O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora

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Ali, logo ali está,

A vida a vibrar,

Bem no mangue,

Não tão distante,

E bem perto do mar;

Na Ilha dos Remédios,

Vou a cura procurar

Pela cura do mal de amor,

Devo ir, e se lá eu não for,

Comigo para sempre ficará

A repleta dor desse mal de amor,

- Que talvez nunca passará... -



Ali, bem dentro de ti,

Com o barulho do mar,

Sublime cantante,

Menestrel brilhante,

Indo sempre ao mangue,

Para a vida cultivar,

Nas carregadas redes de pesca,

Para enriquecer a festa e alimentar,

O povo que luta e ama,

Nessa terra que o mar balança,

Floresce no sorriso a alma açoriana.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As emoções são como flores,

Não permita que arranquem:

as suas pétalas

Viva imensamente o seu jardim,

Não cale a sua vida interior, enfim.



Não deixe que te governem,

Tome as rédeas da tua vida,

Não existe alma garrida

Estando ela em companhia de Deus;

Não se iluda com falsas promessas,

Viva intensamente em suas terras:

serenamente, silencie a sua mente.



Existem aqueles que oferecem

- conflitos -

Para sair no final da história

como heróis;

No fundo não passam de bandidos

Para fazer de um país um celeiro

de oprimidos;

Enganando-os que tudo se encontra

- resolvido -

Um verdadeiro oceano de ressequidos.



Não deixe que te desgovernem,

Sê senhor de si mesmo,

Enfrente a realidade,

Fuja da alienação e da maldade,

Pare para pensar em silêncio,

Apazigue o coração e o pensamento,

Para depois não haver lamento,

Não te leves por qualquer onda,

Elas são agéis e te pegam,

E quando menos você imagina:

aí já foi tarde!

Estarás agarrado com a barafunda,

Casado com a Ditadura,

E completamente perdido na noite escura.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Do nada comecei a cantar

Na beira do mar

Não tive como te abraçar

Pûs-me a escrever nas areias

O belo amanhecer

Recolhi carinhosas conchas

Lindos presentes das sereias

Vendo o barco passar

No balanço das ondas do mar.



Cantei algumas músicas

Todas em espanhol

O meu coração se abriu a sonata

A mais bela celebração apaixonada

Tentativas de quem não sabe

Mas de quem de coragem

De um dia aprender

E os mares cruzar

Só para te rever.


Acariciando o mar

Enternecido amanheceu o sol

E eu bem longe de você

Louca para te amar

Espantando o frio do outono

Resolvendo com tudo romper

A poesia praiana irá te ter

Como o Universo se abre para a Terra

Tens todo o meu amor e minh'alma

Que o Mal do mundo jamais encerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nesta vida nem tudo são [flores,

Quem não sabe, é porque nunca

viveu para morrer de [amores.


Edênica e suave [sensação,

Inteira e com toda a emoção

Para ser tua de todo o [coração.


Nesta vida nada é [impossível,

Mas tudo é possível...,

amar você sempre será [incrível.


Galgo o azul celeste das [hortênsias,

Peço a bençãos dos céus

Afastando o amor das [dolências.



Nesta vida há de sermos [prevenidos,

Cuidando para proteger o amor

de todos os mil [perigos...



Sob a égide da nossa [certeza,

Confiamos no amor em pureza

Sobre a nossa íntima [beleza...







.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há nada que nos detenha,

E muito menos nos impeça...,

Nós somos livres porque cremos,

Nada concorre para a descrença.



O ser humano não tem respeito,

Para violar sempre insiste,

E acaba encontrando um jeito

De fazer o crime perfeito.



Não há nada que nos amordace,

Nem a cauta luz da Ditadura,

Quem ama uma causa enfrenta,

Até a mais dolorosa tortura.



O ser humano não tem cura,

Ele quer sufocar a ternura

A todo preço e custo...,

Ele não presta, é um ser imundo.



É incapaz naturalmente,

Só porque é especialista,

- se acha -

E pensa que é gente;

Sugerindo exterminar

A vida dos saguis

- ferozmente -

Coisa de imprevidente...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você ainda

não percebeu,

Não tem problema!

Eu dou

conta de nós...,

Tenho uma doce

certeza,

- e nenhuma dúvida

De que o nosso

sentimento,

- nos leva para cima

Bem perto do nosso

recanto íntimo.

Certa do nosso

caminho:

Que é uma obra

de arte do destino.



Talvez ainda

desprevenido,

Mandaste-me

um beijo,

- com calor -

Eu não resisti,

e estou aqui

A sonhar

em versos,

Tentando um

soneto de amor,

Para chamar

a tua atenção,

Por pura

contemplação de alma

- afim -

Da tua adoração...!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não

se deu conta

Eu sou o que sou,

- autêntica

Escrevo por escrever,

E nem um pouco

oculta,

- sou a letra

depravada

Eu sou a boa

literatura,

Correndo nua

pela rua,

Escrevo o quê sinto,

Tudo o quê penso,

Até registros,

Faço arte pela arte,

Filha da criatividade,

Um tanto santa,

Porém, satânica confessa.



