O Cometa de Carlos Drumond de Andrade

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Homem não presta? Não Prenda, homem presta sim, o que não presta são os piás que tu prioriza!

Indireta todo mundo manda, quero ver mandar uns quilos de erva mate.

Tu é mais importante que a Cuia do meu Mate.

Dormir agarradinho, juntinho, beijinhos, carinhos..
Acordar, matear, namorar e pra sempre assim poder te amar.

Tu vai ficar por quanto tempo?
Preparo um mate, ou preparo a minha vida?

Pois é... Hoje me deu uma saudade das brincadeiras, risadas, conversas, do mate, em fim, saudades de ti.

Quero um beijo demorado, um abraço prolongado,
um mate ao teu lado e um amor sem fim.

Quando penso no meu futuro, vejo a gente lá,
mateando, embalando o nosso piá.

A gaúcha é tão linda, mas tão linda,
que deixa qualquer dicionário sem palavras!

O meu “estou bem” significa que estou de pé, estou respirando, andando, sentindo, mateando, mas não significa que estou feliz.
— Me faltas tu.

Mas afinal só queremos um amor, ser cuidado.
Ter alguém pra dividir a vida, o pingo e o chimarrão.

Que a paz o amor e um bom chimarrão virem rotina.

Céu estrelado,
tu ao meu lado…
Um mate ajeitado,
dá pra sonhar um bocado.

Viver é dar a si próprio a maior e melhor oportunidade de descobrir, de aprender. Viva, então, intensamente! Permita-se!

Devemos ter cuidado para não perder o que já temos ao buscar aquilo de que não precisamos.

Não adie um elogio. Seja rápido em reconhecer o que de tão sensacional foi feito.

Passava-se as tardes
entre trepadeiras
boa noites
cravos brancos
e dormideiras

As tardes eram sempre as mesmas

Os mesmos lírios
A mesma sala vazia
Os mesmos livros

Drumond
Lispector
Florbela
o menino
e a laranjeira em flor

Lá fora
abelhas enlouquecidas
embriagadas de polen
e perfume de azhar


As noites eram quase eternas

O morrer das prosas
crepitar da lenha
coaxar dos sapos

O menino e os lírios

candeeiro aceso
Refletindo os sonhos
No espelho dos olhos

Inserida por onne

Concordo com o mestre Ziraldo, ler e melhor que estudar, estudei para as provas de educação moral e cívica e esqueci tudo. Mas o Drumond não me sai da cabeça.

⁠"Busquei na alma vadia dos poetas
No êxtase das quimeras soberanas
Verdades voláteis e profanas
Provilégio dos magos e profetas

Vi na névoa a amazônia de savanas
Donde antes homens por demais atletas
Destilavam o suor de sua gana
Vi por cinzas as vidas da floresta

Composto inorgânico de baganas
Destruição e morbidez tão completas
Que a natureza, quem sabe leviana,

Sugerindo uma saída hipotética
Propôs novas vidas...
Mas não humanas."


Avanildo Moreira Mateus - 1995
Antologia Poética - Poetas em Altamira.

Inserida por Avanildo