O Amor tem que ser Alimentado
“Cada um dos 125 poemas do Reiki é um mistério, que deve ser decifrado pelo Reikiano e incorporado em seu coração.”
"Somos o que repetidamente fazemos. O ser humano deve manter-se em constante manutenção, vigiando pensamentos, emoções e ações. A lapidação pessoal está no exercício diário."
"O ato de pedir dá a possibilidade de receber. É preciso ser humilde, saber receber. É necessário permitir que as pessoas nos ajudem, nos apoiem e nos deem forças para seguir no caminho."
Quantas vezes chorou sozinho(a) enquanto dizia ser forte e tinha ciência do peso de sua lágrima? Gritava sem sair som a ponto de sufocar a si e os soluços silenciosos consumiam seu ar enquanto o coração estava a parar envolto a dor... Mas mesmo assim continuou seu caminho... Não pare...
A páscoa não pode ser representada por um ovo de chocolate ou por uma posta de peixe, mas sim pelo amor ao próximo, que é a verdadeira imagem que Jesus nos ensinou.
"Quem não aprendeu a SERVIR, de maneira alguma saberá ser SERVIDO. É preciso primeiro muitas vezes saber OBEDECER para poder saber LIDERAR; como José do EGITO, primeiramente teve que aprender a ser ESCRAVO, para dar valor quando fosse governador."
─By Coelhinha
A sedução também é campo de estudo,
Ser gueixa é compromisso com o luxo,
De ser a mais bela flor do salgueiro,
Exibindo o seu milenar encanto,
E assim seduzindo o mundo inteiro...
A gueixa é um jardim de bonsais,
É uma flauta doce que se escuta,
- e ninguém poderá tocá-la jamais
Ela é sedução e música,
Capaz de arrancar os bons ais.
A sedução é a arte milenar de amar,
É arte que jamais poderá ser vendida,
A sedução é arte instruída,
Ela é arte que pode ser ensinada,
Para fazer a paixão arrebatada...
Uma gueixa não nasce do nada,
É a instrução que faz a gueixa,
Como a lapidação faz a joia,
Toda gueixa é uma joia,
E nem toda joia é uma gueixa...
Uma gueixa é um anjo oriental,
É uma estrela luminosa,
É a sedução mais saborosa,
Uma harpa celestial,
Que faz o mundo ainda mais especial...
ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"
O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.
A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.
A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.
Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.
"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"
Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.
A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.
Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.
E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
Ela é uma linda inspiração
com sua espontaneidade,
determinação exemplar,
por ser cheia de felicidade
não foca na dificuldade
ou na maldade alheia
e sim naquilo que quer conquistar,
uma guerreira por natureza,
alguns sonhos já realizou
e se Deus quiser,
outros, ainda irá realizar,
está sempre cercada de amor
e também sabe amar
o que faz o seu valor aumentar,
uma edição limitada,
jóia rara difícil de encontrar.
Capacidade peculiar, baseada na romanticidade, difícil de ser encontrada, a de transformar em sonho a realidade através da sua presença calorosa, fortalecida por um amor divino, que enaltece a simplicidade, faz de certos momentos, cenas típicas de livros, assim, ela é facilmente notada, profusamente, significativa, um jardim de flores raras, onde cada flor, representa uma de suas qualidades, as pétalas são feitas a partir de suas emoções, da sua delicadeza, uma expressividade farta, sorrisos, boas risadas, olhares vívidos, belas palavras, traços naturalmente ricos, sentimentos veementes e sinceros, que conquista moradas nas mentes, um lindo sonho eterno.
A vida pode até ser um livro aberto, mas não quer dizer que viver seja uma leitura fácil, tendo em vista que também possui os seus capítulos um tanto complexos, onde nem tudo que está escrito, está claro, então, não deve ser lido ao pé da letra, contendo muitos significados nas entrelinhas, ocasiões de alegrias, momentos de tristezas, diferentes contextos e uma determinada quantidade de surpresas, que provavelmente influenciará cada desfecho.
São muitas histórias distintas, vidas emocionantes, cenas próprias, genuínas, algumas páginas soltas, verdades explícitas, expectativas frustradas, pessoas que se apaixonam constantemente, podendo saborearem um dos sabores da paixão, um deleite muito caloroso, às vezes, apimentado, amoroso ou o sabor fascinante de uma doce ilusão, um prazer temporário, por isso que se apaixonar pode ser bastante compensador, porém, sempre é arriscado.
Alguns erros são cometidos, tudo bem que nenhum é agradável, principalmente, quando deixam o coração partido, entretanto, fazem parte de um enredo que está sendo vivido em um constante desenvolvimento, que não acontecerá exatamente como foi sonhado, dito, almejado e não teria graça se fosse algo tão previsível, logo, a principal preocupação deve ser em ler com amor o agora, vivendo parágrafo por parágrafo, talvez, seja esta a moral da história.
Ela é várias ao mesmo tempo
que consegue ser única,
às vezes, é extrovertida,
há momentos em que é mais reservada,
aprecia um pouco de loucura,
entre suas condutas sensatas
por isso que tentar decifrá-la
é uma verdadeira aventura
diante de uma personalidade tão rara.
Não aceita e não se importa
em ser limitada principalmente
por quem não a conhece de verdade, que só sabe
de algumas falhas, de alguns fatos,
sem saber de suas lutas,
de como foi moldada por certas circunstâncias, que suas vitórias
não vieram de uma maneira fácil,
foram frutos de muita perseverança.
Sendo assim, é uma linda mulher profusamente interessante, inspiradora, doce, intensa,
cativante, uma benção do Senhor
com um amor ardente
que precisa ser conquistado
com muito fervore nutrido constantemente.
Ser um cristão diante das mazelas da vida é ser semelhante àquele que exalava equilíbrio emocional, nítida resiliência na prática e nunca deixou de demonstrar amor, mesmo diante da dor! Pois quem leva o título de cristão deveria ter pelo menos respeito e responsabilidade para com seu Mestre!
