O Amor Natural
Eu te amo;vou iniciar assim hoje pq meu amor está prestes a explodir,preciso demonstrá-lo,é muito o q sinto e tão pouco o q faço, mas sei q vc compreende esse sentimentos,compartilhamos do mesmo amor,da mesma intensidade sendo resumido em um "infinito inefável"; sabe meu amor,ao seu lado eu sinto o mundo indo embora e vc me preenchendo,vc é algo q não se pode explicar,eu só quero te amar,quero poder estar ao seu lado 24 hrs por dia (algo q jajá vai se realizar); pode se segurar em mim,eu te carrego meu amor,eu estou aqui para os seus momentos bons,mas principalmente pros ruins,e vc sabe disso,entt pode continuar contando comigo para tudo,eu sou sua alma gêmea, seu companheiro, seu melhor amigo e seu protetor amor,vc foi aquela q deu luz à minha vida,e eu serei àquele q será seu ombro nós momentos mais difíceis,eu não me canso de dizer q eu te amo e nunca me cansarei,sou muito agraciado por ter vc na minha vida, todos me vêem feliz e alegre, mas somente vc sabe q é por ti os meus sorrisos mais sinceros.Eu amo o seu sorriso,amo a forma como você enxerga o mundo(sempre comigo ao seu lado),amo as suas manias, te amo assim, meu amor: por completo.
EUTE AMO MUITO MINHA JUJUZINHA
Este textoé destinado à vc: Vitória Juliene Madariaga, minha mulher.
O amor supera tudo num pensamento que suspira em renúncias confusas num corpo que desperta cuja alma ainda adormece.
Mesmo que tuas forças se esgotem, lembre-se de que Deus continua agindo em teu silêncio, o amor e cuidado Dele estarão sempre em movimento, segurando tua alma em posição fetal.
A maternidade atípica é uma experiência intensa, visceral e de amor profundo que transcende a compreensão superficial, exigindo uma força que humaniza e transforma a dor em esperança.
É um enfrentamento constante de preconceitos, desumanização (como a visão de “mães de anjos”), e uma necessidade angustiante de rede de apoio e busca por políticas públicas em prol de nossos filhos.
Lu Lena
O AUTISMO DENTRO DO JARRO
A alma do filho autista veio ao mundo trazendo uma mensagem de amor e aceitação.
Pois vê o mundo de forma diferente, porque profunda e verdadeira é sua visão.
O mundo não a reconhece porque é flutuante e não consegue se firmar neste ambiente denso que é a Terra; ela se perde e entra nesse conflito desgastante das crises porque sua alma é etérea.
Nas oscilações de humor, agressividade e autopunição, reflete essas nuances na alma da genitora.
O autismo é como um jarro de argila:
Devemos moldá-lo com sensibilidade e maestria.
Às vezes desmorona num segundo — que essa instabilidade traz —
Pois é nesse instante
Que o barro se desfaz.
Devemos segurar com firmeza sua construção e reconstrução
Toda vez que moldamos esse jarro na mesa (coração).
Lu Lena/2026
Amor não se procura não se encontra e nem se acha...
Quando menos se espera ele surge e em nosso coração esbarra
cria raízes e se instala e a gente nem percebe quando nele se entrelaça...
Doe coisas que não precisa mais de voce.
Ato de amor nesse ato de estender...
Desapegue-se da matéria. Faça essa faxina interna!
A dor mais cruel é do amor, mas a maior felicidade também está no amor, talvez o amor mova e molde.
A dor mais cruel é a do amor,
mas a maior felicidade também nasce dele.
Talvez o amor seja aquilo que move e molda tudo.
Ele nos quebra em silêncio,
mas também nos reconstrói em forma de esperança.
É tempestade e abrigo,
queda livre e voo ao mesmo tempo.
Amar é se perder sem garantia de se encontrar,
é entregar partes de si sem saber se voltarão inteiras.
Mas ainda assim…
é no amor que a vida ganha sentido,
que os dias deixam de ser apenas dias
e passam a ser histórias.
Porque no fim,
mesmo com todas as cicatrizes que ele deixa,
é o amor que nos ensina
que sentir, por mais doloroso que seja,
ainda é a forma mais bonita de existir.
Assumimos o tempo do amor em nosso corpo, mas, retraímo-nos ao nos apercebermos que partilhar um pouco do nosso eu com uma outra pessoa, significa perder parte da nossa liberdade.
Meu amor,
Eu disse adeus querendo ficar.
Dentro de mim, tudo implorava para que você me pedisse para não partir.
Meus passos foram pesados, cada um deles arrancando um pedaço da minha alma.
Fui embora ainda apaixonada, com sede dos teus beijos, com o desejo de sentir teu abraço me envolvendo,
com a esperança ingênua de que teu coração ainda pudesse ouvir o meu.
Escrevi tantos versos tentando te alcançar, depois apaguei... Achei que minhas poesias já não encontrava abrigo em ti.
E quando percebi que minhas palavras se perdiam sem resposta, fechei os olhos, não quis ver a frieza dos teus sentimentos
e a distância que, aos poucos, foi crescendo entre nós.
Eu quis tanto ficar, amor...
Quis acreditar que o amor bastava,
que a minha entrega seria suficiente para dois.
Mas descobri, com dor, que não posso carregar o amor sozinha,
o peso de um amor que pede reciprocidade.
Meu coração ardia em fogo,
enquanto o teu se tornava gelo em minhas mãos.
Agora, a saudade é a minha companhia.
Ela me rasga por dentro, me acompanha nas madrugadas silenciosas, na sua playlist a ti dedicada, me lembra a cada instante de tudo o que eu perdi.
É fria, é dura, mas é o que restou de nós dois.
Quero que saiba, com toda delicadeza que ainda guardo,
que eu te amei como uma mulher só sabe amar:
com entrega, com ternura,
com o cuidado dos detalhes que talvez tenham passado despercebidos.
Te amei no riso e no silêncio,
na presença e até na ausência.
Te amei por inteiro.
E por mais que doa, aprendi que amar também é saber partir,
quando o coração já não encontra repouso.
Por isso, mesmo em lágrimas,
preciso me acostumar a viver sem você.
Mas se um dia a vida nos unir novamente,
quero que seja leve
sem dor, sem feridas,
apenas com a lembrança doce do que fomos.
Adeus, meu amor.
Criar um filho é a eterna busca pelo equilíbrio; entre o desejo de agradar dizendo 'Sim' e o amor escondido na preocupação de cada 'Não'.
Eu sei o que é o Amor
Eu também sei o que é a Dor
As pessoas podem tentar ofuscar o seu valor
Podem tentar tirar o seu chão
Mas elas jamais poderão ser o que não são
Quando você tem raízes fortes
Ninguém te derruba, ninguém te ofusca!
Karin Raphaella Silveira
Autora de 'O Palco Das Flores'
e 'Cavaleiros de Beltane'
