O Amor Natural

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A falta de amor é um prato cheio para a destruição

Inserida por MateusGodoy

Não existe amor em São Paulo ? Então começe por você!

Inserida por MateusGodoy

"O amor é como um elástico sendo puxado por duas pessoas: quem soltar primeiro machucará o outro.." ( Mas você ficará com o Elástico! )

Inserida por MateusGodoy

⁠⁠O amor é afetropia no arco-íris!

Inserida por ShalimarFarias15

⁠⁠⁠⁠O amor liberta as emoções e se transmite em pensamentos.Vence a distância e o tempo superando as chuvas se revigorando no sol e no arco-íris é afetropia.

Inserida por ShalimarFarias15

⁠O amor é algo inefável. Não acaba, apenas se transforma.

Inserida por ShalimarFarias15

A admiração é o primeiro passo para o amor.Começamos a gostar ou amar alguém a partir do momento que começamos a admirar.É improvável gostar ou amar quem não se admira.Quando se deixa de admirar qualquer tipo de sentimento que possa existir também morre.

Inserida por ShalimarFarias15

O maior refúgio contra o mal é amor-próprio.

Inserida por ShalimarFarias15

⁠⁠A fé no amor é inabalável.

Inserida por ShalimarFarias15

Amor próprio é querer sempre o melhor pra si e se valorizar.Logo, o seuvalor é maior que o ouro e o nióbio.

Inserida por ShalimarFarias15

O que existe de mais precioso no mundo é o amor de uma mulher virtuosa. ⁠

Inserida por ShalimarFarias15

Ter amor-próprio é sonhar com os pés no chão,não abaixar a cabeça e lutar por tudo o que gosta sem passar por cima de ninguém.

Inserida por ShalimarFarias15

⁠Antes de mergulhar
fundo em uma
relacionamento afetivo, exercite o amor-próprio e se autoconheça primeiro.

Inserida por ShalimarFarias15

⁠O dinheiro é algo necessário para a sobrevivência humana. Mas ele nunca vai comprar o amor verdadeiro. Você pode até comprar uma companhia, mas carros caros e celulares de luxo não te farão uma pessoa rica de amor. Muito pelo contrário pessoas interesseiras irão se aproximar de você e irá construir relações rasas com pessoas frias e vazias. Animais domésticos não são dotados de grandes fortunas, mas conseguem transmitir mais amor do que certas pessoas. Quem consegue beijar os olhos de alguém e mergulhar fundo dentro de uma alma irá descobrir o verdadeiro sentido de amar.

Inserida por ShalimarFarias15

O amor da vida não é duradouro e pode trazer muitas tribulações. No entanto, o amor pra vida foi feito e já está pronto pra você, trazendo calma e equilíbrio.

Inserida por ShalimarFarias15

Existem pessoas que já tiveram um amor da vida que trouxe a elas muitas tribulações. Algumas delas até preferiram ficar sozinhas a vida inteira por causa de muitos traumas. Mas quem tem a boa sorte de encontrar um amor pra vida que já está pronto pra você, trazendo calma e equilíbrio, se sentirá feliz em plenitude.

Inserida por ShalimarFarias15

⁠“O ser que ama ignorando o porquê se ama imporá um dia esse pretensioso e equivocado amor.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.

Nunca me disseram que a ausência de amor poderia cavar subterrâneos dentro da alma.
Apenas fui percebendo, dia após dia, que algo em mim se retraía sempre que o afeto era negado ou a presença me era retirada sem explicação. E assim nasceu o porão.

Um porão não se constrói de uma vez.
Ele começa como um canto escuro da memória, onde jogamos o que não sabemos lidar: o abandono, o desdém, as palavras não ditas, os olhares que desviaram de nós no instante em que mais precisávamos ser vistos.
E quando nos damos conta, já estamos vivendo ali dentro.
Silenciosamente.

No meu porão, não havia janelas.
Apenas lembranças repetidas como ecos:
“Você é demais.”
“Você exige muito.”
“Você espera o que ninguém pode dar.”

