágrima que dança,
um cheiro, uma cor,
um instante que nunca se cansa.

A MINHA FORMA NUA E CRUA

Quando a pessoa não é sincera com você, você é obrigada a ser pelas duas e isso pesa. Quem não te dá sinceridade não aguenta ela, e eu não sei ser só metada, estar inteira pra mim também é ser real e sincera.
Às vezes a pessoa se retira da vida da outra por entender o lugar dela...
Eu entendi o meu.

Agora entendo: o amor verdadeiro não grita, não cobra,
não exige.
Ele apenas espera.
E o dela esperou por mim.

Um amor não se esquece de verdade,
mas se solta aos poucos.
Não é apagar, é deixar de sangrar.
Cada lembrança vai doer menos, até virar só uma parte da sua HISTÓRIA... Uma que te fez sentir tudo, e agora te ensina a se Erguer de novo.

Honrar a palavra também é saber a hora de recolher o que sobra de você.
E isso não é descrédito
É sobrevivência emocional.

Tem verdades que não precisam de ouvidos pra valerem.
Elas continuam ecoando em você,
nos lugares que você tocou, e em quem tiver sensibilidade pra perceber o que você carrega.

o silêncio não resolve nada,
só deixa feridas abertas em quem ama de verdade.

A grande crueldade do silêncio é essa: Ele não mostra nada de quem partiu, mas deixa quem ficou com todas as perguntas e nenhuma resposta.

O que te fizeram calar não matou teu som, só adiou o momento
de você se ouvir de novo.

Verso inquieto, pensamento que voa,
Sou fogo que queima e água que entoa.
Não me prende a superfície,
não me doma a razão,
Geminiana, sou caos e canção.

Pra quem nunca ficou


Você não ficou quando doeu,
nem perguntou se a noite me cabia.
Silenciou quando o mundo caiu,
e apareceu só quando eu fingia.
Disse “felicidades”, mas era medo,
não afeto, nem saudade.
Foi o susto de me ver inteira,
de eu seguir sem tua metade.
Eu esperei no eco do tempo,
no som do que não voltou.
Agora entendo: eu não te perdi,
foi você quem não me encontrou.

Quem foge de luz é quem ainda não sabe enxergar.

Sou feita de restos que insistiram em ficar,
pedaços que o tempo não quis levar.
Metade de mim é calma aprendida,
a outra metade ainda é incêndio que não se apaga.

Tô aqui. Mesmo torcendo pra você parar de sofrer por gente que não soube te segurar.

Aprendizado do dia: Pessoas realmente boas são raras. Quando alguém é bom pra você, isso não se explica em palavras, se demonstra. Muitas vezes até assusta, porque a gente não está acostumado a ser bem tratado. Esse cuidado é a forma mais simples e sincera de alguém dizer que se importa. E Deus coloca esse tipo de pessoa na nossa vida uma única vez. Se tiverem a oportunidade, guardem, cativem e cuidem, porque o mundo está cada vez mais sombrio, e uma luz faz diferença.
Gente assim não é perfeita, e nem precisa ser. Carrega uma graça, um tipo de brilho que impulsiona. Não é fácil reconhecer, mas existe uma semelhança divina nisso.
Cultivem o que é bom. Assim como todos passam pela nossa vida, um dia essa pessoa também pode ir, sem deixar rastros. Eu, sinceramente, ainda não encontrei alguém como eu descrevo, mas quando encontrar, não vou deixar ir até Deus levar.
Às vezes, deixamos o que é bom passar porque achamos que não merecemos ou porque perguntamos “por que eu?”. Esqueçam essas perguntas. Vivam o que Deus determinou e não deixem nada estragar isso. Uma luz, no meio da escuridão, salva.


06:52 da manhã de uma quinta-feira, dia 27 de novembro de 2025.

Você não foi pouco. Você foi demais para quem não sabia o que fazer com isso.

Saudade do que foi vivido


Sinto saudade não do que faltou,
mas do que existiu inteiro,
do riso que aconteceu sem esforço,
do tempo em que o corpo não doía por lembrar.
É uma saudade estranha,
porque não pede volta,
só reconhecimento.
Ela diz: isso foi real, isso me atravessou.
Tenho saudade do jeito que eu era
quando aquilo cabia em mim,
quando o mundo não pesava tanto
e amar não exigia sobrevivência.
Não é ausência.
É memória viva.
Algo que passou, mas não morreu.
Algo que vivi, e por isso, deixou marca.
Saudade é isso:
não um buraco,
mas uma cicatriz quente
provando que houve vida ali.

O mar é abrigo


O mar não pergunta nada.
Não exige explicações,
não pede promessas.
Eu chego cansada
e ele continua ali,
aberto, imenso,
sem se negar.
O mar acolhe até
quem chega quebrada,
com os pés feridos
e o peito cheio de nomes.
Não me diz para ficar,
não me diz para ir.
Ele apenas existe.
E às vezes isso basta:
um lugar que não foge,
que não se fecha,
que não me pede para ser outra.

Apagar o número não apaga o sentimento. Mas corta o acesso automático ao impulso. É a diferença entre sentir dor e se ferir de novo por reflexo.
Hoje, isso é maturidade emocional em modo sobrevivência.
Você não está desistindo de alguém.
Está parando de sangrar pela mesma ferida.