O Amor foi bom Enquanto Durou
"Quando aceitamos amores não correspondidos, somos reféns de nós mesmos que nos colocamos em situação de julgo desigual aceitando menos do que merecemos"
Eu juro que tentei...
Eu juro que tentei
Deixar você em paz
Como você pediu
E minha ultima palavra
Seria até nunca mais
Fiz de tudo
Pra isso acontecer
Mas algo aqui dentro
Não deixou o nosso amor morrer
Dei fim em tudo que era seu
As cartas, as mensagens, o caderno
E o emotion que você me deu
Como não lembrar mais
Se me lembra você a TV,
Os filme e os jornais,
Por isso aqui eu fico
Sei que fui canalha contigo.
Então fico te ligando e mandando
Mensagens meu amor
Me dê mais uma chance
E me perdoa por favor
Te prometo que dessa vez é pra valer
Eu vou parar de beber e me casa na igreja com você.
Se é cedo ou tarde eu não sei
Só sei que mudei
E me tornei aquele rapaz
Responsável que você tanto sonhou,
Mas você não acreditou.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
A rosa...
Hoje roubei uma rosa
No quintal do vizinho
Para através delas
Demonstrar todo
O meu carinho
(Autor: Edvan Pereira) "OPoeta"
Ouça o meu coração
E para quem ama nada é impossível
A cada dia que se vai, mais aumenta
o meu amor, essa saudade é terrível
A vontade de ter você aqui é imensa
Saudade de te fazer as vontades tuas
Que são muito mais minhas que suas
Vontade de amar você e te fazer feliz
Ouça tudo o que meu coração te diz:
-Amor eu te amo e sempre vou amar
-Amor, te quero e sempre vou querer
-Amor, sem você não quero mais ficar
-Amor, sem ter você não dá pra viver!
Gui Gouvêa
A nossa vida sempre irá depender da influência direta ou indireta de outra vida, por este motivo analise bem em quem você se espelha.
o ser humano tem perdido sua essência natural e rapidamente se transformado em sujeitos que vivem em constante regresso intelectual, cultural, moral e ético. Precisamos reencontrar o amor próprio, e para tal, é preciso realizar uma transformação interna na alma
É preciso ter a capacidade de entender o processo continuou e ininterruptível que acontece com o nosso ciclo vital, não se pode perder a capacidade de acreditar em si mesmo, é necessário continuar focado e nunca desistir de seus objetivos
Nunca soube amar pela metade. Sempre fui de mergulhar fundo, de sentir sem freios, de entregar sem reservas. Mas a vida me ensinou que amor sem reciprocidade é desperdício, que insistir onde não há entrega é se perder. Aprendi que sentir sozinho é carregar um peso que não é meu. Hoje, só permaneço onde sou escolha, não opção. Porque o que é raso nunca me sustentou, e o que não é inteiro nunca me terá.
Sou eu um vaso. Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio. De barro, frágil e nascido da terra.
Sou eu um vaso, moldado pela mão divina,
À espera de ser preenchido pela vida.
A cada dia, sou preenchido de esperança,
E em mim, as razões da vida são depositadas.
Assim como a terra que me gerou,
Eu sou também um produto do amor e dedicação,
De cada gota de chuva que cai,
E do sol que aquece e me faz firme e me molda.
Sou um recipiente de sonhos e desejos,
De momentos bons e maus, de risos e ensejos,
E a cada fase da vida, sou reinventado,
Pois em mim, um novo destino é traçado.
Às vezes, me sinto cheio de alegria,
E transbordo de felicidade a cada dia,
Em outros momentos, sinto-me vazio,
E busco em mim mesmo o meu alívio.
Mas, como um vaso, sempre encontro um jeito
De me encher, renovar e seguir em frente, sem receio,
Pois a vida é um ciclo que não para.
Sou eu um vaso,
Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio.
Sou de barro, frágil e nascido da terra.
O sempre é uma pena, pois, limitado pelo tempo, torna-se efêmero, cai na areia com leveza mas deixa-se levar pelo vento.
A saudade se dispersa ao vento, como se cada lembrança fosse uma leve canção, acariciando meu coração com a melancolia dos momentos passados.
Na balsa navegante dos sonhos, encontrei o jardim onde poderia colher as lindas rosas silvestres sem espinhos.
Pode ser ironia!
Más, sem espinhos!
Sem espinhos, a rosa eu arranquei e logo todas as pétalas caíram ao chão.
Aos prantos a roseira se derramou.
Hoje no vasto jardim de dores a roseira silvestre de espinhos eu encontrei.
A rosa não arranquei, o espinho se mostrou!
A linda rosa não chorou, abandonou meus sonhos, com gentileza desabrochou!
O privilégio de amar é ser feliz, ainda que o tempo pareça não ter fim devemos amar incondicionalmente.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
