O Amor foi bom Enquanto Durou
A caneta me traz angústias, enquanto o editor de texto me traz ansiedade. A caneta me traz liberdade, enquanto o editor de texto me traz oportunidades. E nesse processo criativo, da arte magnifica de congregar palavras num estilo metamorfoseado entre o ler, o refletir e o escrever, a criatividade suscita entre a tinta da caneta e os caracteres do editor.
O que há de errado com o tempo?
Talvez o erro seja o intento
de não aprendermos, enquanto vivemos,
a contá-lo no convívio, no movimento.
Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes,
sós entre nós mesmos.
E não percebemos que o tempo pode afastar
ou atrair sentimentos.
Bons ou ruins, eles vão e vêm
sem que percebamos.
Ele nos leva por caminhos
e cria atalhos inteiros.
Ele vai passando como quem escorre
entre nossos dedos,
sem aviso às vezes rápido,
às vezes lento, mas sempre indeciso.
Vivemos tudo o que nos permitimos:
com a família, sozinhos ou entre amigos.
Ele corre quando queremos presença,
nos arrasta quando a dor pede licença.
Ele voa quando estamos atrasados,
e para, sem que percebamos,
no sorriso de quem somos apaixonados.
Vinte e quatro horas nos são dadas,
todos os dias, sempre depositadas.
Caem em nossa conta sem permissão,
sem pedido, sem merecimento ou explicação.
Prometemos a nós mesmos
não deixar o tempo passar em vão.
Quando crianças, o tempo era mágico,
e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos.
Estávamos ocupados colecionando momentos,
dádivas nos dadas pelo próprio tempo,
para que, quando estivermos perdidos,
possamos lembrar… e voltar ilesos.
Há dias em que queremos doar,
nem que seja um fragmento do que nos resta guardar,
quando percebemos que o outro já não terá
o tempo que a vida prometeu entregar.
Então entendemos o inevitável:
o tempo, sim, ele é temporário.
Nascemos, crescemos e morremos
um roteiro que segue fiel itinerário.
Mas como se espera? pergunta o coração.
O tempo do último olhar, da despedida em vão?
Ou o tempo que passa sem quem amamos,
tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?
Há forças que só se revelam quando o chão cede. Enquanto tudo sustenta, o ser dorme; quando falta apoio, desperta. Não é a estabilidade que forma caráter, mas a queda que obriga a escolher entre endurecer por medo ou aprofundar-se por coragem.
A nova geração está sempre querendo ultrapassar seu tempo com ideias antigas enquanto não são capazes de formularem suas próprias opiniões.
O mundo é surdo para intenções e reverente aos resultados: enquanto a maioria gasta energia anunciando o futuro, a elite molda a realidade em absoluto silêncio.
“Bons assuntos são como tijolos e argamassa: quanto mais se fala, mais se edifica; enquanto o assunto fútil destrói o que ainda resta de pé."
”
📚 Há um outro mal que eu vi, enquanto observava a vida; é uma triste situação respeitante a reis e governantes: vi tolos a quem se deu grande autoridade e ricos a quem não se deu honra alguma. 🧠
Vi também servos andando a cavalo e nobres deslocando-se a pé, como servos!
Quem fizer uma cova cairá nela; quem derrubar um muro, uma cobra o morderá!⚜️🔱🦉🔯🕎🛐✝️💟
As areias do deserto se mantem quentes, somente enquanto o sol brilha. Depois tudo fica frio, e se veste de breu se não tem a luz da lua.
Buscar o equilíbrio não é descobrir o certo absoluto, é escolher não se perder enquanto se vive num mundo incerto.
A liderança é um alvo de desejo comum, mas um dom concedido a poucos. Enquanto o treinamento forma líderes eficazes, aqueles que possuem o chamado divino superam todas as expectativas, pois são capacitados por Deus.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Enquanto amamos ou odiamos sandálias
Demétrio Sena - Magé
Cenários graves vão se desenhando, enquanto criam cortinas de fumaça, como a polêmica fútil sobre amar ou odiar as Sandálias Havaianas. Leis do poder público em diferentes instâncias contra o cidadão brasileiro, notícias importantes sobre decisões sociais que podem mudar nossas vidas, agendas culturais relevantes e avanços científicos globais passam por nós, enquanto estamos ocupados com futilidades. O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, por exemplo, foi um processo não percebido a contento, em razão do excesso de memes vazios que abarrotam a internet, mundo ao qual dedicamos boa parte de nossas vidas, mas não de modo adequado. Aceitamos notícias sem procedência, provocações que não merecem atenção e bolsonarismos comportamentais que já devíamos ter enterrado, enquanto passam "boiadas" decisórias dos poderes, quase sempre danosas para o cidadão comum.
A internet é rica em informação, arte, literatura e outros assuntos relevantes (entre preocupantes e prazerosos) que perdemos, porque estamos quase sempre concentrados em trocas de farpas improdutivas (existem farpas produtivas?), memes e brincadeiras que camuflam assuntos, informações e novidades que podem ser essenciais para nós. É ruim nos divertirmos na internet? Não. Claro que não. A diversão, o entretenimento e até as trocas de gozaçoes fazem parte da vida, dentro e fora do mundo cibernético, mas... não podem servir para nos alienar e deixar de fora dos acontecimentos e até das decisões internas e mundiais que têm o poder de mudar as nossas vidas. Para melhor ou pior. Temos uma ferramenta fantástica de avanço pessoal e corporativo, porém, usamos essa ferramenta contra nós mesmos.
Sem abraçar alarme, sensacionalismo e terror, cada cidadão deve dividir seu tempo entre os prazeres pessoais e as atenções que nossa cidade, nosso estado, o país e o mundo exigem. O avanço tecnológico cibernético deve significar nosso avanço como ser social; não o nosso retorno à idade média. De que nos vale uma conexão que nos desconecta com a realidade, transformando em mundinho pessoal o nosso acesso ao "mundão" em constantes transformações políticas, sociais, culturais e civilizatórias?
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Enquanto tento entender a vida, nada faço além de observar com amargura as escolhas feitas. Enquanto tento entender a vida, escrevo ao invés de procurar, da dor do viver, a mais rápida saída.
O gesto mais forte é não reagir no impulso, é sustentar o próprio centro enquanto o mundo balança.
Isaías Freitas
Um menino, enquanto brinca na sala, ouve a porta abrir, sua mãe chega.
Com a mãe uma cesta, o menino ao olhar a cesta, percebe-a vazia.
Estranho, olha ao alto e no alto contém uma teia, uma teia de aranha, que incomum desloca o seu sentido.
Sua mãe chama: "Filho, por que te espantas?".
Ele diz: "É uma teia, essa teia é vazia igual à cesta".
A mãe, pensativa, lembra que ele... que um dia aquilo foi ela e sua mãe.
O menino fala: "Essa cesta é vazia porque precisamos enchê-la para levar para alguém".
A mãe, atônita, percebe o incomum, nunca falou isso em voz alta, e abraça o menino.
A riqueza põe em perigo os nossos familiares, enquanto a pobreza lhes dá a liberdade de viverem livres na sociedade. Furucuto, 2026
