O Amor tem que ser Alimentado

Cerca de 482085 frases e pensamentos: O Amor tem que ser Alimentado

"Aquilo que de fato for teu não pode ser roubado nem copiado com perfeição....

"A vida poderia ser uma eterna Noite na Taverna, onde os homens contariam seus feitos, reais e imaginários, entre um gole e outro, para entreter e aliviar seus pares das dores do mundo, que se agigantam ao amanhecer."

Uma prova de que até poeta bom pode ser estúpido,
é o fato de Vinicius ter tido sete mulheres..
e nenhum verdadeiro amor!

⁠BONDADE

O que nos faz ser humano
Nos aproxima de Deus
Dá sentido à vida

Consumimo-nos por algo maior que nós mesmos — pela posteridade, pelo futuro ausente.
Ser poeta é mergulhar no abismo e reconhecer,
no seu riso frouxo, o eco dos aplausos do caos,
sentir no âmago do desespero,
e mesmo assim se sentir contente.

Às vezes é bom cancelar algum compromisso,
relaxar a gravata, dar folga ao ofício.
Ser um homem comum,
que não raro se passa por outro
neste teatro do absurdo,
como personagem de um drama fictício.


Às vezes é bom calar a voz,
segurar a pressa, suspender o vício.
Ficar sozinho, sem ser solitário,
num pacto mudo como um sacrifício.


Às vezes é bom cancelar algum compromisso,
relaxar a gravata, dar folga ao ofício.


Andar nas nuvens, dançar na chuva
e aprender o caminho do vento.
Saber que tudo passa
e que a vida cobra o tempo esquecido
no porão da memória.

Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.

⁠Ainda que o seu ser seja momentaneamente vestido de escuridão, lembre-se, você é feito de estrelas.

A moralidade não basta ser quebrada, equivale a ser consertada.

⁠A inspiração deve
ser tecida como
que tece Bichará,
Que é um poncho
feito para o frio
do Pampa enfrentar,
Quem diria que sobre
isso iria te contar...

O ser humano cria seus próprios condicionamentos e depois passa a habitá-los como destino.

Comportamentos do passado precisam ser deixados para trás. As pessoas não são obrigadas a servir a fantasias dos outros. O líder e gestor devem conduzir a experiência e formação do cidadão, não explorar ele e o descartar, isso tem efeito colateral na sociedade, e absurdos como estes são de conhecimento da massa cada vez mais cedo, e o que antes era aceitável passa a ser compreendido como negligência, incompetência, covardia,.. tudo contrario ao LIMPE. O homem que não respeita a lei do homem não é confiável, pois vai abusar de você pra se beneficiar.

Eu já comi o pão que o diabo amassou.
Mas agora vou ser o dono da padaria.

o ser humano não nasce com sentido - ele é lançado na existência.

Do berço à maioridade, independente de classe, credo, gênero, posição, as pessoas deveriam ser educadas e orientadas conjuntamente para serem autônomas e colaborativas, e periodicamente sabatinadas.

Ser a paz que queremos encontrar. Se não for para pacificar é melhor nos afastar.

Borboleta Fantasma Azul
que pode ser encontrada
entre a Mata Atlântica
e a Amazônia profunda
desta Pátria romântica.


Absoluta em ti e oceânica
é esta poesia que captura
total o teu peito a distância
trazendo a sutil fragrância.


Devoção, entrega e pendor
em íntima congregação,
querência e plena sedução.


Com desejo e imaginação
sem pausa e com evolução.

Ser leal ao Rei e ao País
como a Bunga Raya
é leal para com a própria terra,
Prestar devoção ao Rei,
ao próximo e todos unidos
sempre colocarem os motivos
diante da Rukun Negara
para que nada os distraia
de cuidar da amada casa
para que seja uma Nação
sempre por Deus abençoada.

Ser leal ao Rei e à Nação
é a maneira de ser benção
seguindo o Rukun Negara
honrando a Deus de coração.

Longe de ser orgulhosa,
nunca fui entusiasta
desta Guerra dos Sexos,
Também nunca imaginei
viver um conto de fadas;
Sem dúvida nenhuma,
sei que o amor é
uma construção diária,
e não pode ser ambígua
ou até mesmo solitária.


Dentro do que uns julgam
ser utopia romântica,
O tempo que passa
não me aflige ou opaca,
Se não for para ser amada,
prefiro a solitude honrada
do que viver autoenganada.