O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Em um país em que os jovens não sabem quem foi Enéas Carneiro,mas aplaudem Inês Brasil,eu espero mais nada!
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
Aquilo com que não estou satisfeito, dificilmente consigo julgar apto a ser comunicado a terceiros, especialmente na filosofia natural, onde o fantasiar é interminável.
Concorrência é como um jogo de tênis. Não tem contato físico. Não podemos impedir que ela crie jogadas e produza. Temos que ser eficientes em nosso próprio território.
Não importa se você faz certo ou errado. As pessoas sempre vão encontrar um motivo para te criticar.
- Você é feliz?
- Não.
- Já tentou correr atrás da felicidade?
- Sim, mas desisti quando vi ela beijando outro.
Não espere de mim ser apunhalado pelas costas, tenho um defeito enorme, só consigo fazer algo olhando nos olhos.
Não há diferença entre comunismo e socialismo, exceto nos meios de alcançar o mesmo fim: o comunismo se propõe a escravizar os homens pela força, o socialismo – pelo voto. É apenas a diferença entre assassinato e suicídio.
Respire fundo,
a vida é um sopro,
o tempo é astuto,
seja grato no pouco,
não seja ingrato no muito,
momentos são temporários,
viver é oportuno, é raro.
Irrita-me a felicidade de todos estes homens que não sabem que são infelizes. A sua vida humana é cheia de tudo quanto constituiria uma série de angústias para uma sensibilidade verdadeira. Mas, como a sua verdadeira vida é vegetativa, o que sofrem passa por eles sem lhes tocar na alma, e vivem uma vida que se pode comparar somente à de um homem com dor de dentes que houvesse recebido uma fortuna — a fortuna autêntica de estar vivendo sem dar por isso, o maior dom que os deuses concedem, porque é o dom de lhes ser semelhante, superior como eles (ainda que de outro modo) à alegria e à dor.
Por isto, contudo, os amo a todos. Meus queridos vegetais!
