O Amor tem que ser Alimentado
“ SER IMPERFEITO “
O tempo traz rugas para a tua pele, embranquece teus cabelos, enfraquece teu corpo.
Mas, a juventude é um estado de espírito. E a vida impõe condições que permitirão que tenhas uma ALMA eternamente jovem, sem preconceitos, sem ‘’ rugas ‘’...
Essas condições dependem da tua vontade em trocar a complexidade pela simplicidade, o certo pelo duvidoso.
Assim...
Se, tu ainda tens AMOR aos campos em flor, ao cheiro da terra molhada...
Se ainda tens PRAZER em sentir as gotas da chuva na tua pele bater...
Se tens ALEGRIA na MAGIA de poder ver o SOL nascer; de SENTIR a carícia vento nos teus cabelos já grisalhos; no cântico das aves acomodadas nos galhos...
Ou... Nas pétalas da flor molhadas de gotas de orvalho.
Se ainda podes VER a BELEZA e a FORÇA das ondas do MAR morrendo na areia ou mesmo, o barulho delas arremessando-se nas muralhas...
Se tens PRAZER em colocar teus pés descalços na areia e vibrares com a possibilidade de caminhar sem medo até onde tuas forças te levarem...
Se tens ainda PRAZER em observar a harmonia das cores e formas caprichosamente desenhadas pela natureza...
Se tens AMOR observando a negritude azulada do CÉU salpicado de estrelas e, suspiras ao encantamento desse momento...
Se podes ainda ter COMPAIXÃO pelas dores alheias... dores quase sempre tão feias...
Se podes ainda ter bondade, humildade, nas tuas atitudes...
Finalmente, se podes AGORA ter a capacidade de PERMITIR-SE e IGUALAR-SE aos outros como CRIATURA ERRANTE em situação de aprendizado constante...PARABÉNS! Conseguistes ser IMPERFEITO em busca de aprimoramento.E... Nada mais PERFEITO do que um ser IMPERFEITO para ser considerado um SER PERFEITAMENTE HUMANO.
No entanto, se não podes mais sentir, ver ou crer em nada disso, que DEUS se compadeça de tua pobre ALMA envelhecida.
Mas, se realmente ainda puderes ter fé e acreditar em tudo isso...Então, EU ACREDITO que ainda tens dentro de ti, o ser especial que um dia conheci, que se deixou transparecer através dos olhos...
Se assim for, és hoje ainda mais especial, nesta fase da vida, em que te percebo tão humanamente imperfeito.Não és mais apenas o “ MEU ANJO DOCE “.
És unicamente “HUMANO”.
Creio na força do AMOR que tenho na ALMA e, no desejo por tua FELICIDADE, ofereço-te toda a lealdade da minha AMIZADE e CARINHO.
Será que alguém se importa? Ou será só meu ego jorrando do meu ser e formando uma poça de mim? Eu sinto que estou cercada. Por mim. Olho para os lados e só vejo meus sentimentos, minhas emoções. E acho que estou sozinha nesse circo. Acho que ninguém olha para mim, com pena ou horror. Ninguém ao menos olha. Ninguém quer saber a fundo o que se passa aqui. E viro platéia do meu próprio filme. Viro vilã da minha própria história.
Só me sinto só.
Respirei fundo e manti o foco no objetivo. O meu fôlego teimava em não ser constante, cortado pelos lampejos de medo e dor. A coragem que havia achado nos sonhos havia se perdido novamente diante ao desafio. Não podia ter erros, não havia o direito de tê-los. A menina do espelho olhava fixamente para mim, ansiando a hora da minha queda, podia ver seu sorriso de canto de boca. Não havia tempo e precisava fazê-lo - se não, me custariam horas de sofrimento por ter sido fraca de novo.
A maior luta é aquela em que envolve você e seu reflexo.
A menina do espelho se prepara para revanche.
Viver de sonhos impossíveis é injusto e patético.
De fato não há como escapar.
A não ser que você escolha o mais importante,
que sem sombra de dúvida é viver.
Lembre-se que viver é o mais importante e não o mais fácil.
Viver com dor é melhor que não viver.
Pois de qualquer forma a cura sempre chega.
O ser humano
A criança necessita de cuidados, o adolescente de observação, o adulto de um abraço, o idoso de uma atenção.
O ser humano precisa de um ombro amigo, mesmo que o mesmo não seja alguém fiel. Uma empolgação, um entusiasmo, algo que o deixe ver a vida e os erros como algo diferente, que o acalme, que o conforte em decisões supremas. O homem e a mulher unidos por laços amorosos, esses que alegram a vida, a arte que diverte e enfeita, que acalma, que perfuma, mas que também encandeia.
O sucesso pelo qual alguns correm atrás com esforço, e que outros têm sem dedicação, o objetivo que alguns têm, que para outros não passa de algo há muito tempo conquistado. O sentimento do fracasso, da perda, da impotência, a vontade de parar, a visão de tudo jogado fora, como de algo investido.
Montanhas que movem a vida, curvas e depressões, relevos, planaltos... onde o fim só se saberá na hora em que descer, talvez no auge de uma vida, talvez em uma hora em que se queira morrer.
Guardei no fundo meu coração
um baú, e nele está o tesouro
mais importante que um ser humano
pode ter: o amor que eu sinto
por você.
“O tempo de duração não faz nada ser fraco ou forte, grande ou pequeno, sincero ou falso, o tempo é só mais um fator, talvez um fator importante, mais não tão importante quanto o fator coração, ele é o principal, ele nos diz se valeu a pena ou não”
Talvez nossa vida seja um sonho, mas um sonho que parece ser tão comprido que podemos sentir os detalhes.
Na hora que acordar-mos tomaremos um susto, por aquele sonho parecer tão real, e continuaremos nosso dia habitual até voltarmos a dormir, sonhar
e novamente...viver.
Torna-se imprescindível criar o hábito da leitura, uma vez que esta, hoje, pode ser vista como artigo de primeira necessidade, todavia, é mister que cada indivíduo desperte dentro de si o interesse em autoinstruir-se, para descobrir a força da palavra.
Os homens são tão necessariamente loucos que não ser louco seria uma outra forma de loucura. Necessariamente porque o dualismo existencial torna sua situação impossível, um dilema torturante. Louco porque tudo o que o homem faz em seu mundo simbólico é procurar negar e superar sua sorte grotesca. Literalmente entrega-se a um esquecimento cego através de jogos sociais, truques psicológicos, preocupações pessoais tão distantes da realidade de sua condição que são formas de loucura — loucura assumida, loucura compartilhada, loucura disfarçada e dignificada, mas de qualquer maneira loucura.
