O Amor tem que ser Alimentado
Tem mais presença em mim o que me falta.
Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário.
Sou muito preparado de conflitos.
Humanos são seres miseráveis. Eles invejam quem tem mais e desprezam quem nada tem. Medo e ódio surgem a partir de qualquer diferença, por menor que seja…
Mulher é igual a cerveja: cheira bem, tem boa aparência, você passaria por cima da sua mãe pra ter uma! E logo vai querer outra...
Tem gente que fala que não gosta de mim, que sou metido, mas a única coisa que sabe de fato sobre mim, é o nome.
Você tem um confronto de duas pessoas, totalmente diferentes, uma desmembrada, e que se tornou menos que humano, porque, para mim, humano inclui a capacidade de amar, e ele deliberadamente se desumanizou.
E essa outra pessoa cheia de falhas, vulnerável, e ainda assim continua lutando, ainda assim amando, ainda se atrevendo a amar, se atrevendo a ter esperanças.
Não, vocês tem balas, e a esperança de que quando elas acabarem eu não esteja mais de pé, por que se estiver, vão estar mortos antes que possam recarregar.
Em todo tempo, passageiro é a vida...
O tempo tem pressa, e em cada parada uma despedida.
O que temos se vai.
O que somos fica.
Aprendi que o artista não vê apenas. Ele tem visões. A visão vem acompanhada de loucuras, de coisinhas à toa, de fantasias, de peraltagens. Eu vejo pouco. Uso mais ter visões. Nas visões vêm as imagens, todas as transfigurações. O poeta humaniza as coisas, o tempo, o vento. As coisas, como estão no mundo, de tanto vê-las nos dão tédio. Temos que arrumar novos comportamentos para as coisas. E a visão nos socorre desse mesmal.
Tem coisa que não volta, por mais que a gente queira. Você pode até tentar voltar o disco, repetir a música, insistir na letra, cantar o mesmo refrão por mil e um minutos, fechar os olhos. Tem sentimento que não volta. Mesmo que você se esforce, recorde, tente voltar a página, refrescar o coração. Alguns sentimentos são bem pontuais: chegam, esperam pra ver se devem ficar e decidem partir ou continuar.
Acho que, independente da religião, a gente tem que fazer o bem. E fazer o bem consiste em fazer as coisas de coração, por vontade, por se sentir em paz.
