O Amor tem que ser Alimentado
E o ser humano pode tolerar uma semana de sede, duas semanas de fome, muitos anos sem teto, mas não pode tolerar a solidão. É a pior de todas as torturas, de todos os sofrimentos. Cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.
Todo ser humano passa por turbulências em sua vida.
A alguns falta o pão na mesa; a outros, a alegria na alma.
Uns lutam para sobreviver.
Outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da
tranquilidade e da felicidade.
O ser humano que erra é mais importante do que seus erros. Se pensarmos o contrário, é melhor vivermos com os animais.
Eu gosto dos extremos. Sou exagerada, tipo 8 ou 80. Não é algo que eu escolhi ser, apenas sou. E isso é ruim, porque uma palavra boba pode facilmente me magoar profundamente. Por outro lado, isso pode ser muito bom, já que um ato inesperado me faz ter um momento intenso de felicidade. Sou difícil de lidar, eu sei, mas quando alguém me ama, me ama demais também. É aí que vejo que o exagero não é uma característica só minha.
Uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim.
O que está perdido na vida
Vive atráves da essência do seu ser
Que é sustentado pelo poeta
Na memória e no verso
Quando fizeram a infeliz afirmação
de que a amigos não podem ser namorados
criaram a armadilha
para as pessoas namorarem completos desconhecidos
- que se tornariam até inimigos -
criaram os romances mal-passados.
Não me manipule, nasci para ser livre...
Não é errado ser gordo, nem narigudo, nem orelhudo, nem sardento, nem baixo, nem alto, nem magro. Errado é fazer o mal, é ser maldoso, é ter má índole, é ter sentimento ruim dentro do peito, é se juntar com mais meia dúzia para apontar o dedo para o outro e rir da cara dele até a barriga doer.
Ele, a quem eu nada podia dar senão minha sinceridade, ele passou a ser uma acusação de minha pobreza.
Nota: Trecho da crônica Os grandes amigos.
...MaisEspero que na geração dos meus futuros filhos, as pessoas aprendam a ser mais humanas e machuquem menos os outros.
Sentir tudo de todas as maneiras, viver tudo de todos os lados, ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo.
Muitas vezes precisamos ser iguais ao golfinho, sair de nosso mundo apenas por instinto e sem perder nossas origens.
Você pode ser tão fiel a um lugar ou a uma coisa como a uma pessoa. Um lugar pode realmente fazer seu coração dar um salto.
Ser ou não ser... Eis a questão. Que é mais nobre para a alma: suportar os dardos e arremessos do fado sempre adverso, ou armar-se contra um mar de desventuras e dar-lhes fim tentando resistir-lhes? Morrer... dormir... mais nada... Imaginar que um sono põe remate aos sofrimentos do coração e aos golpes infinitos que constituem a natural herança da carne, é solução para almejar-se. Morrer..., dormir... dormir... Talvez sonhar... É aí que bate o ponto. O não sabermos que sonhos poderá trazer o sono da morte, quando ao fim desenrolarmos toda a meada mortal, nos põe suspensos. É essa idéia que torna verdadeira calamidade a vida assim tão longa! Pois quem suportaria o escárnio e os golpes do mundo, as injustiças dos mais fortes, os maus-tratos dos tolos, a agonia do amor não retribuído, as leis morosas, a implicância dos chefes e o desprezo da inépcia contra o mérito paciente, se estivesse em suas mãos obter sossego com um punhal? Que fardos levaria nesta vida cansada, a suar, gemendo, se não por temer algo após a morte - terra desconhecida de cujo âmbito jamais ninguém voltou - que nos inibe a vontade, fazendo que aceitemos os males conhecidos, sem buscarmos refúgio noutros males ignorados? De todos faz covardes a consciência. Desta arte o natural frescor de nossa resolução definha sob a máscara do pensamento, e empresas momentosas se desviam da meta diante dessas reflexões, e até o nome de ação perdem.
Enfim, enfim quebrara-se realmente o meu invólucro, e sem limite eu era. Por não ser, eu era. Até o fim daquilo que eu não era, eu era. O que não sou eu, eu sou. Tudo estará em mim, se eu não for; pois “eu” é apenas um dos espasmos instantâneos do mundo. Minha vida não tem sentido apenas humano, é muito maior – é tão maior que, em relação ao humano, não tem sentido.
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
O melhor de mim pode ser o pior para você, e vice-versa.
Mais importante que as virtudes, são as preferências.