Podes ir, mas sei

que volta,

Vais com todos

os meus versos,

- na ponta da língua -

Silabando cada um,

Como o mel

que escorre,

Do meu estuário,

Para a tua boca,

e não te basta,

Além das orbes

celestes,

Lá estão

escritos os poemários

- todos registrados -

Em linhas intimistas

e bacantes,

Para embalar

poetas e amantes.



Você não

se deu conta,

Não escrevo

para você,

Escrevo para

celebrar a vida,

Brindar o amor

E cantar a paixão,

Para esperar

o amor que virá,

Lindo e ardente

como um verão,

Com dias de Sol

e noites

estreladas.

Cada linha

desse poema,

É confissão

plena,

sem confusão,

Liberta

de qualquer

conflito,

Que segue

a vida serena,

Portanto,

siga e voe

para longe,

Em cada asa

sua haverá

o meu rimário

Desse amor

resguardado

num sacrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há alegria

mais encantadora,

De encontrar a

linda surpresa,

- as mais belas flores -

Que deixaste sobre

a minha mesa.



Um gesto tão simples,

tão suave,

Manifestação

de amor,

- cavalheirismo

embelezador

Carinhoso e provocador.



Desses meus

versos femininos,

Que clamam

pela tua presença,

Eternizam-na

com a crença

De ser amada

por você.



A tua alegria

é a minha,

Próxima

e distante,

Mas sempre

próximos

Com a mesma

alegria...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há força diante da democracia,

E nada que a supere;

É força magna, é energia,

Voz que não se cala,

- mesmo sob mordaça

A força da democracia é a própria,

Está sacramentada na história.



Sem o povo não está escrita a glória,

Com a alma é que se afugenta,

- espanta

Toda a insana covardia,

Através do sonho de democracia,

Arrebentando toda a mordaça,

Atirando-se os grilhões ao vento,

A democracia virá, é só questão de tempo.



Abro o destino para o deboche

Cair no precipício,

Com a minha poesia respondo o riso

Do totalitarismo,

Rui Barbosa sentou praça

Na democracia,

E dela ninguém me divorcia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não temo mergulhar em minh’alma,

Não temo de forma alguma,

Nela encontrei a tua em movimento,

Eu não mais me pertenço,

Em ti me acho, e em ti me perco;

Como o vento sopra a duna,

Puro festejo e encantamento.





Canta melodiosamente o vento...,

O seu canto manso,

Giram os cataventos,

Os nossos amores sublimes atentos.

Protegidos por Deus e todos os santos,

Não tememos as naus e quebrantos,

Brada o mar,

Com amor se supera os tormentos.





Certamente, no teu riso,

Sorrio igualmente,

Espelhei-me na tua rebeldia,

Nessa imensidão e desassossego,

Identifiquei-me com o teu brio,

Encontrei na tua alegria,

- tudo -

Aquilo o quê mais precisava:

a minha poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não resisto,

porque não quero,

Deixei bem claro

que eu te quero.

Eu, vegetação rasteira,

sobre a duna

Como quem segura,

e se insinua porque deseja

- ir além.

Gente como eu,

jamais recua,

tem a alma nua,

talhada e lapidada;

Não teme à nada.

Ama heroicamente,

resiste à tudo,

Enfrenta silenciosamente,

Não teme e não se

nega à tentação,

Vai além do querer bem,

crê que um dia o amor vem.

Desde o dia em que o destino,

trouxe para mim o teu livro:

Nunca mais fui a mesma,

quando vi você com esse olhar

- desprotegido -

Eu já sabia que era tua,

nascida e predestinada,

Para ser a tua amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho na memória guardada,

Não há mais como dizer,

Talvez esteja sepultada,

Em terra longínqua,

Hei de um dia te contar,

Fizeram a gente esquecer,

Não é possível sequer falar.





Este poema é impublicável,

Mas é inevitável...

Ele fala de sobrevida,

Ele fala da Morte,

E da vida além da Morte.



Abraçando a lembrança,

Não há mais esperança,

Ylang-ylang é o teu perfume no ar,

Serena musa, não sei onde estás,

Talvez um dia você vai voltar,

Talvez pobre de você,

Algum dia o destino irá mostrar.





Esse poema não presta,

Eu deveria atirá-lo no lixo,

Ele não deu a cara a tapa,

Filho de alma covarde,

É quase uma denúncia...

Os ares e ‘as flores de abril’,

Uma música de Chico Buarque,

A imagem da mulher esfumaçada,

Talvez esteja desfigurada,

Teve a imagem desaparecida,

E alma roubada,

Não quero falar sobre mais nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

É inverno!

Celebremos,

Não é eterno,

Sempiterno.

- momento

Não recusemos.



É eterno!

Não recuemos,

- é extremo

Enfrentemos,

- o tempo

E o eternizaremos.



É sempiterno!

