O Amor foi bom Enquanto Durou
Não sou um objeto quebrado, sou uma obra em reforma perpétua, tentando alinhar as peças enquanto o chão ainda treme.
Minha alma suplica por trégua, enquanto a vida exige movimento. Passo os dias negociando minha sanidade com o relógio.
O dia se cala e a noite se estende,
enquanto eu busco o que há de mais raro.
No meio do escuro, sua alma se acende,
trazendo o reflexo de um porto seguro e claro.
Não é só beleza, é a força do gesto,
essa bondade que é o seu modo de ser.
Em um mundo de pressa e de tanto pretexto,
suas virtudes são o que me fazem crer.
Você não precisa de ouro ou de holofote,
seu coração já tem luz própria e guia.
É o destino traçado com sorte e com norte,
minha calma constante, minha paz, minha guia.
O céu pode até esconder suas estrelas,
mas o que você carrega é o que me faz bem.
Te amar é enxergar as coisas mais belas,
que só uma alma tão nobre contém.
Lá fora, a água desenha o caminho,
enquanto aqui dentro eu desenho você.
Penso em como o mundo seria sozinho,
sem a doçura que seu gesto oferece.
Não é só o brilho, é a firmeza do passo,
essa bondade que não pede vitrine.
Onde muitos cansam, você faz o abraço,
e faz com que a fé em nós dois se ilumine.
Suas virtudes não são ouro ou prata,
são flores que crescem no meio do vento.
Uma alma tão nobre, que o tempo não gasta,
que é porto e abrigo em todo momento.
A chuva lá fora só molha o caminho,
mas o seu coração é o que faz o jardim.
Te amar é saber que nunca estou sozinho,
é ter o melhor da vida em mim.
Enquanto os Nascidos Patriotas sacrificam suas próprias cabeças em prol do seu país, Patriotas de Ocasião sacrificam o próprio país em prol das suas cabeças.
Enquanto muitos vivem como se a vida de primeiro mundo fosse um drama, muitos brasileiros tropeçam no drama e fazem comédia.
Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.
Enquanto muitos fogem do toque que salva, outros fingem bravura nos toques que ferem.
Novembro Azul começou num sábado, e meu amigo já sofre por ter que esperar até segunda pra se cuidar.
Acordar é tão Fácil, basta estar vivo!
E enquanto Deus te deixa acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.
Elas conduzem na terra, no ar e na água.
Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.
Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.
Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.
Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.
No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.
Enquanto os idiotas da Esquerda e da Direita se digladiam, o encardido aplaude a agressividade cobrada pela medonha distração coletiva.
Porque enquanto imbecis se digladiam na arena da vaidade, convencidos de que lutam por ideias, quando, na verdade, brigam por espelhos, o encardido sutilmente se acomoda na arquibancada polarizada.
Não precisa sujar as mãos: a agressividade já foi terceirizada, cobrada como ingresso para o espetáculo da medonha distração coletiva.
O ódio vira método, o grito vira argumento, e a escuta é tratada como traição.
Cada lado acredita combater o mal absoluto, sem perceber que, ao demonizar — e até desumanizar — o outro, alimenta exatamente aquilo que diz enfrentar.
A distração é tão eficiente que ninguém nota o assalto tão silencioso quanto medonho: enquanto os punhos se levantam, a consciência abaixa a guarda.
O encardido não cria o caos — ele só o administra.
Aplaude quando a raiva substitui o pensamento crítico, quando a identidade vira trincheira e a complexidade é condenada como fraqueza.
Seu aplauso é mudo, mas constante, porque toda vez que alguém prefere ferir a compreender, o trabalho está feito.
Talvez a verdadeira resistência não esteja em escolher um lado mais barulhento, mas em recusar a coreografia do ódio.
Em interromper o aplauso invisível com um gesto raro e subversivo: silêncio para pensar, coragem para escutar, humanidade para discordar sem destruir.
Se a distração acaba, o espetáculo perde público — e o encardido, enfim, deixa de sorrir.
Quando nada mais conseguir nos distrair — senão pensar com a nossa própria cabeça — os inquilinos de mentes não encontrarão tantas cabeças disponíveis e dispostas a retroalimentar essa polarização medonha.
Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.
Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.
O tropeço, para esses, não é punição: é convite.
Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.
A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.
Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.
Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.
Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.
O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.
Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.
A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.
Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.
Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.
No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.
E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.
Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.
O mundo lá fora se lava aos poucos,
enquanto admiro a alma que você tem.
Um coração que não se perde em jogos,
e que, de tanto afeto, me faz tanto bem.
É raro encontrar tamanha integridade,
alguém que faz da entrega o seu destino.
Tua bondade é a minha claridade,
teu abraço é meu porto e o meu hino.
A chuva cai, mas o peito está aquecido,
pois te amar é onde enfim encontrei paz.
Teu brilho é o meu presente mais bonito,
que o tempo guarda e o amor só satisfaz.
"Se eu morrer um dia que eu morra vivo, enquanto dormindo. Só assim não vou lembrar que morri nem que estava vivo!"
Frase Minha 0016, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Se eu me deprimo? Por enquanto, não! E desejo o mesmo para todos. Depressão é algo indesejável, cruel, sorrateiro!"
Frase Minha 0122, Criada no Ano 2007
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"Por enquanto, previsão de guru, para mim, é o mesmo que anestesia vencida: não tem efeito e deveria já estar no lixo."
Frase Minha 0641, Criada no Ano 2013
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"Estive pensando... E, enquanto pensava, esqueci completamente sobre o que eu pensava. Isso tem a ver com a Conversa Fiada sobre a tal 'Melhor Idade'? Tem?"
0784 | Criado por Mim | Em 2014
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"Quando morrermos vamos nos igualar e iremos todos para o mesmo lugar. Mas, enquanto isso não acontece, somos diferentes. Aceite e pare de tentar persuadir incautos, com mentiras!"
Texto Meu 0855, Criado em 2017
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"Ainda sobre Rostinho Bonito! Que alguns insistem que 'não dura'! Mas, enquanto dura é a alegria de quem tem e dos que admiram e é a desgraça para quem é inconformado e/ou não tem. É ou não tem sido assim sobre Rostinho Bonito? Hein?"
Texto Meu 0861, Criado em 2017
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thudocomh.blogspot.com