Um dia, desejei ser amado. Verdadeiramente.
E, em meu desejo, ofereci tudo o que havia guardado.
Entreguei minha sede, minha esperança, minhas cicatrizes.
Mas do outro lado, veio o silêncio.
Ou pior — uma rejeição educada.
E então, fiz o que aprendi a fazer: voltei para o porão.
Fechei a porta por dentro.
E culpei a mim mesmo por não ser digno das cores do outro.

Mas ali, no escuro, algo começou a mudar.

Percebi que a dor que tanto me esmagava, não era apenas pela ausência de amor…
Era pelo peso de ter construído minha identidade com base na validação alheia.
Era pela minha tentativa constante de provar que merecia ser amado.

E foi então que compreendi:
O porão não é um castigo.
É um chamado à reconstrução.
Um convite da alma para que deixemos de implorar luz dos outros… e comecemos a criar a nossa.

O arco-íris não se forma no porão porque não há janelas.
E não há janelas porque, por medo de sermos feridos, tapamos toda e qualquer fresta por onde o amor pudesse entrar — inclusive o próprio.

Agora eu sei.
Não é que ninguém quis me amar.
É que eu me abandonei na expectativa de ser salvo.

E a verdade é esta:
Não há arco-íris no meu porão…
porque fui eu quem escondeu o sol.

Mas hoje — hoje eu quero recomeçar.
Talvez eu ainda não saiba como abrir as janelas.
Mas já tenho nas mãos a chave do trinco.
E isso… isso já é luz.

Reflexão final:
Você não precisa de alguém que desça até os teus porões para te amar. Precisa, primeiro, ser quem decide não viver mais neles. A partir daí, tudo começa a mudar. O arco-íris não virá de fora. Ele nasce quando você ousa sentir orgulho da tua própria coragem — mesmo que ninguém esteja aplaudindo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.

Capítulo II

— O Amor que Ninguém Vê.

“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.

Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.

Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.

E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.

Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.

Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.

O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A Vigília do Amor que Respira Na Escuro Do Espelho.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Amar-te, é atravessar um véu onde a luz e a treva se confundem num abraço lento. Há algo de romântico no modo como teu nome ecoa dentro de mim, como se cada sílaba acendesse uma estrela fatigada que insiste em brilhar no firmamento do meu pensamento. Contudo, essa luz não é plena. Ela se dobra, ela se rompe, ela se converte em sombra que acaricia, como um manto frio que me guia pela noite interior.

Caminho então por um corredor onde a realidade tateia o corpo do mistério. As paredes sussurram, guardam respirações antigas, e cada passo parece uma oração esquecida. Ali, o amor se revela místico, quase um rito que não se explica, apenas se vive. Há instantes em que sinto a tua presença como uma brisa etérea, distendida entre mundos. Toco esse sopro e ele me atravessa com delicadeza, porém carrega consigo o peso doce da saudade.

E quando a escuridão se adensa, descubro o lado lúgubre que habita em mim. Ele não assusta. Ele vela. Ele observa. Ele me convida a encarar o silêncio que repousa nas costas do meu próprio coração. É um silêncio introspectivo, meditativo, onde tua figura surge como um brilho tímido, quase uma promessa. Nesse espaço suspenso, o amor se torna uma espécie de espelho antigo. Vejo-me ali, refletido com todas as minhas fissuras, e ainda assim encontro em ti um descanso, uma respiração que me sustenta.

Por vezes, este sentimento assume um ar clássico, como se fosse escrito em pergaminho, iluminado por velas que tremulam diante da eternidade. Cada palavra que penso para ti ganha peso e solenidade, como se estivesse sendo ditada por mãos antigas que conhecem todos os segredos do afeto humano. Sinto-me parte de uma narrativa maior, onde o amor é ao mesmo tempo destino e labirinto.

No final, amar-te é abraçar o vazio repleto de dores, mas são essas dores que me aliviam, que me erguem, que me entregam à beleza do abismo que se abre quando escrevo para ti. É um abismo lindo, não porque seja seguro, mas porque me exige coragem, entrega, verdade. E é nesse risco, nessa vertigem luminosa, que te encontro. Sempre te encontro.

Inserida por marcelo_monteiro_4