Como um afeto,

Reconhecemos,

É terno,

Intenso,

Logo, o passaremos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não vai passar,

É poesia,

É doçura,

Não vai passar,

Porque é para sempre.



Há um céu eternamente,

É esperança,

Faz noite e dia,

Faz sol e chuva,

Que se renovam,

Porque é para sempre.



Não vai passar,

É verdade,

É esperança,

Porque é eternidade.



Há uma renovação,

É sede de viver,

É vontade de ter,

Não vai passar,

Porque é insistente,

Eu quero você hoje e sempre.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não consigo

ser diferente...,

A poesia que enxerga

em mim,

É mais tua

do que minha,

Essa poesia mora

mais em ti

Do que mora em mim;

Não consigo

ser diferente...,

Escrevo para causar

contentamento,

Escrever para mim

é como um rubi,

Escrevo com o que há

de mais vermelho,

- em mim -

Escrevo para mexer

com o sentimento.





Nunca duvide

do que a minha poesia

é capaz,

Quando menos imaginas,

tu irás atrás,

Do Bem que só

ela te faz;

Tu bem sabes do

que ela é capaz,

Além de ser canto, ela é

o teu colo de paz.





Não consigo

ser diferente...,

Sou o verso presente

nos teus lábios,

A doçura caída do céu

em teus átrios,

Para mudar o teu presente

– um presente,

Nunca estou ausente,

és ciente,

Porque eu

sou diferente;

Não consigo

ser diferente...,

Cheguei para mudar

os teus dias,

Para trazer sorrisos

e mil alegrias,

E fazê-lo feliz

e cheio de valentia,

Guardando cada escrito

meu como magia,

Para sempre se orgulhando

que eu existo: sou poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como num transe que não tem explicação,

Eu caminhei até a praia,

Só para ver se eu ganharia

o teu sorriso,

Como uma divina moção,

Mas você lá não estava,

Lembrei-me do tempo,

que eu era a tua amada.



Graciosamente o mar marulhava,

- todo formoso ele cantava

Uma linda canção que me tocava,

Dos pés ao último fio de cabelo,

Lembrei-me da época que não tínhamos

- nenhum segredo -

E o medo do escuro

era uma doce desculpa,

Para pular no teu colo

- o meu grande enredo.-



No ápice do inexplicável transe,

Que só reforçou a lembrança,

- do nosso lance

Vi um jovem casal de namorados,

Os dois atravessando a duna,

Recordaram que nunca deixei de ser completamente tua.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não vou esquecer,

- a delícia de ter

Para sempre festejar,

- a delícia de ser

Doce na imensidão,

No embalo do violão,

Para tocar a tua paixão,

Sou a mais doce canção.



Pronta para te embalar,

Com o meu perfume no ar,

Como um anjo a voar,

Entre as nuvens a se esconder,

Para a tua alma tocar,

E para o teu corpo não sossegar.



Bússola a te orientar,

Destino certo para prosseguir,

Você sabe o que eu quero,

E também sei para aonde ir;

Passo macio, caminho certo,

O teu beijo de amor mais sincero.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Procurando doidamente

por você,

Olho para o céu,

e lá você não está;

- Porque você em mim habita

E para sempre reinará...

Busco explicações

no voo duplo dado,

Apreciando a cumplicidade

das gaivotas,

É tua essa alma

e esse coração apaixonado,

O amor para muitos é

praticamente inútil,

E para outros é um

planeta que não foi habitado.



Quem dera, quem dera...

Que o homem fosse

como a gaivota,

Não haveria nessa vida

nenhuma quimera,

O mar revolto se tornaria marola...



Vendo o Sol se pondo

entre as areias,

Como uma hóstia no sacrário,

Tenho o teu amor

como um relicário,

Crendo nas larguezas,

grandezas e firmezas.



Crendo, crendo, crendo...

Que o amor vai além do vento...,

E que ele supera todo o tormento,

Capaz de dissipar

a névoa do sofrimento;

Existindo como o mais

santo e sacro sentimento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não

chame

o

mar

de

ressacado,



Que

ele

fica

muito

mau humorado,





Hoje

posso

dizer

que

vi o



mar



emocionado,





E lembrei-me



do

teu

amor



enciumado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pela delicadeza do olhar,

E pelas mãos da mulher,

O Rio não resiste,

- ele se deixa fotografar

Ele sabe o que ela quer

De dia ou de noite,

Caminhando iluminada,

Fazendo boa fotografia,

Lendo boa Literatura,

Nunca será como espuma do mar,

É presença feminina cheia

de balanço do mar...

O Rio por Maris se mostrou,

Que continua lindo,

Enluarado ou estrelado,

Ele sempre será eterno,

Quem nunca se interessou por ele,

- não conhece o seu reinado

O clamoroso barulho do mar,

- é como um clique delicado

Maris soube capturar bem

o seu lindo céu rosado,

O Rio só se deixa ser fotografado

por quem sabe o que quer,

Assim ele se deixa abrir diante dos

olhos enternecidos da mulher...

Inserida por anna_flavia_schmitt