O Amor foi bom Enquanto Durou
I
Às vezes,
desperdiço o meu amor
em coisas insignificantes,
insípidas,
insossa
.
.
.
II
Por vezes um descontentamento me veste
e não sei mais se caminho na direção certa,
perco o fio do destino
.
.
.
III
Deveria
me apreciar,
me olhar,
me sentir
e me amar
muito mais
.
.
.
Amor, o que e amor?
Não sei explicar, só sei que sinto,
sinto vontade de ter você só pra mim.
Sinto vontade de amar você... Não sei explicar só sei sentir!
Pode apostar e o mais puro dos sentimentos, por isso sei que é AMOR.
O que queres?
O que queres então de mim
Que não sejas amor, compreensão
Porque não pode ser assim
Te dou carinho, amor e atenção.
O que queres então de mim
Que eu me entregue por inteira
Por mais que me doa enfim
Eu me entrego de bandeja.
O que queres então de mim
Que eu sofra até morrer
Vendo a mesma cena diariamente
De outra estar com você.
O que queres então de mim
Vou procurar um outro amor
Que me dê colo e calor
E me dê amor sem fim.
Eu só quero que tú saibas
Que ao invés de ser infeliz
Tentarei te esquecer
E procurar ser mais feliz.
E no dia em que te ver
Vou dar um sorriso e lhe mostrar
Que na vida eu aprendi
Que sorrir é melhor que chorar.
Hoje um sonho a amanhã nossa realidade, tem o amor sincero mais nunca você poderá acha um amor que seja feliz pra sempre.
Sera que existe amor verdadeiro?
aquele amor forte, firme guerreiro?
ao mesmo tempo doce, meigo e delicado.
o amor que me faça sentir amado.
sem mentiras de verdade
eu ainda espero a minha cara metade.
Sinto falta , daquele beijo que eu não tenho , daquele abraço feito um laço , daquele amor que um dia reino em meu ser .
Logo, o amor entre namorados precisa do prazer e envolve-se de prazer...É lógico que nem todos sentem o mesmo tipo de amor, porque, assim como vemos cores com intensidades diferentes, as pessoas também sentem de maneiras diferentes, de intensidades diferentes... Então, minhas palavras podem parecer uma loucura para alguns, mas podem ser compreendidas por outros, por aqueles que entendem de que sentimento estou falando, ou que entendem a forma semelhante que este sentimento tem em nós...
O paradoxo decreta fraqueza de discernimento e falta de amor próprio e pelos seus semelhantes. O homem prudente transforma a ojeriza em espelho.
Percebo que, hoje em dia, as pessoas estão muito exigentes em relação ao amor. Qualquer passo em falso: Adeus! Não aceitamos erros alheios. Não aceitamos qualidades no outro que, pra nós, sejam defeitos. Queremos que todos estejam conectados com nossas expectativas, que estão altíssimas e não param de crescer. O que nos é possível, não nos interessa. Almejamos o perfeito. O irreal. O ilusório. Queremos sempre o melhor, mesmo que o (melhor) não se adeque à nossa vida.
Vivemos – na verdade - na era da Intolerância. Do imediatismo. Da falta de paciência. Seja com downloads lentos, celulares fora de serviço. Ou pessoas que não seguem o nosso ritmo.
No meio do caos, esquecemos o essencial: para se relacionar, é preciso tempo. Tolerância. E uma boa dose de bom senso. Não, pessoas não são descartáveis. Não existe manual, nem informações no rótulo. Quer saber? Todo mundo tem lá seus (defeitos). Mas, nessas horas, não existe (loja autorizada), nem garantia. No máximo, uma terapia ou um bom ombro amigo pra se reajustar.
Agora, minha pergunta: porque andamos, assim, tão exigentes? Será culpa da tecnologia e sua crescente evolução? Será falta de auto-conhecimento e amor próprio? Será que, no fundo, temos medo de amar e nos auto- boicotamos com situações que nunca vão dar em nada?
Pode ser um pouco de cada coisa. Outro dia, ouvi uma frase interessante de uma amiga: o dilema da mulher moderna é saber, ao certo, o que ela procura. Porque, se ela procurar, vai achar! Achei de uma sabedoria incrível. E pensei: ao dizer isso, sei que muita gente vai me criticar. Mas pense comigo: será que estou, de fato, errada?
Não, não vamos colocar a culpa no outro. Se as coisas não estão dando certo, temos grande responsabilidade sobre elas. Não vamos começar nosso discurso manjado que queremos viver o amor, quando, na verdade, atraímos pessoas problemáticas, instáveis e avessas a compromisso. Se isso acontece uma vez ou outra, tudo bem. Do azar no amor, ninguém foge.
Mas se o padrão prevalece, então, está na hora revermos nossos conceitos. A gente acha o que – na verdade - procura. Se encontramos pessoas (e amores) que só nos trazem infelicidade, angústia e ansiedade, o melhor a fazer é nos voltarmos para dentro. E repensarmos quem somos. E o que realmente queremos.
Olha, eu não sou psicóloga, nem dona de nenhuma verdade. Adoro lugar comum, gosto de escrever sobre o que meu coração dita. Sei que ninguém gosta de aceitar suas culpas, muito menos admitir quando faz escolhas erradas. Mas, se estou aqui hoje, dando a cara à tapa, é porque descobri que me boicotei durante muitos anos. É, fugi do amor com medo de perder minha liberdade. Ou com medo de perceber que ter um relacionamento não traz garantia nenhuma de felicidade. (Adeus sonhos de adolescente!).
Agora, eu vejo que viver o amor nada mais é do que conhecer a si mesmo profundamente e entender quem a gente é. E o que nos faz bem.
Portanto, antes de colocar a culpa da sua vida amorosa no outro. No destino. Em algum karma. Ou em qualquer lugar fora de você, PENSE BEM.
Nós encontramos FORA o que – na verdade – MORA AQUI DENTRO.
Viver não é simplesmente estar nesse mundo, viver é ter amor á vida, saber tirar a essência dela, criar ramificações para proporcionar a própria felicidade, ou seja, se tiver que pintar o cabelo de vermelho, azul ou roxo, pinte! Se tiver que raspa-lo raspe! Independente da idade se tiver vontade de voltar ao meio acadêmico volte...
Escute o que o outro tem a dizer, com amor e compreensão, talvez tudo o que outro queira, seja ajuda.
Amor te amo....
Apenas te amo....
Te amo como amar ao amor...
Te amo pois só você me dar amor...
Te amo porque te amo...
Te amo porque te chamo...
Te amo porque te chamo de amor...
Amo você, seu olhar, teu sorriso, teu jeito e teu calor...
Simplesmente te amo...
