O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Se o destino chegar
E não estivermos juntos.
Lembre-se! Cada um faz o outro feliz.
Independente se for Amor ou não.
“Amizade também traz felicidades!”
Tua presença ainda está pela casa, sinto teu perfume no ar...
Não consigo um só minuto parar de pensar em você.
Por que isso foi acontecer? Onde há amor, há perdão. Volta!
Vamos zerar o contador, e escrever uma nova história. Vem!
A vida é para vivermos com todos os seus mistérios e nuances.
Não complique tudo, aproveite todos os momentos.
Declare todo seu amor.
Peça perdão a quem você magoou.
Viva o agora, porque o amanhã, poderá não existir.
Por Inteiro
Sou composto por urgências:
Eu não sei fazer de contas:
Não sei parecer o que não sou;
Não sei ser político ou populista;
Sempre deixo claro minhas escolhas
Não aprendi a ficar em cima do muro,
Sou calor intenso ou frio de matar.
Não me venha com falsidades
Ou com meios amores, ou com meios amigos.
Me venha por inteira ou nem saia do lugar.
Eu gosto do brilho que ilumina o caminho,
Dos gestos silenciosos de quem sabe amar.
De pessoas que exalam paz e confiança
Pessoas que nasceram com a ternura no olhar
E que nos fazem ter a certeza da existência
De Anjo disfarçados de seres humanos
Entre nós, pobres mortais.
Há quem eu evite o contato
E há quem eu abrace apertado.
Não sei abraçar frouxamente e
Nem tampouco representar papéis que
Não me caem bem; não sou ator.
Sou autentico e por tanta autenticidade
Há quem me odeie e há quem me ame.
Não me importa a quantidade de um grupo ou outro;
O relevante para mim é a qualidade de quem me tem amor
Uma vez que considero a reciprocidade algo fundamental.
Morro e Renasço
Eu a amo
E não é segredo
Eu a amo
E morro de medo.
Ela é o sol
Das noites de tempestade.
Ela é a lua
Das manhãs nubladas.
Outras não têm a cor
e a luz que somente ela
Emite sem cessar.
Findo de amor por ela
E renasço a cada vez
Que provo dos seus beijos.
Edson Luiz
Junho de 2016
Contemplação
Pequena,
Eu não sou pintor
Nem tampouco artista plástico,
Mas sou metido a escrever poemas.
E escrevo com louvor,
E em forma de gratidão,
A este teu gesto lindo
De enviar um retrato que de tão lindo,
Parecia ilusão de ótica...
Tamanha fora a minha reação.
Fiquei a princípio boquiaberto
Coloquei a mão no coração,
E ordenei a ele em pensamento:
-Calma, menino. Não vá ter um treco agora!
Depois como alguém
Que ganhou um presente divino,
Fiquei somente a contemplar...
Contemplei... Contemplei... E concluí:
Deus, realmente caprichou.
Quando começou a te moldar.
Edson Luiz ELO
01 de Junho de 2018
Você não perdeu, na verdade se livrou. Superestimou o sentimento, aquilo era carência. Nunca foi amor.
As vezes me pego a pensar que o Criador é demasiado cruel conosco. Envelhece nossa carne e não envelhece nosso espírito.
O SILÊNCIO QUE VIGIA.
O teu silêncio não se limita a calar. Ele age. Instala-se como uma presença meticulosa destinada unicamente ao meu coração. Não vem para ensinar nem para esclarecer. Vem para despertar antigos medos que eu julgava sepultados. Ele percorre minhas veias com a frieza de uma água que não purifica. Apenas paralisa. Congela lentamente cada parte de mim até que o gesto mais simples se torne impossível e eu me descubra imóvel dentro de uma armadilha sem grades visíveis.
Esse silêncio não grita. Mas ressoa. E o que ressoa não é som. É pressão. É o peso de tudo o que não foi dito escorrendo para dentro da consciência. Quando transborda pelos olhos já não é choro. É rito. Cada lágrima amplia um rio íntimo onde a memória se afoga. Um Estige particular que me conduz não à morte do corpo mas à suspensão da esperança.
No íntimo da psique ele não se anuncia como violência aberta. Chega como frio constante. Um frio que rouba do corpo a coragem do movimento e da mente a ilusão de defesa. Tento compreender. Construo explicações. Mas o silêncio não dialoga. Ele observa. Espera. E nessa espera molda o medo até que o medo se torne morada permanente.
O castigo não está em sofrer. Está em saber que tudo poderia ter sido diferente por uma única conversa. Porque o que sempre desejei não foi vencer nem acusar. Foi falar. Falar para libertar. Falar para romper o feitiço da mudez que transforma o amor em sepulcro. E então compreendo. O silêncio não aprisiona quem se cala. Aprisiona quem espera. E é nessa espera que a alma aprende tarde demais que a misericórdia recusada pesa mais do que qualquer palavra dita.
Acordamos todos os dias com uma missão grandiosa, mas não tão simples: a missão de amar.
Ao longo do dia, esbarramos em obstáculos que, certamente, não estão em nosso controle: os desejos e particularidades das outras pessoas, seus processos de reflexão, aceitação e suas questões intrínsecas, seus acessos de fúria e de confusão. Nesse momento, costumamos questionar nossa missão, sabatinar nossas intenções, inquirir nossos sentimentos. Ao fim do dia, no entanto, pessoas serão pessoas, com suas peculiaridades, seus altos e baixos, idas e vindas e traumas próprios. Criamos, então, nossos perdões internos para cada atitude que, de alguma forma, nos magoa, tira do equilíbrio, embarga nosso projeto de amar. A pergunta é: você tem se incluído em tudo isso? Tem compreendido suas questões particulares? Tem aceitado sua humanização? E, principalmente, tem se perdoado?
Como podemos levar à frente uma missão que já se inicia em xeque quando você falha em amar a primeira pessoa que aparece em seu dia, você?
♡☼❅
Hoje é dia da poesia
Não meu
Nem seu
É dia dela que faz diversas
Aquarelas
Com cor ou sem cor
Enfeita tudo com amor..
Starisy
Feliz dia da poesia 💓☼
